#TraduçõesPOLITZ COVID-19 'NÃO POSSUÍ ANTECESSOR NATURAL' E FOI CRIADO POR CIENTISTAS CHINESES QUE TENTARAM ACOBERTAR O CASO COM ENGENHARIA REVERSA CULPANDO MORCEGOS

Dados da Imagem
Um estudo explosivo sobre a origem da pandemia do COVID-19 afirma que pesquisadores acharam 'digitais' únicas no vírus que só podem ter sido criados em laboratório, confirmando a teoria que o vírus escapou do Instituto de Virologia de Wuhan, na China (Reprodução / AP).


Introdução e Considerações Legais:

Como sabem, o POLITZ tem essa pequena seção de artigos traduzidos, na qual, manualmente, trabalhamos palavra por palavra em publicações internacionais que nunca chegam ao Brasil, de mídias de grande ou pequeno porte que também não atuam em nosso país, normalmente trazendo sempre informações importantes de altíssima relevância para a sociedade.

Considerando o fato que o COVID-19 é atual, de extremo interesse público, invocamos o direito fundamental e universal de acesso democrático à informação, bem como, por interesses científicos e acadêmicos, além da indiscutível relevância para toda a sociedade mundial para realizar essa tradução e logo, sua publicação, não devendo ser considerado justo que apenas algumas pessoas, em especial, no Brasil, tenham acesso à esse conteúdo, já que está em inglês e muitas vezes, tais jornais cobram por suas informações. Todos os créditos devidos aos autores originais citados acima, bem como, declaramos desde já que não somos os proprietários deste conteúdo, nem somos responsáveis pelo "furo" jornalístico do jornal inglês MailOnline.

Como de costume, além de citar todas as fontes e seus respectivos créditos, o link para a reportagem original (em inglês) está logo no final da reportagem para conferência. O POLITZ não é nenhum tipo de tradutor juramentado, mas tentamos traduzir a matéria da melhor forma possível, tentando reproduzir exatamente o contexto da matéria original, sem tirar nem por. No máximo, com os pequenos comentários do Editor e nossos destaques que vocês já estão acostumados. Em caso de erro na tradução, críticas ou sugestões, basta comentar no espaço apropriado, entrar em Contato ou clicar no botão "Denunciar". Tais requerimentos são tratados com prioridade pelo POLITZ.

Assim sendo, considerando que a mídia MailOnline é um dos maiores e mais lidos jornais do Reino Unido, consideramos como extremamente necessárias levar as informações reproduzidas à seguir ao conhecimento público, podendo ou não refletir o nosso posicionamento de opinião sobre a situação em tela. Essa publicação fez de tudo para manter a formatação original vista na fonte originária.

Ao artigo:



EXCLUSIVO [DailyMail]: COVID-19 'NÃO TEM UM ancestral natural crível/real' e FOI criado por cientistas chineses que tentaram encobrir seus rastros com 'engenharia reversa' para fazer parecer que surgiu naturalmente de morcegos, afirma um novo estudo explosivo

Por Josh Boswell para o DaillyMail.
Artigo traduzido e adaptado na íntegra pelo POLITZ.

