A última eleição brasileira foi praticamente um campo de guerra medieval.
Diante de um país à beira do estado de anarquia promovido pela esquerda, este campo de batalha não tinha regras, nem respeito, e era tomado por ameaças, conspirações, atentados, e morte.
Em meio a esta confusão, alguns grupos se organizaram para tentar mudar a situação política do país, tendo uns a boa índole, e outros os mesmos males do passado.
Até este ponto do texto não é nenhuma novidade que havia uma vontade popular majoritária para acabar com um plano de poder de viés esquerdista, fortalecendo figuras da direita, dos libertários, e até de alguns isentões.

O resultado disso não poderia ser outro que não fosse uma medicação preventiva para uma outra solução futura.
O estado ficou mais condizente que o período anterior, sobrou focos de confusão, e as mesmas artimanhas do velho establishment se agarravam ao poder com o objetivo de penalizar as novas iniciativas.

Embora houvessem aqueles que observavam o tabuleiro de xadrez e compreendiam todas suas peças do jogo, sabendo o tempo que gastariam para utilizá-las com sabedoria e paciência, também há aqueles que não acreditam na continuidade do jogo e acham que só as primeiras jogadas são as que valem o jogo.

Para estes que desacreditaram neste processo de mudança apenas pelos fatos decididos nesta primeira rodada política, eu os convidaria a voltar no tempo e fazer parte de nosso grupo de intervencionistas. Era uma medida única, objetiva, e certeira!

Já para aqueles que escolheram participar do tal processo democrático nacional e se consideram direitistas e libertários, eu tenho uma má noticia para lhes contar:

- Primeiro é que este processo democrático foi redigido pela maioria esquerdista, ou seja, você praticamente está jogando um jogo do seu opositor, e com as regras dele;
- Segundo é que este jogo nunca será vencido, se logo de começo você já demonstra falta de participação, fraqueza, individualismo, ignorância.


Tanto para os direitistas, quanto para os libertários, o caminho se assemelha na obrigação de um processo de continuidade e participação nas eleições: eleger candidatos que ao longo do tempo vão formando bases para cada tipo de gosto.
Um simples projeto depende do apoio de vários candidatos, de vários partidos, do presidente das casas legislativas, e em certas circunstâncias, até do STF.
Enquanto estivermos sob as regras atuais deste jogo político, esta é a maneira em que suas escolhas serão ouvidas e transformadas em realidade.