As ações do Twitter continuam caindo após o banimento totalitário de Jack Dorsey contra o Presidente Donald Trump

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Print do POLITZ retirado do próprio Google (Divulgação / POLITZ).

As ações do Twitter continuam caindo após o banimento totalitário de Jack Dorsey contra o Presidente Donald Trump​


Conforme relata a fonte originária, os investidores da plataforma de rede social, a segunda mais usada no mundo, continuam despencando após o banimento permanente e totalitário realizado pelo Twitter contra o Presidente Donald Trump, sem nenhum motivo aparente ou prova concreta dos fundamentos utilizados.

Ontem, com a abertura dos mercados, em torno de 11h20m do horário baseado em São Francisco (EUA), as ações da companhia estavam sendo negociadas em apenas U$ 44,96, registrando uma queda de 0,5% em relação à última semana, chegando a mínima de 44,60.

Durante o dia 6 de janeiro, durante a Sessão Conjunta do Congresso americano, as ações do Twitter estavam sendo negociadas à pelo menos U$ 53,26. Se comparado à esse período, já temos uma queda de quase 17% no seu valor de mercado.

Hoje, com uma leve alta de 1,75%, passando mais de 10 dias do banimento de Trump, as ações estão sendo negociadas a U$ 45,97 no momento do fechamento dessa reportagem, bem longe de se recuperar do valor original da última máxima registrada.

Na semana passada, o analista da CNBC, Jim Cramer alertou que as ações do Twitter podem cair ainda mais por causa da proibição de Trump. "Acho que muitas pessoas sabiam literalmente que o presidente era a pessoa mais importante" no Twitter, disse ele, acrescentando que "era preciso ficar checando ele e depois checando quem falava dele."

"E você acabou de ter essa onda sem fim, essa web que o presidente criou, e então era como ação e reação, então eu acho que o fator surpresa de ir ao Twitter, que era claro o presidente, acabou!" ele escreveu. Trump tinha mais de 88 milhões de seguidores e seus tweets normalmente tinham o maior envolvimento em termos de retuítes, comentários ou 'curtidas'.

A companhia Investorplace observou que há preocupações com um "efeito cascata potencial de a empresa banir o presidente Trump de sua plataforma" o que poderia levar a outra queda nas ações. O site observou que os usuários provavelmente deixarão o Twitter por outras plataformas por medo de censura.

Enquanto isso, após a suspensão permanente da conta de Trump, o executivo do Twitter, Vijaya Gadde foi visto em um vídeo que vazou falando sobre quais políticas a plataforma de mídia social seguirá em seguida. O próprio POLITZ republicou um vídeo traduzido do próprio CEO da companhia, Jack Dorsey, explicando os futuros planos de censura e perseguição política que existem para a plataforma:

PROJECT VERITAS PUBLICA VÍDEO DE INSIDER NO TWITTER GRAVANDO JACK DORSEY FALANDO SOBRE OS SEUS FUTUROS PLANOS DE CENSURA E PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

PROJECT VERITAS PUBLICA VÍDEO DE INSIDER NO TWITTER GRAVANDO JACK DORSEY FALANDO SOBRE OS SEUS FUTUROS PLANOS DE CENSURA E PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

PROJECT VERITAS PUBLICA VÍDEO DE INSIDER NO TWITTER GRAVANDO JACK DORSEY FALANDO SOBRE OS SEUS FUTUROS PLANOS DE CENSURA E PERSEGUIÇÃO POLÍTICA Com a urgência necessária, antes que o vídeo seja retirado do ar, o POLITZ vem em primeira mão no Brasil trazer a revelação bombástica do Project...

"Além da desamplificação, nós vamos - teorias da conspiração - vamos suspender permanentemente essas contas", disse Gadde em um videoclipe que vazou. O Twitter confirmou aos meios de comunicação que era autêntico.

"Portanto, muito do nosso aprendizado aqui veio de outros mercados. Portanto, nesse sentido, sentimos que sim - esta é a nossa abordagem global", disse ela sobre a próxima onda de suspensões de contas. Ela acrescentou: "Precisamos estar muito focados em sermos capazes de aplicar qualquer uma dessas políticas ou decisões de aplicação que tomamos em escala".

O Twitter explicou que baniu a conta de Trump devido à violação do Capitólio dos EUA. Afirmou que os comentários de Trump na plataforma poderiam incitar a violência, embora Trump nunca tenha convocado seus apoiadores a se envolverem em atos violentos.



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