Até os médicos da Rússia estão desconfiados quanto a vacina contra a praga chinesa que foi aprovada em tempo recorde no país

Como vocês sabem, o POLITZ mais uma vez saiu na frente trazendo informações bastante questionáveis quanto à vacina da Rússia contra a praga chinesa (Coronavírus/Covid-19), inclusive com a própria Organização Mundial de Saúde pedindo uma revisão apropriada sobre a solução da antiga União Soviética que aparenta nunca largar este continente.

Para quem quiser ler mais sobre o assunto:

Organização Mundial de Saúde defende "revisão" da vacina russa contra o COVID-19 enquanto cientista americano critica ato 'irresponsável' de Putin

#TraduçõesPOLITZ  Organização Mundial de Saúde defende "revisão" da vacina russa contra o COVID-19 enquanto cientista americano critica ato 'irresponsável' de Putin

Organização Mundial de Saúde defende "revisão" da vacina russa contra o COVID-19 enquanto principal cientista americano critica ato 'irresponsável' de Putin Por Zero Hedge. Artigo integralmente adaptado e traduzido pelo POLITZ. A OMS decidiu revisar a vacina candidata COVID-19 oficialmente...

Pois bem. Para piorar ainda mais a já abalada credibilidade da "ciência" russa, os próprios médicos do país estão desconfiando da vacina, aprovada em tempo recorde. Uma pesquisa realizada com 3 mil profissionais médicos mostrou que a maioria não se sente à vontade para receber a medicação.

A principal justificativa é a falta de dados suficientes sobre ela, junto com a aprovação bastante acelerada do seu uso, já que a Rússia foi a primeira no mundo a apresentar uma vacina publicamente como eficaz para combater o vírus chinês.

Batizada de Sputnik V, em homenagem ao primeiro satélite do mundo lançado pela União Soviética em 1957, a vacina sequer chegou à última fase de testes (Fase III), levantando dúvidas na comunidade científica, afirmando que Moscou pode estar colocando o prestígio nacional acima da segurança e da saúde de sua população.

Vejam um trecho da publicação da fonte originária:

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Uma sondagem com 3.040 médicos e especialistas de saúde realizada pelo aplicativo "Doctor's Handbook" e citada nesta sexta-feira pelo diário RBC mostrou que 52% não estão dispostos a ser vacinados e que 24,5% disseram que aceitariam receber a vacina.

Só um quinto dos entrevistados disse que recomendaria a vacina a pacientes, colegas ou amigos.

Seus receios são compartilhados por alguns russos que dizem ter medo demais de experimentar a vacina, enquanto outros concordam com o governo que o ceticismo expresso por especialistas estrangeiros é motivado pela inveja.
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