Após estado da Geórgia afirmar que certificaria os resultados eleitorais para Joe Biden, Secretário de Estado volta atrás e corrige afirmação

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De qualquer forma, para a tristeza dos opositores de Donald Trump e a esquerda midiática mundial que veio comemorando em peso a questão da Geórgia ter afirmado incorretamente que estava certificando os resultados eleitorais do estado battleground.

Na manhã dessa sexta-feira, o Secretário de Estado da Geórgia chegou a afirmar que iria certificar oficialmente os resultados eleitorais do dia 3 de nocembro, afirmando que os 159 condados do estado teriam confirmado as apurações.

Porém, minutos depois, o próprio Escritório do Secretário de Estado corrigiu a informação afirmando que "irá certificar os resultados", ao contrário de que eles "estariam certificados" - o que muda muito para quem sabe interpretar minimamente um texto.

"Os números não mentem. Como secretário de Estado, acredito que os números que apresentamos hoje estão corretos", disse o Secretário de Estado Brad Raffensperger em entrevista coletiva na sexta-feira. "Os números refletem o veredicto do povo."

O escritório de Raffensperger enviou um comunicado à imprensa na sexta-feira dizendo incorretamente dizendo que os resultados foram certificados. Em seguida, enviou um novo comunicado de imprensa dizendo que os resultados serão certificados.

De acordo com os dados eleitorais do estado, o Democrata Joe Biden tem uma vantagem de 12.284 votos sobre o Presidente Donald Trump.

Trump não concedeu a eleição e disse que fraudes e irregularidades eleitorais estavam presentes na Geórgia, bem como em outros estados battlegrounds.

Nem a fonte originária (The Epoch Times) e o POLITZ não vão declarar um vencedor da eleição presidencial até que todas as contestações legais sejam concluídas.

Em última análise, tanto a Câmara quanto o Senado dos EUA - durante a Sessão Conjunta do Congresso no início de janeiro do próximo ano - incluem procedimentos para contestar até mesmo a votação do Colégio Eleitoral (veja o arquivo aqui).

Alguns aliados de Trump e até mesmo sua equipe jurídica sugeriram que o resultado da eleição pode chegar até quando as duas casas do Congresso se reunirem no próximo ano.

A campanha de Trump pode buscar uma recontagem automática das cédulas na Geórgia até terça-feira, 24 de novembro.

Raffensberger, em um comunicado, disse anteriormente que a Geórgia concluiu sua auditoria estadual de limitação de risco da votação.

"A histórica primeira auditoria estadual da Geórgia reafirmou que o novo sistema de votação por cédula de papel segura do estado contava e relatava os resultados com precisão", disse ele.

A campanha de Trump rejeitou o relatório de Raffensberger, dizendo que a recontagem manual não tinha um processo de correspondência de assinaturas e inclusive, contabilizaram os mesmos votos ilegais, sem qualquer tipo de auditoria. O caso foi coberto pelo POLITZ em outra reportagem:

Com uma recontagem manual no estado da Georgia considerando novamente os votos ilegais, Campanha de Trump pede nova auditoria

Com uma recontagem manual no estado da Georgia considerando novamente os votos ilegais, Campanha de Trump pede nova auditoria

O estado battleground da Georgia nos Estados Unidos acaba de terminar a recontagem manual dos votos no estado após o pedido da campanha de Donald Trump, reafirmando a suposta vitória do candidato Joe Biden. Acontece que a recontagem continuou com o mesmo problema visto anteriormente: eles...

"Continuamos a exigir que a Geórgia faça uma recontagem honesta, que inclui a correspondência de assinaturas. Pretendemos buscar todas as opções legais para garantir que apenas as cédulas legais sejam contadas", disse Jenna Ellis, assessora jurídica sênior da Campanha Trump, em um comunicado. "As manchetes já estão relatando falsamente que Joe Biden foi declarado o vencedor na Geórgia. Desculpe, mídia, não é assim que funciona", acrescentou Ellis.

Ela pediu posterirmente ao estado da Geórgia que não certificasse seus resultados.

Enquanto isso, com tantas evidências de fraudes eleitorais descaradas, a mídia tradicional/mainstream continua os seus delírios esquizofrênicos, em conluio com as grandes empresas de tecnologia como o Google, Facebook, Twitter e Instagram, afirmando que Joe Biden é o verdadeiro vencedor das eleições e que não houve nenhuma fraude, sendo uma mera "teoria da conspiração".

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
- João 8:32.
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