Adivinha quem estava certo? Novo estudo científico mundial analisando 30 pesquisas do mundo revela que a Ivermectina reduz mortes pelo Covid-19 em 75%

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Imagem ilustrativa da Ivermectina (Getty Images / Cultura RF).

Adivinha quem estava certo? Novo estudo científico mundial analisando 30 pesquisas do mundo revela que a Ivermectina reduz mortes pelo Covid-19 em 75%​

  • Novo estudo sugere que a Ivermectina pode reduzir as mortes pelo Coronavírus/Covid-19 em 75%
  • Mais de 30 pesquisas mundiais foram analisadas, mostrando que o tratamento é eficaz
  • O estudo está em vias de ser publicado na revista científica US Journal Frontiers of Pharmacology, uma referência nos estudos de farmacologia

O POLITZ chega em primeira mão no Brasil com uma notícia que vai arrepiar os cabelos de muitos políticos e lobistas das grandes farmacêuticas, provando que um certo alguém estava novamente correto em suas afirmações. Quem acertar o nome, vai ganhar uma curtidinha aqui em baixo nos comentários.

A Ivermectina é uma droga comumente usada no mundo, sendo inclusive listada pela Organização Mundial de Saúde como um dos remédios básicos e essenciais para o tratamento de diversas doenças, como também infecções parasitárias, vírus e outros. Segundo o mais recente estudo publicado, o uso dela reduziu hospitalizações e mortes em pelo menos 75%.

O estudo, já revisado por pares, analisou mais de 30 pesquisas no mundo, concluindo que a Ivermectina "causa repetidamente, de forma consistente e de alta magnitude melhora nos resultados clínicos do paciente em todos os estágios da doença".

No paper, é informado que as evidências "são tão sólidas", que a Ivermectina deveria ser usada como forma padrão de tratamento contra o Coronavírus/Covid-19, no mundo inteiro.

O Professor e Dr. Paul Marik, coautor do estudo, além de ser diretor de emergências pulmonares no Virginia Medical School nos Estados Unidos afirmou: "Os dados são tão consistentes e considerando que estamos em uma pandemia mundial, essa é uma forma incrível e efetiva de combater a doença. Se utilizarmos a Ivermectina mundialmente, nossa sociedade poderá retornar ao normal novamente".

Outros medicamentos vem sendo apresentados como tratamentos com certa eficácia contra a praga chinesa (Coronavírus/Covid-19), mostrando alguns resultados, mas nada tão efetivo como a Ivermectina.

A Hidroxicloroquina continua enfrentando resistência por parte de alguns setores da saúde e também da própria mídia, porém, um site especializado (Covid-19 Study) em rastrear todos os estudos científicos, analisando também metadados, inclusive informando se foi revisado por pares, mostra a seguinte informação sobre o uso da Hidroxicloroquina, em inglês:

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Em tradução livre, alguns dados (C19 Study, link disponibilizado acima) de estudos científicos sobre o uso da Hidroxicloroquina:
  • 210 estudos, com 2,370 cientistas e 186,848 pacientes.
  • 66% de eficácia/melhora em 26 estudos para tratamentos no início
  • 73% de diminuição da mortalidade em 12 estudos para tratamento no início
  • Apenas 25% de melhora em 143 tratamentos no final da doença


O site também informa como descrição:
- "Banco de dados de todos os estudos da Hidroxicloroquina contra o COVID-19. 257 estudos, 187 revisados por pares, 210 comparando os grupos de tratamento e controle. Envie atualizações / correções abaixo. HCQ não é eficaz quando usado muito tarde com altas dosagens por um longo período, a eficácia melhora com o uso mais precoce e melhor dosagem. O tratamento precoce mostra consistentemente efeitos positivos. As avaliações negativas geralmente ignoram o tempo de tratamento, muitas vezes com foco em um subconjunto de estudos em estágio avançado. A evidência in vitro fez alguns acreditarem que os níveis terapêuticos não seriam atingidos, no entanto, isso estava incorreto"


Pelas informações aqui postadas, é claro que a Hidroxicloroquina oferece melhora, em torno de 60% a 70%, se usada precocemente contra o Coronavírus/Covid-19.

O mesmo grupo que faz esse tracking mundial, também realiza trackings de outros medicamentos, todos com os links para os estudos científicos já publicados, informando amplamente os metadados, inclusive se foram revisados por pares. Considerando o estudo que o POLITZ está publicando, cruzando com os dados do tracking, os resultados do uso da Ivermectina também estão bem plausíveis e podem ser verificados no site C19Ivermectin:

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Em tradução livre, alguns dados (C19 Study, link disponibilizado acima) de estudos científicos sobre o uso da Ivermectina:
  • 42 estudos científicos, envolvendo 331 cientistas, com 14,906 pacientes
  • 21 estudos científicos controlados e randomizados
  • 89% de melhora em 11 estudos científicos como forma profilática
  • 83% de melhora em 13 estudos científicos como forma de tratamento precoce
  • 70% de melhora em estudos científicos randomizados e controlados
  • 75% de melhora em 16 estudos de mortalidade
  • Vidas semanais potencialmente salvas: 48,931 pessoas.


O Dr. Paul recomendou que deveria haver maiores testes antes do medicamento ser aprovado pelos reguladores do Reino Unido. Um novo teste de Ivermectina como tratamento contra o COVID-19 deve começar em breve na Universidade de Oxford.

Já a Dra. Tess Lawrie, diretora da Consultoria de Medicina Baseada em Evidências em Bath, convocou uma cúpula online de especialistas internacionais no último fim de semana para discutir os novos dados. Ele incluiu evidências de que o uso disseminado de Ivermectina em partes da Índia e da América do Sul levou a uma grande redução de infecções e mortes.

Ontem, a Dra Lawrie, enviou um material de 97 páginas para a Organização Mundial de Saúde, exigindo imediatamente que a Ivermectina seja utilizada como tratamento padrão contra o vírus chinês (Coronavírus/Covid-19).

Nos últimos 30 anos, a Ivermectina é usada por milhões de pessoas em todo o mundo. Já a Agência Reguladora de Medicina e Saúde afirma que já está ciente do estudo global do uso da Ivermectina como tratamento contra a praga chinesa (Coronavírus/Covid-19).

Reforçamos que todos os estudos, links disponibilizados e sites de tracking de publicações científicas possuem links diretos para os próprios estudos, permitindo que você, leitor(a), confirma pessoalmente a veracidade das informações publicadas pelo POLITZ.

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Os internacionalistas simplesmente vão ignorar esse estudo, criar um estudo artificial refutando e quêm defender isso aí vai ser chamado de negacionista.
 

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POLITZ
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