  • Um novo estudo explosivo afirma que pesquisadores encontraram "impressões digitais exclusivas" em amostras do COVID-19 que, segundo eles, só poderiam ter surgido da manipulação em um laboratório [Nota do Editor: Reforçando novamente a tese de que o vírus tenha escapado, ou, sido solto propositalmente pelo Partido Comunista Chinês].
  • O DailyMail.com obteve com exclusividade a publicação científica de 22 páginas de autoria do professor britânico Angus Dalgleish e do cientista norueguês Dr. Birger Sørensen, que será publicado na Quarterly Review of Biophysics Discovery.
  • O estudo mostrou que há evidências que sugerem que cientistas chineses criaram o vírus enquanto trabalhavam em um projeto de ganho de função em um laboratório de Wuhan [N.E.: O termo de 'ganho de função' pode ser traduzido como desenvolvimento de armas biológicas utilizando patógenos naturais, como vírus, bactérias e outros, aumentando a sua capacidade de causar doenças, sua gravidade, literalmente podendo ser usado como uma arma biológica].
  • A pesquisa de ganho de função, que foi temporariamente proibida nos EUA, envolve a alteração de vírus de ocorrência natural para torná-los mais infecciosos, a fim de estudar seus efeitos potenciais em humanos.
  • De acordo com o artigo, os cientistas chineses pegaram uma 'espinha dorsal' de um Coronavírus natural encontrada em morcegos das cavernas chineses e uniram nela uma nova 'ponta', transformando-a no mortal e altamente transmissível COVID-19.
  • Os pesquisadores, que concluíram que COVID-19 "não tem ancestral natural existente", também acreditam que os cientistas realizaram engenharia reversa de versões do vírus para encobrir seus rastros.
  • 'Achamos que foram criados vírus com engenharia retroativa', disse Dalgleish ao DailyMail.com. "Eles mudaram o vírus e tentaram encobrir como se fosse uma sequência genética de anos atrás."
  • O estudo também aponta para 'destruição deliberada, ocultação ou contaminação de dados' em laboratórios chineses e observa que 'os cientistas que desejaram compartilhar suas descobertas não puderam fazê-lo ou desapareceram' [N.E.: Esperavam o que do Partido Comunista Chinês? Ninguém aprendeu nada com a União Soviética e o caso de Chernobyl pelo visto].
  • Até recentemente, a maioria dos especialistas negava veementemente que a origem do vírus não passava de uma infecção natural que passasse de animais para humanos;
  • No início desta semana, o Dr. Anthony Fauci defendeu o financiamento dos EUA do Instituto de Virologia de Wuhan, dizendo que a doação de US $ 600.000 não foi aprovada para pesquisas de ganho de função.
  • Nota do Editor: Wuhan, na China, foi o epicentro da doença. O POLITZ sempre trouxe informações controversas, não muito bem aceitas pela opinião publica, à respeito da origem do COVID-19, em especial, da possibilidade do vírus ter sofrido engenharia reversa e escapado do laboratório, seja por acidente ou propositalmente. Atualmente as evidências, como demonstramos constantemente em nossas publicações, indicam que o Instituto de Virologia de Wuhan, financiado até mesmo pelo Governo Obama e o Dr. Fauci, o Rei do Lockdown e das Máscaras, foi o epicentro real da maior praga que a humanidade enfrentou nas últimas décadas.

Um novo estudo explosivo afirma que os cientistas chineses criaram o COVID-19 em um laboratório de Wuhan [N.E.: O famoso Instituto de Virologia de Wuhan] e, em seguida, tentaram cobrir seus rastros com versões de engenharia reversa do vírus para fazer com que parecesse ter evoluído naturalmente dos morcegos.

Os autores do artigo, o professor britânico Angus Dalgleish e o cientista norueguês Dr. Birger Sørensen, escreveram que há um ano tiveram "evidências prima facie de engenharia reversa na China" - mas foram ignorados por acadêmicos e publicações científicas importantes.

Dalgleish é professor de oncologia na St. George's University, em Londres, e é mais conhecido por sua descoberta ao criar a primeira 'vacina contra o HIV', para tratar pacientes diagnosticados e permitir que parem de tomar medicamentos constantemente por meses.

Sørensen, um virologista, é presidente da empresa farmacêutica Immunor, que desenvolveu uma vacina candidata contra o coronavírus chamada Biovacc-19. Dalgleish também possui opções de ações na empresa.

As chocantes alegações no estudo incluem acusações de 'destruição deliberada, ocultação ou contaminação de dados' em laboratórios chineses, e observa o silenciamento e desaparecimento de cientistas no país comunista que tentaram se manifestar.

