Como esperado, Instituto Fiocruz afirma que a praga chinesa já circulava no Brasil desde janeiro

Imagem: Primeira paciente com Covid-19 chega ao Hospital de Campanha do Parque dos Atletas, inaugurado nesta segunda-feira, no Rio Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo.

É claro que isso seria esperado, considerando a máquina de desinformação da China em conluio com a Organização Mundial de Saúde, o Instituto Fiocruz afirmou que o vírus chinês (Coronavírus/Covid-19) já circulava no Brasil antes mesmo das datas oficiais de registro do primeiro caso (26/02/2020, em São Paulo).

Sabe-se, conforme diversas notícias que publicamos, que até mesmo no final do ano passado já haviam registros da infecção na China, denunciado por um médico que foi perseguido e preso pelo regime ditatorial comunista do país.

E apesar de todos os alertas de desconfiança que sempre publicamos, não confiando em nenhuma informação "oficial" que viesse da China, podemos concluir facilmente que o vírus já estava aqui, inclusive durante o Carnaval.

Conforme as informações das fontes originárias, a primeira pessoa a morrer pelo vírus chinês ocorreu entre 19 e 25 de janeiro, no Rio de Janeiro, enquanto a transmissão local/comunitária, já estava em curso em São Paulo no dia 4 de fevereiro, muito antes das datas oficiais, como o 13 de março.

As informações foram divulgadas pelo Instituto Fiocruz, em um estudo científico realizado, destacando que quando foi anunciado o primeiro caso do vírus chinês, o mesmo já estava circulando em território nacional por pelo menos um mês.

Segundo a fonte originária, o estudo foi realizado por uma metodologia estatística de inferência, que usa como base registros de óbitos, além das análises dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

E o Carnaval estava aí, ninguém pensando em cancelá-lo, dado tamanho risco da pandemia chinesa, devidamente tratada com desinformações da ditadura comunista da China.

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