Confirmade: Heineken usa linguagem esquizofrênica inexistente para lacrar para um público que provavelmente nem consome o seu próprio produto

Dados da Imagem
Postagem do Instagram contendo a imagem pevertida (Reprodução / Heineken / Instagram).

Confirmade: Heineken usa linguagem esquizofrênica inexistente para lacrar para um público que provavelmente nem consome o seu próprio produto​


Até mesmo o grupo que controla a cervejaria Heineken, conhecida por atender um público bastante específico, sendo uma cerveja forte, voltada à homens e mulheres com paladares apurados, personalidades fortes e que não se curvam aos mimimis do establishment, se rendeu ao politicamente correto.

E provavelmente se rendeu, de joelhos, pagando pedágio para um grupo que tem pouca probabilidade de consumir o que eles oferecem, já que não é para o bico dessa gente lacradora e cheia de frescura, ou que normalmente são anticientíficos em achar que homens biológicos (XY) "transformados" em mulheres (XY), podem também competir em esportes em iguais condições.

A Heineken se rendeu. E existe uma maldição, podemos dizer até mesmo bíblica que "quem lacra, não lucra".

A imagem que ilustra a reportagem começou a circular nas redes sociais no começo dessa semana e muita gente achou que era brincadeira, ou alguma montagem de extremo mal gosto, já que ninguém acreditava que a Heineken, uma cerveja de gente grande, se renderia ao politicamente correto e provavelmente para um público que nem churrasco consome.

Semanas antes, fizeram até uma campanha vegana nas redes sociais, contra o churrasco, causando revolta na população churrasqueira de todo o Brasil.

Infelizmente o POLITZ demorou para confirmar a veracidade da imagem, por isso não tínhamos publicado nada sobre o assunto, já que não compactuamos com fake news.

Ocorre que o alcance da marca Heineken nas redes sociais é patético, tendo até menos seguidores que o POLITZ no Instagram, registrando em torno de 12 mil e pouco.

A publicação já conta com 7 dias de existência, registrando também pouco mais de mil curtidas, o que é a média das nossas próprias publicações na mesma rede social (ou no Twitter).

Pelo visto, quem lacra realmente não lucra e também nem atinge público nenhum, afinal, do que adianta fazer marketing para um público consumidor que não é o seu? Abandonando um público fiel à marca para trocar por um grupo que reclama até mesmo da língua pátria brasileira criando uma linguagem inexistente que beira a esquizofrenia em nome da "igualdade de gêneros"?

Vai para a puta que te pariu Heineken. Esperamos que todas as pragas do Apocalipse caiam sobre vossas cabeças.

Do lado de cá, em Mato Grosso do Sul, especialistas nos melhores churrascos do país (e talvez do mundo), mudaremos o nosso patrocínio churrasqueiro, buscando uma nova marca que realmente respeite o seu fiel consumidor.

A publicação esquizofrênica está logo abaixo, além do nosso print e tem os seguintes dizeres em uma língua completamente inexistente em nossa Pátria brasileira:

- "Juntes brilhamos mais"

Juntes? Que diabos é juntes? Vai para puta que te pariu seus marqueteiros de *****. Acham que com isso conseguirão atrair novos clientes e recuperar os recentes e bilionários prejuízos que vocês vem sofrendo atingindo um público que está bem longe de consumidor o seu produto?

Vão se *****. Esse é o recado. Podem aguardar que a resposta virá dos próprios compradores da cerveja de vocês. A regra do quem lacra não lucra não falha e ela cairá sob vossas cabeças como uma praga de gafanhotos que devorou o Egito.


Arquivo da Publicação

A propósito: estou à disposição para ser contratado caso a Heineken tenha um real interesse em expandir sua própria marca. Afinal, em menos de 4 anos o POLITZ se tornou uma das maiores mídias independentes do país feita por apenas um cara, sozinho, no fundo de uma garagem.

Bando de corno lacradores filhos de uma puta.


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Comentários

"...São livres para serem quem realmente são..."
Heineken admitindo que as pessoas tem o direito de serem analfabetos idiotas... LOL. Só boicotando mesmo.
Deveriam se preocupar mais é com a falsificação da cerveja deles, que bate recorde.

De resto, saudade da época em que cerveja tinha praia, mulher gostosa e nego zoeiro.
 
Ih ó lá os ********* usando os pronomes neutros KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Incentivam mais essa porcaria pra galera reprovar na redação do Enem, como foi na última edição.

:icon-banana:
 
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