Agora, a (des)Organização Mundial da Saúde afirma que a pandemia chinesa não será freada apenas com vacinas e defende 'medidas mais rígidas'

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Tedros Adhanom, diretor-geral da (des)Organização Mundial da Saúde (Reprodução / OMS).

Agora, a (des)Organização Mundial da Saúde afirma que a pandemia chinesa não será freada apenas com vacinas e defende 'medidas mais rígidas'​


A (des)Organização Mundial de Saúde voltou para o público para afirmar com toda a sua necessidade de criar pânico e espalhar o medo com uma nova declaração, diretamente do diretor-geral da organização, que nem mesmo é um médico, voltou ao público para afirmar que a pandemia chinesa (Coronavírus/COVID-19) não será apenas controlada pelas vacinas.

Tedros Adhanom fez um alerta quanto ao aumento do número de casos e mortes ao redor do mundo e afirmou que as vacinas são um instrumento vital para combater a pandemia, porém, mais medidas precisam ser tomadas para frear o vírus chinês. A declaração foi feita em uma coletiva de imprensa virtual.

Apesar da OMS não declarar explicitamente que medidas são essas, eles não defenderam um "lockdown sem fim", mas medidas "combinadas com adequação e agilidade", seja lá o que isso significa.

"Nós temos agora 7 semanas seguidas de alta nos casos, e 4 semanas de avanço das mortes”, comparou, citando a nova onda de casos em vários países da Ásia e do Oriente Médio. “Isso acontece apesar do fato de que mais de 780 milhões de doses de vacinas foram administradas globalmente"

Segundo Tedros, há "confusão, complacência e inconsistências em medidas de saúde pública e na aplicação delas", o que resulta em aumento da transmissão dos vírus e das mortes. Ele defendeu uma abordagem mais coordenada e abrangente contra a pandemia:
"Os países que têm se saído melhor têm adotado uma combinação de medidas sob medida, mensuradas, ágeis e baseadas em evidências".

Durante a coletiva, foi citado também o remédio Remdesivir, afirmando que o estudo da Solidarity mostra não existir evidências (mais uma vez, que novidade, mais um remédio que "não funciona") que o medicamento tenha qualquer efeito no tratamento de infectados pela praga chinesa, afirmando que apenas alguns estudos menores viram benefícios na utilização dele em alguns subgrupos específicos.

Ainda, de acordo com a publicação da fonte originária:

A cientista-chefe da instituição, Soumya Swaminathan disse que pesquisas menos abrangentes mostraram “benefícios marginais” com o uso do remdesivir. Segundo ela, a análise do medicamento continua a ocorrer, mas até agora não houve a conclusão de que seu uso poderia ser vantajoso no tratamento.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou em 12 de março o uso do antiviral no tratamento de pessoas hospitalizadas com covid-19 no Brasil. O remédio é bastante usado nos Estados Unidos em pacientes graves que não estão entubados.


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