Cientista ganhador do Prêmio Nobel afirma que previsões do vírus chinês estão erradas e a evolução da doença não depende de interferência do governo

Esse artigo faz parte da Série Um Outro Olhar Sobre a Pandemia Chinesa
Um artigo muito interessante publicado no site Frontliner trouxe informações imprescindíveis para quem está acompanhando e tentando se informar melhor sobre a praga chinesa causada pelo Coronavírus/Covid-19.

Infelizmente não sabemos de quem é a autoria do artigo, mas agradecemos mesmo assim por termos sido citados como fonte deste artigo publicado pela fonte originária, ao lado de jornais da mainstream. De coração, fica aqui o nosso agradecimento:

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Obviamente não vamos copiar o conteúdo na íntegra, mas o POLITZ como de costume tentará fazer uma leitura com um belo resumo objetivo para quem não tem tempo de ler tudo que aparece na internet.

Em suma, o cientista Michael Levitt, professor da Faculdade de Medicina de Stanford, ganhador do Prêmio Nobel de Química em 2013, por ter desenvolvido "modelos em várias escalas para sistemas químicos complexos", descobriu que independente das intervenções dos governos, sejam com medidas de isolamento social ou quarentenas de qualquer tipo, após cerca de duas semanas do crescimento exponencial das taxas de infecção pelo vírus chinês, o número de novos casos rapidamente desacelera e a curva se torna subexponencial.

Michael é um grande especialista em estatísticas e obviamente, a ciência, medicina, infectologia, todas se baseiam na modernidade da estatística como fundamento para conclusões científicas.

Obviamente as consequências das conclusões do cientista são profundas e afetam praticamente todas as diretrizes tomadas pelos governos no mundo inteiro, em especial, contra a própria Organização Mundial de Saúde, instituição globalista sob os comandos da Organização das Nações Unidas.

Como sabemos, todas as diretrizes governamentais na maioria dos países foram baseadas em um modelo bastante falho e catastrófico publicado pelo Imperial College de Londres (entre outros), que levaram diversos governos a tomarem medidas draconianas para tentar conter a pandemia chinesa, baseados em uma premissa de que o crescimento seria exponencial, contínuo e que a maioria da população seria infectada, podendo chegar a um milhão de mortos.

O que teve de YouTuber e influencers digitais comprando essa teoria, não está escrito. Até biólogo profeta de apocalipses falavam em mais de um milhão de mortos.

Tal situação simplesmente não ocorreu em lugar nenhum, mesmo em países que adoram medidas bastante flexíveis para combater a praga chinesa, como na Suécia por exemplo, que o POLITZ vem cobrindo a situação no país desde o começo da pandemia.

Michael Levitt concedeu uma entrevista à Freddie Sayers, criticando principalmente o artigo do Imperial College, publicado por Neil Ferguson, que desenvolveu o modelo matemático apocalíptico que falamos anteriormente e que foi usado por governos do mundo inteiro para justificar lockdowns, confinamentos, quarentenas e todas as medidas que vemos por aí, como estão acontecendo em estados como o Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, por exemplo e que no final, simplesmente destroem a economia.

Segundo a fonte originária, o cientista vem estudando os dados que a China vem divulgando desde janeiro e afirmou que "não encontrou um crescimento exponencial que não estivesse decaindo rapidamente". Os governos por outro lado, afirmam que o objetivo de tais isolamentos e medidas draconianas seria para "achatar" a curva e desacelerando o número de infecções.

Levitt discordou desses posicionamentos, argumentando que os dados da Coréia do Sul, Irã, e Itália no início da epidemia, também mostraram uma desaceleração, não sendo possível aceitar que esses três países pudessem praticar o mesmo distanciamento social que ocorreu na China.

Para ele, os após os surtos de Covid-19, um padrão matemático bastante semelhante é observado e aí que está a chave de seus estudos: esses padrões não dependeram das intervenções governamentais. O número de mortos, independente do local onde ocorre, tendem a se nivelar em uma fração semelhante em relação a população local.

Levitt declarou:
- "Todos eles estão praticando igualmente um bom distanciamento social? Acho que não."
Ele também reclama dos epidemiologistas que só parecem ser considerados errados se subestimam as mortes, existindo um viés "intrínseco" em relação à cautela: "Eles veem seu papel como de assustar as pessoas a fazerem algo, e eu entendo isso.... Mas no meu trabalho, se eu disser que um número é muito pequeno e estou errado, ou muito grande e estou errado, ambos são erros".

O ganhador do Prêmio Nobel também afirma que as medidas de lockdown foram um "grande erro" e defende uma política mais "inteligente", focada em medidas realmente efetivas, focada na proteção dos idosos e de vulneráveis.

Nota do Editor: Como sempre falamos e como sempre defendemos aqui no POLITZ, a política mais correta a ser adotada, conforme o modelo sueco, é a do isolamento social vertical, protegendo as classes mais vulneráveis e grupos de risco, buscando a chamada 'imunidade de rebanho'. Nós não damos pontos sem nó. O POLITZ não solta baboseiras aleatórias para ganhar visualizações. Nós temos fontes e divulgamos essas fontes para que vocês mesmo possam conferir.


