Análise independente afirma que movimento de extrema-esquerda Black Lives Matter foi ligado a 91% dos violentos distúrbios que duraram 3 meses nos EUA

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Bandeira americana, em meio aos incêndios causados pelos violentos protestos de grupos radicais da esquerda (Scott Olson / Getty Images).

Análise independente afirma que movimento de extrema-esquerda Black Lives Matter foi ligado a 91% dos violentos distúrbios que duraram 3 meses nos EUA​


Conforme matéria publicada pela fonte originária (elencada abaixo), o movimento de extrema-esquerda, queridinho e adorado pela mídia tradicional, sendo inclusive indicado de forma bizarra para o Prêmio Nobel da Paz, o Black Lives Matter, tem ligações em pelo menos 9 em cada 10 protestos violentos que ocorreram nos Estados Unidos por pelo menos três meses.

Os Estados Unidos sofreram pelo menos 637 manifestações violentas entre 26 de maio e até 12 de setembro, sendo que 91% dessas manifestações tiveram ligações com o movimento de extrema-esquerda Black Lives Matter.

Os dados são dos analistas independentes da US Crisis Monitor (ou Monitor de Crises dos Estados Unidos, em tradução livre), sendo uma organização criada pela Universidade de Princeton em conjunto com diversas agências analíticas.

O estudo concluiu que em 49 estados, sem contar Washington D.C., ocorreram protestos neste período de tempo. O estado da Califórnia liderou o país em números de protestos, chegando a marcar 86 ocorrências, muitos dos quais violentos. Em segundo lugar, aparece o estado de Oregon, registrando 79 motins neste intervalo de tempo.
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Manifestantes do Black Lives Matter causando em plena Manhattan (Spencer Platt / Getty Images).

Conforme os dados disponibilizados, 7% dos protestos oficiais dos Black Lives Matter tiveram episódios de violência. O projeto de análise estatística definiu "distúrbios" quando qualquer manifestante se envolveu em violência, seja disruptiva ou destrutiva (casos de agressão, roubos, vandalismo, etc.), incluindo quando grupos atacavam outras pessoas, propriedades privadas, lojas comerciais e outros.

Os eventos relacionados ao Black Lives Matter foram definidos como: "manifestações que têm um grupo local dos BLM envolvido; quando o assunto principal da manifestação diz respeito ao assassinato policial de uma pessoa negra específica (por exemplo, George Floyd, Breonna Taylor;) quando o assunto principal da manifestação diz respeito à brutalidade policial contra os negros em geral; ou quando a manifestação é em solidariedade ao movimento nos EUA contra a brutalidade policial contra os negros".

O Black Lives Matter Global Network, o braço nacional do Black Lives Matter, viu uma explosão de apoio financeiro vindo de celebridades e grandes corporações, desde a morte acidental por overdose de George Floyd, um conhecido criminoso local, falecendo após a ação de um policial de Minneapolis. O policial teria imobilizado o criminoso por mais de 8 minutos com o seu joelho no pescoço dele, conforme informa a fonte originária.

É sabido também que diversos líderes do Black Lives Matter se recusaram a condenar os violentos distúrbios, saques, pilhagens e roubos contra propriedade privada.

O organizador do Black Lives Matter Chicago, Ariel Atkins, no mês passado, equiparou as ações de pilhagens como "reparações históricas".

"Eu não me importo se alguém decidir saquear uma loja Gucci, Macy's ou Nike, porque isso garante que a pessoa coma", disse Atkins. "Isso garante que essa pessoa tenha roupas. Isso é uma forma de reparação."

O líder de Black Lives Matter, Hawk Newsome, minimizou os distúrbios em uma entrevista em abril para a Fox News: "Eu acho que é uma ferramenta usada pelos supremacistas brancos dizer que se você quer liberdade, você só vai conseguir protestando pacificamente", disse o extremista da esquerda.

Em outra entrevista à Fox News em junho, Newsome disse: "Eu não concordo mas também nem condeno os saques/pilhagens".

Como sempre, temos a esquerda minimizando atos criminosos com discursos falaciosos de supostas reparações históricas para justificar a pratica de crimes contra cidadãos de bens.

Isso não vai acabar bem.


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