Como um relógio quebrado, General Mourão pisa novamente na jaca e dispara: 'Governo Federal falhou ao não fazer campanha por uso de máscara'

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General Hamilton Mourão, sei lá onde (Alan Santos / Presidência da República).

Como um relógio quebrado, General Mourão pisa novamente na jaca e dispara: 'Governo Federal falhou ao não fazer campanha por uso de máscara'​


Quando o General Mourão acerta em suas declarações o POLITZ noticia. E quando ele pisa na jaca nós também noticiamos.

E como um relógio quebrado, não pode estar mais que duas vezes certo no mesmo dia.

Dessa vez, em uma entrevista para um blog cinzento, mantido por integrantes da velha mídia, o General Mourão voltou a disparar contra o próprio Governo Federal na qual integra, dessa vez, defendendo o uso de máscaras, algo que vem sendo muito criticado, especialmente por dermatologistas e a sua própria eficácia.

Além da máscaras, ou focinheiras como costumamos chamar, reduzirem a oxigenação da pessoa que utiliza, há relatos de sérias reações alérgicas para quem usa, bem como, a sua verdadeira eficácia.

Afinal, estamos bem acostumados todos à irem em restaurantes, locais públicos e basta sentar em alguma mesa que o vírus, na cabeça dos defensores da focinheira "some" ou só infecta pessoas quando elas estão de pé.

Lembramos que dezenas de estados nos Estados Unidos já retiraram a obrigação do uso das focinheiras. Podem até argumentar que o motivo seriam as vacinas que começaram a entrar, mas não acreditamos nessa baboseira de narrativa oficial. Na nossa humilde opinião, elas causam mais problemas do que resolvem e ainda não vimos um estudo científico sério sequer que comprove que realmente, elas tem capacidade para frear a disseminação do vírus chinês (Coronavírus/Covid-19).

Mourão para a sua entrevista ao blog sem relevância, afirmou que o Governo Federal deveria ter feito uma campanha para conscientizar a população quanto ao uso de máscaras e contra aglomerações. Bom, a Suécia pensa muito diferente e apesar do registro de mortes (como em qualquer outro país), continua sendo um dos países que menos enfrentou problemas com fatalidades da sua população, sem adotar qualquer tipo de medida restritiva.

Vejam as declarações do nosso vice-presidente:

Eu julgo que nós deveríamos ter, desde o começo, tido uma campanha em nível federal —uma vez que as medidas locais pertencem aos gestores e isso é inconteste—, mas uma campanha séria de conscientização da população [...] Não é uma questão de lockdown ou não lockdown, mas uma questão das pessoas entenderem que elas têm que se resguardar o máximo possível, evitando, vamos dizer, aglomerações com gente que desconhecem

Lockdowns? Como assim não é questão de Lockdowns ao defender medidas de isolamento social? Nos chamem de negacionistas, mas o POLITZ tem trocentos artigos publicados que essas medidas de isolamento tem pouca ou nenhuma eficácia no combate à pandemia chinesa.

Porém,
em um segundo momento da entrevista, até concordamos com o ponto abordado por ele, é mais ou menos o que o POLITZ vem seguindo na sua vida cotidiana:

“Uma coisa é você estar em reunião em família que todo mundo você sabe de onde veio (…). Outra coisa é você ir para ambiente onde não há nenhum tipo de controle. E isso a gente deveria ter falado o tempo todo. Assim como as próprias questões mais elementares, do uso de máscara, de lavar as mãos, do uso de álcool. Acho que isso foi uma falha nossa aqui, do governo, que a gente podia ter trabalhado melhor.”

É tudo questão de bom senso, que falta tremenda faz ao afegão médio brasileiro.​


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