Veja o que este professor de Stanford disse:

- "Eu acredito que a política de imunidade de rebanho é a política certa. Acho que a Grã-Bretanha estava exatamente no caminho certo antes de receberem números errados [do modelo do Imperial College]. E eles cometeram um grande erro. Eu vejo os países que se sairam excepcionalmente bem como Alemanha e Suécia. Eles não praticaram muitas restrições e deixaram suficientes pessoas contrair a doença para obter alguma imunidade de rebanho. Eu vejo os perdedores de destaque países como Áustria, Austrália e Israel que tiveram um lockdown muito rigoroso, mas não tiveram muitos casos. Eles danificaram suas economias, causaram danos sociais maciços, prejudicaram o ano educacional de seus filhos, mas não obtiveram imunidade de rebanho [...] Não tenho dúvidas de que, quando olharmos para trás, os danos causados pelos lockdowns excederão qualquer economia de vidas por um grande fator"
Após a publicação inicial da fonte originária dessa nossa publicação, o artigo original foi atualizado, mostrando que Neil Ferguson, o próprio Diretor do Centro de Análise Global de Doenças Infecciosas do Imperial College de Londres, responsável pelo modelo catastrófico utilizado por diversos países, renunciou ao seu cargo na terça-feira (dia 5), após ter quebrado a quarentena que defendia para visitar sua amante que era casada.

Mas que cientista mais safadinho esse.

A publicação da mídia The Telegraph trouxe um histórico de sua carreira de previsões erradas e apocalípticas, como podem ver a seguir:

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Teoricamente, Ferguson, o responsável pelo modelo do Imperial College, tinha se tornado um grande influente nos meios acadêmicos do Reino Unido com o início da pandemia, sendo um grande defensor das medidas de lockdown implementadas no mundo todo. Como já afirmamos, foi essa modelagem do Imperial College de Londres que levou o mundo inteiro a adotar medidas draconianas, trancando a população em casa, derrubando economias e agredindo diversos direitos individuais e de liberdade.

Michael Levitt chegou a comentar em suas redes sociais:

- "Quando você se torna famoso, é fácil esquecer que a realidade é mais complicada do que seus modelos"
Estudos Independentes Ratificam Estudos de Levitt

Segundo a fonte originária, diversos estudos independentes vem ratificando as conclusões científicas do ganhador do Prêmio Nobel. Uma análise informal do professor Isaac Ben-Israel, chefe da Agência Espacial Israelense, os dados sugerem que o número de casos de infecção pelo v[irus chinês atingiria o pico em torno de 40 dias e tenderia a zero em torno de 70 dias.

Um artigo publicado em um jornal israelense, "The End of Exponential Growth: The Decline In The Spread Of Coronavirus" - ou em livre tradução, "O Fim do Crescimento Exponencial: O Declínio Das Infecções Pelo Coronavírus", o autor comenta sua própria investigação da progressão da doença em diversos países, tanto os que adotaram as medidas severas de lockdown como de países que adotaram medidas mais brandas, como Cingapura, Taiwan e a própria Suécia que é tanto citada pelo POLITZ em nossos artigos.

O artigo diz o seguinte:

- "Um padrão semelhante – rápido aumento de infecções até um pico na sexta semana e declínio a partir da oitava semana – é comum em todos os lugares, independentemente das políticas de resposta [...] Por exemplo, nossos cálculos mostram que o padrão das novas infecções diárias como uma porcentagem do número acumulado de infecções (média semanal) é comum a todos os países do mundo. Normalmente, na primeira fase do spread, esse percentual atingiu cerca de 30%, diminuiu para um nível inferior a 10% após 6 semanas e, finalmente, atingiu um nível inferior a 5% uma semana depois"

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De acordo com o gráfico, o isolamento social reduz a propagação do vírus, os dados sugerem que há um declínio semelhante em países que não adotaram tais medidas de restrição. Fonte: Isaac Ben-Israel.
Ele também detalha que é importante distinguir entre políticas que incluem a paralisação das atividades econômicas por meio de reduções totais ou parciais de forças de trabalho e políticas de distanciamento social. Posteriormente, o artigo detalha a evolução da pandemia em Israel, onde drásticas medidas draconianas do governo local suspenderam as atividades econômicas, atingindo pelo menos 85% da força de trabalho do país, causando um prejuízo mensal de 30 bilhões de dólares.

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"Se de fato o vírus se espalha de acordo com um crescimento exponencial, Israel teria experimentado o dobro da quantidade de pacientes a cada poucos dias". Fonte: Isaac Ben-Israel.

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"O tempo necessário para dobrar o número de pacientes caiu de 2-4 dias no início para cerca de 30 dias e continua a diminuir". Fonte:
Isaac Ben-Israel.

