2021: Por que estamos próximos de uma nova guerra mundial?​

E não é uma teoria da conspiração, ou relógio do apocalipse que faz cálculos mirabolantes, como também não é uma conclusão monocrática. É apenas uma análise das probabilidades.
Se verificarmos a história do mundo, podemos observar os fatores deste processo:

No famoso período das monarquias europeias cristã, o Vaticano era tão influente para o mundo civilizado, que acaba atuando como uma espécie de ONU. Era o Vaticano quem intermediava discussões entre nações e decidia questões de dupla interpretação, exceto para os conflitos islâmicos e os grupos não civilizados, mas ainda sim evitando muitas guerras para aquela época. Um dos casos mais famosos para nós neste assunto foi o Tratado de Tordesilhas.
Então a revolução francesa deu um golpe dominó neste longo período de influência, que deixou o mundo aberto para que cada um tirasse sua própria conclusão. Virou-se uma espécie de conversa "de quem falava mais alto". As nações começavam a se militarizar, como também a se acharem no direito de rever suas limitações. Desta vez sem ninguém para intermediar.

Com a consequência da primeira guerra mundial e o resultado dela, as nações vitoriosas se reuniram para criar uma liga mais ou menos nos moldes dos reinos que traziam influência para o Vaticano. A liga das Nações não logrou êxito por não ter tempo para se desenvolver, morrendo ainda enquanto havia erros estruturais.

Depois de exaurir o mundo em uma guerra de proporções até então nunca antes vista na humanidade, a ideia de um órgão para intermediar a paz e o entendimento voltou à mesa de discussões. Dada as características globais do período pós-guerra, desta vez o órgão teve tempo para se desenvolver e sofrer reformas. As Nações Unidas nunca foi perfeita, enfrentou alguns dos problemas conhecidos atualmente, teve suas frustrações. Contudo, o comunismo e as sociedades de interesses corporativos até então nunca foram maioria nas decisões ou encontros desta organização internacional a quem promovia um ambiente de ampla comunicação. Um exemplo foi o simples fato da China ter sido afastada das conversações por desrespeitar os direitos humanos, assim tornando o grupo soviético minoritário, senão em menor vantagem, conforme relembra os conflitos das Coréias.

Hoje:

O aparelhamento das instituições como a ONU e o Vaticano foi um dos golpes mais impactantes nestes novos tempos. O comunismo que descaradamente declara um de seus objetivos ser a concentração de poder em pró de um estado maior, se utilizou da esquerda internacional (incluindo o Foro de SP) para tomar o controle daquilo que ou era problemático para eles, ou que lhes seria útil para sua finalidade.
Muammar al-Gaddafi eleito para o conselho de segurança da ONU, Michelle Bachelet eleita para alta comissária da ONU, Tedros Adhanom diretor-geral da OMS, foram algumas das principais peças que inutilizaram a função de cada departamento, para atender unicamente ao propósito egocêntrico da ideologia.
Faço aqui neste parágrafo minha única teoria conspiracionista por não colher provas o suficiente, mas curiosamente Sergio Vieira de Mello, ex-diplomata brasileiro que compunha o alto comissariado da ONU, morreu justamente neste período de aparelhamento da instituição, segundo seus assassinos pelo simples fato de que ele resolvia os problemas. Teria sido uma queima de arquivo? Ou a atual versão é realmente verdadeira?

Já os chamados globalistas, bilionários egocêntricos, que por sua vez tiveram algumas aulas com a esquerda internacional (incluindo um conhecido partido isentão brasileiro), completaram esta outra parte do aparelhamento da ONU, como também do Vaticano.
A teologia da libertação, a quem Bernado Kushter domina muito bem o assunto, é uma das garras comunistas infiltradas na instituição do Vaticano, que acabou sendo útil para abrir suas portas aos globalistas.

Tão logo as duas principais instituições pacificadoras do mundo, a ONU e o Vaticano, estão perigosamente aparelhadas para os interesses egocêntricos. E quando o mundo fica carente deste tipo de funcionalidade ativa, é que as nações, sociedades, e outras organizações se sentem no direito de falarem mais alto, de reclamarem coisas que não lhe pertencem, de ir além dos limites, ingredientes fundamentais de uma guerra mundial.



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Algumas referências:
cdbosco/posts/2026809474282022 (Facebook)