Ao contrário do desastre Rodrigo Maia, Arthur Lira não barrará PEC da prisão em segunda instância, uma das maiores exigências da sociedade brasileira

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O novo presidente da Câmara, Arthur Lira (Divulgação / Câmara dos Deputados).

Ao contrário do desastre Rodrigo Maia, Arthur Lira não barrará PEC da prisão em segunda instância, uma das maiores exigências da sociedade brasileira​


Algumas agências tradicionais de notícias estão começando a vincular algumas certas mudanças nos ares da Câmara dos Deputados, com a vitória do novo presidente da Casa, Arthur Lira, causando um belo de um desespero na esquerda opositora.

Segundo as informações da fonte originária, Deputados Federais acreditam que Arthur Lira não barrará a Proposta de Emenda Constitucional 199/2019 (PEC), engavetada por Rodrigo Maia, que prevê a possibilidade de prisão de condenados já na segunda instância, algo que ocorre na maioria dos grandes países desenvolvidos.

Obviamente a PEC causa resistência nos meios políticos, já que boa parte desses são investigados por crimes de corrupção.

O Deputado Alex Manente (Cidadania-SP), autor da PEC da Prisão em Segunda Instância, afirma ter "boas perspectivas" quanto o novo presidente da Câmara:

- "O presidente disse que todas as matérias serão pautadas e votadas por ele independente da avaliação de mérito que ele tenha e essa é uma medida importante para o país. Tem apelo na população e já teve em várias oportunidades desejo da maioria dos líderes"

Obviamente trata-se de uma matéria de extremo interesse público, já que a ausência da previsão da prisão em segunda instância gera uma das maiores inseguranças jurídicas no Brasil, prezando pela impunidade, em especial, de criminosos do colarinho branco.

Manente também justificou a importância da previsão:

- "É preciso lembrar aos que estiveram lá no governo do PT e, agora, mudaram de lado, que a prisão em segunda instância não é endereçada a esta ou a aquela figura pública. É instrumento para combater o crime, principalmente o do colarinho branco, e para tentar acabar com a impunidade neste país. Entendemos que casuísmo é quando um candidato a presidente defende punição rigorosa aos criminosos e, ao se eleger, articula para que o tema seja totalmente esquecido"

Fábio Trad, relator da PEC, avalia que Lira não tem nenhuma resistência sobre o assunto:

- "O Lira não tem resistência, ele disse que não tem preconceito com nenhuma proposição e o fato do Marcelo Ramos estar na Mesa, se confirmada a sua eleição, é um alento. É um sinal muito eloquente de que a PEC poderá ser votada, impulsionada e eventualmente aprovada"

A PEC tem uma necessidade absurda de ser aprovada. É o desejo da maioria dos brasileiros que querem ver a evolução do país na questão de combate à criminalidade e enterrar a impunidade de uma vez por todas.

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