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"Outra maneira de observar o declínio da doença é observar as infecções adicionais diárias em relação ao número total de infecções, ou seja, a porcentagem de novas infecções por dia". Fonte: Isaac Ben-Israel

Antes da publicação do artigo que estamos trabalhando aqui, Isaac concedeu uma entrevista a um canal israelense de TV afirmando novamente que as políticas de lockdowns e fechamento de comércios foram um caso de "histeria em massa" e que apenas o isolamento social seria o suficiente:

- "Não se deveria fechar o país inteiro quando a maior parte da população não está em grande risco"
O que para o POLITZ, nos parece bem óbvio. E citando o próprio Jair Bolsonaro, repetimos: O desemprego também mata.

Ao ser questionado quanto a situação enfrentada pela Itália, que registrou um grande número de óbitos, Isaac afirmou que o próprio serviço de saúde italiano já estava sobrecarregado, pois teria entrado em colapso desde 2017m na época de uma forte gripe que atingiu o país.

Por outro lado, o ex-diretor geral do Ministério da Saúde, Gabi Barbash, contrariou Isaac em uma discussão, afirmando que ele estava enganado e que o número de mortos teria sido muito maior se Israel e outros países não tivessem tomados medidas tão radicais:

- "Peço veementemente que não deixemos que matemáticos – que não sabem nada sobre biologia – determinem quando levantamos o lockdown"
Um estudo observacional realizado pelo Dr. Thomas A. J. Meunier, pesquisador da WHOI, divulgado em formato pre-print, entitulado de "Full Lockdown Policies In Western Europe countries Have no Evident Impacts On The Covid-19 Epidemia", que inclusive, foi traduzido na íntegra pelo POLITZ, podendo ser lido aqui:


Tal paper sugeriu que as projeções matemáticas e modelos utilizados de vidas salvas com medidas de lockdowns totais são irreais quanto comparadas aos dados obtidos. Na prática, os óbitos causados pelo vírus chinês ocorreram em número muito maior do que o modelado nas decisões de decretações de lockdowns.

O artigo afirmou:

[qiuote]
- "Este estudo fenomenológico avalia os impactos de estratégias de lockdown total aplicadas na Itália, França, Espanha e Reino Unido, com a desaceleração do 2020 surto de COVID-19. Comparando a trajetória da epidemia antes e depois do lockdown, não há evidências de descontinuidade nas tendências da taxa de crescimento, do tempo de duplicação e na reprodução. Extrapolando as tendências da taxa de crescimento antes do lockdown, são fornecidas estimativas do número de mortos na ausência de quaisquer políticas de lockdown e mostram que essas estratégias podem não ter salvo nenhuma vida na Europa Ocidental"
[/quote]

Este estudo concluiu seguinte:

- "[a] comparação da evolução da epidemia entre os países com lockdown total e países vizinhos aplicando apenas medidas de distanciamento social, confirma a ausência de efeitos do confinamento em casa"
Além disso, apresentou uma estimativa da população infectada no final da epidemia: França (1,4%), Itália (3,0%), Espanha (3,2%), e Reino Unido (2,1%), obviamente longe de ser capaz de proporcionar qualquer imunidade de rebanho, em linha com os achados e suspeitas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O Dr. Meunier, enumerou os principais pontos publicados no paper disponibilizado pela revista científica Medtrxiv:

  1. A pesquisa, que ainda não foi submetida à avaliação padrão de revisão por pares, não questiona a eficiência do distanciamento social.
  2. A pesquisa analisa especificamente o impacto das políticas policiais de contenção forçada em residências em alguns países europeus.
  3. O trabalho sugere que o distanciamento social pode ser tão eficaz quanto a contenção doméstica.
  4. Os resultados mostram que a epidemia já estava em declínio (ou seja, o número de casos estava crescendo cada vez menos rapidamente por 2 a 3 semanas antes do lockdown e continuava diminuindo na mesma taxa depois) antes do lockdown total, possivelmente graças a medidas de distanciamento social já em vigor.

A fonte originária da nossa publicação também trouxe os gráficos publicados por este artigo do Meunier:

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As taxas de crescimento de óbitos (azul escuro) já estavam em declínio antes do lockdown Fonte: Thomas A. J. Meunier

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Número de óbitos estimados do modelo com lockdown total (verde) e a realidade (azul escuro). Fonte:
Thomas A. J. Meunier

Por fim, a fonte originária da nossa publicação explica de forma mais compreensiva como os gráficos devem ser interpretados, citando diretamente:

- "As linhas pontilhadas verdes representam a evolução de óbitos esperada com o lockdown antes da medida, enquanto a linha azul fina representa a reavaliação da evolução esperada com base nos últimos dados. O sombreamento azul claro representa a margem de erro do modelo. A linha azul escuro registra a trajetória real de óbitos. O eixo do tempo é referenciado a 24 de abril de 2020."



Assim o POLITZ termina a reeleitura e republicação do artigo, novamente citando a fonte originária, o Frontliner, que fez um belíssimo trabalho em trazer informações atualizadas, embasadas, também citando as fontes e as devidas citações, além do link direto para a publicação dos colegas, que novamente, fizeram um ótimo trabalho.

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