China sendo a China: Documentos vazados mostram que o PPCh tentou esconder gravidade do Covid-19 e omitiu METADE dos casos de infectados e mortos

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O comunista-mor Xi Jinping (ONU/Reprodução).
Uma das maiores emissoras do mundo, em especial, de jornalismo, apesar da forte ligação à esquerda, acaba de divulgar uma bomba atômica que provavelmente abalará a relação do mundo inteiro com a China comunista. A CNN International obteve documentos e arquivos exclusivos mostrando que o Partido Comunista Chinês tentou de fato esconder a gravidade da praga chinesa, bem como, suprimiu em pelo menos 1/3 o número de infectados pelo Coronavírus/Covid-19.

Muitas fontes estão trazendo informações suprimidas, pela metade ou o famoso 'passando pano' para a China, dada a relação obscura que certas mídias possuem com o Partido Comunista Chinês, então, só aqui no POLITZ vocês saberão a verdade completa porquê se tem uma coisa que o POLITZ odeia é o tal do comunismo e qualquer país, aliado ou apoiador que defenda essa porcaria de regime genocida.

Então, com todo nosso ódio amor pelas informações sobre a China, estamos trazendo todas as informações referentes ao caso, fato este que nos fez demorar para publicar a reportagem.

A CNN, com base nos documentos obtidos através de um suposto vazamento do Centro Provincial de Controle e Prevenção de Doenças de Hubei, o epicentro da praga chinesa, aponta que as autoridades chinesas, obviamente e como esperado, já que se trata de um regime comunista que vive de propaganda e desinformação, maquiaram e manipularam os dados de números de mortes e casos confirmados desde o início da pandemia da praga chinesa.

A rede internacional CNN está chamando a reportagem de os "Arquivos de Wuhan" ou em inglês, como possível verificar no link disponibilizado como fonte primária, os tais "Wuhan Files".

Em 10 de fevereiro a China divulgou mundialmente que tinha registrado 3.911 casos registrados (confirmados e suspeitos) neste dia. No documento vazado, tratado como "sigiloso" pelo PCCh, informava que as autoridades de saúde de Hubei registravam pelo menos quase 6 mil casos nessa mesma data, ou seja, o dobro dos números revelados oficialmente pelo Partido Comunista Chinês.

Uma das imagens divulgadas pela fonte primária:

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Um dos pontos de dados mais impressionantes diz respeito à lentidão com que os pacientes locais Covid-19 foram diagnosticados. Mesmo quando as autoridades em Hubei apresentaram ao público como lidaram com o surto inicial como eficiente e transparente, os documentos mostram que as autoridades locais de saúde dependiam de testes falhos e mecanismos de notificação. Os documentos mostram datas que iniciam em outubro de 2019 até março de 2020, demonstrando que o vírus já estava provavelmente rolando por lá muito antes do anunciado oficialmente, além de afirmar que o tempo médio de início dos sintomas após a infecção podia chegar em até 23 dias, ou seja 3 semanas.

Consta também na reportagem da CNN informações de que o país, controlado pelo Partido Comunista Chinês pode ter realmente omitido o total de mortes provocadas pela praga criada no país. Em 19 de fevereiro, foram registradas 93 mortes "oficialmente", enquanto os arquivos vazados falam em 196 mortes na mesma data:

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A China defendeu veementemente como está lidando com o surto. Em uma entrevista coletiva em 7 de junho, o Conselho de Estado da China divulgou um Livro Branco dizendo que o governo chinês sempre publicou informações relacionadas à epidemia de "maneira oportuna, aberta e transparente".

"Ao fazer um esforço total para conter o vírus, a China também agiu com grande senso de responsabilidade para com a humanidade, seu povo, a posteridade e a comunidade internacional. Forneceu informações sobre a Covid-19 de maneira totalmente profissional e eficiente Divulgou informações confiáveis e detalhadas o mais cedo possível em uma base regular, respondendo de forma eficaz à preocupação pública e construindo um consenso público "

Como sabemos, os Estados Unidos sob o forte comando do Presidente Donald Trump vem acusando a China constantemente de ter omitido informações e manipulação de dados, enquanto ninguém dava bola para as acusações do Presidente americano. Agora, a CNN, uma inimiga declarada do Presidente Trump, acaba de dar um dos maiores furos da história da praga que mais afetou a humanidade em todos os sentidos.

Ao mesmo tempo das acusações dos Estados Unidos, a China, em conjunto com a Organização Mundial de Saúde, através do Ministério de Relações Exteriores do país comunista, afirmavam que os dados fornecidos eram feitos de "maneira oportuna, aberta e transparente".

A CNN entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores da China e a Comissão Nacional de Saúde, bem como a Comissão de Saúde de Hubei, que supervisiona o CDC provincial, para comentar as descobertas divulgadas nos documentos, mas não obteve resposta.

Especialistas em saúde disseram que os documentos revelam por que o que a China sabia nos primeiros meses era importante.

"Ficou claro que eles cometeram erros - e não apenas erros que acontecem quando você está lidando com um vírus novo - também erros burocráticos e politicamente motivados em como eles lidaram com isso", disse Yanzhong Huang, pesquisador sênior da Global Health no Conselho de Relações Exteriores, que escreveu extensivamente sobre saúde pública na China:

"Isso teve consequências globais. Você nunca pode garantir 100% de transparência. Não se trata apenas de qualquer encobrimento intencional, você também é limitado pela tecnologia e outros problemas com um vírus novo. Mas, mesmo que fossem 100% transparentes, isso não impediria a administração Trump de minimizar a seriedade disso. Provavelmente não teria impedido que isso se transformasse em uma pandemia."


Os documentos foram verificados por seis especialistas independentes que examinaram a veracidade de seu conteúdo em nome da CNN. Um especialista estreitamente ligado à China relatou ter visto alguns dos relatórios durante uma pesquisa confidencial no início deste ano. Um oficial de segurança europeu com conhecimento de documentos e procedimentos internos chineses também confirmou à CNN que os arquivos eram genuínos.

Os metadados dos arquivos vistos pela CNN contêm os nomes de funcionários do CDC como modificadores e autores. As datas de criação de metadados se alinham com o conteúdo dos documentos. A análise forense digital também foi realizada para testar seu código de computador contra suas supostas origens.

Sarah Morris, da Digital Forensics Unit da Cranfield University da Grã-Bretanha, disse que não havia evidências de que os dados foram adulterados ou enganosos. Ela acrescentou que os arquivos mais antigos pareciam ter sido usados repetidamente por um longo período de tempo. "É quase como um mini sistema de arquivos", disse ela. "Então, ele tem muito espaço para coisas deletadas, para coisas antigas. Isso é realmente um bom sinal [de autenticidade]."

O POLITZ termina a reportagem sobre o caso por aqui, mostrando os pontos mais importantes e considerando que a reportagem da fonte originária, a CNN, tem diversas páginas, sendo impossível para nós traduzirmos inteiramente o material publicado.

Fiquem à vontade para checar as fontes, corrigirem quaisquer erros e nos informarem sobre qualquer situação nova. Estaremos acompanhando os desdobramentos dessa situação de perto e qualquer novidade, fiquem tranquilos que o POLITZ postará sobre o assunto.
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