[N.E.: Lembram do caso do Li Wenliang, oftalmologista do Hospital Central de Wuhan que foi o primeiro a denunciar publicamente a existência do COVID-19 e foi perseguido, calado e censurado pelo Partido Comunista Chinês? Acabou falecendo da própria doença e completamente ignorado pela mídia mainstream que vive apenas de vender pânico, desespero, medo, todas armas de controle social, já que é isso que dá audiência e dinheiro].

O artigo científico, obtido exclusivamente por DailyMail.com e programado para publicação nos próximos dias, deve fazer um tsunami na comunidade científica, já que a maioria dos especialistas tem até recentemente negado veementemente que as origens do COVID-19 não fossem nada mais do que um infecção natural passando de animais para humanos [N.E.: Essa sempre foi a versão oficial. Nossa dica é sempre desconfiar da versão oficial, especialmente vindo de ditaduras, países totalitários e a própria China, comandada pelo criminoso Partido Comunista Chinês].

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Os autores do artigo científico, o cientista norueguês Dr. Birger Sørensen (à esquerda) e o professor britânico Angus Dalgleish (à direita), ambos disseram que as tentativas iniciais de publicar suas descobertas foram rejeitadas pelas principais revistas científicas do mundo.
(Imagens: Reprodução / DailyMail).


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Embora a China tenha tentado insistir que o vírus se originou em outro lugar, acadêmicos, políticos e a mídia começaram a contemplar a possibilidade de ele ter escapado do Instituto de Virologia de Wuhan - levantando suspeitas de que as autoridades chinesas simplesmente esconderam evidências da propagação precoce do COVID-19.
(Imagem: Reprodução / DailyMail)

[N.E.: Não tivemos condições temporais de traduzir as imagens apresentadas pela fonte originária. Caso alguém se disponha a realizar a tradução da imagem, publicaremos logo em seguida, com os devidos créditos. Se algum voluntário fazer este trabalho, traduzindo as imagens citadas no artigo, basta publicar na caixa de comentários abaixo da nossa reportagem que substituiremos a original].

Enquanto analisavam amostras do COVID-19 no ano passado na tentativa de criar uma vacina, Dalgleish e Sørensen descobriram 'impressões digitais únicas' no vírus que, segundo eles, só poderiam ter surgido da manipulação em um laboratório.

Eles disseram que tentaram publicar suas descobertas, mas foram rejeitadas pelas principais revistas científicas que, na época, decidiram que o vírus passava naturalmente dos morcegos ou outros animais para os humanos.

Mesmo quando o ex-chefe do MI6, Sir Richard Dearlove, disse publicamente que a teoria dos cientistas deveria ser investigada, a ideia foi descartada como 'notícia falsa'.

[N.E.: É o que sempre acontece quando alguém aparece com um contraditório em relação à versão "oficial" de alguma história. Retirando os casos dolosos de fake news, o que não está de acordo com o que o establishment propõe, logo é taxado de fake news e completamente desconsiderado e ignorado, afinal, não atende aos interesses do momento[.

Mais de um ano depois, importantes acadêmicos, políticos e a mídia finalmente mudaram de ideia e começaram a contemplar a possibilidade do COVID-19 ter escapado do Instituto de Virologia de Wuhan na China - um laboratório onde experimentos incluíam a manipulação de vírus para aumentar sua letalidade e seus "poderes" a fim de estudar seus efeitos potenciais em humanos. [N.E.: Uma descrição mais "bonitinha" e politicamente correta para pesquisa e desenvolvimento de armas biológicas. Ou não?].

Esta semana, o presidente americano Joe Biden ordenou que a comunidade de inteligência reexaminasse como o vírus se originou, incluindo a teoria do acidente no laboratório.

O anúncio ocorreu após a revelação de que um relatório de inteligência anteriormente não divulgado foi feito à Casa Branca, alegando que vários pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan foram hospitalizados com doença em novembro de 2019. O documento foi descoberto esta semana pelo Wall Street Journal.

[N.E.: Obviamente o POLITZ foi uma das primeiras mídias independentes a publicar à informação, trazendo em primeira mão essa informação para o Brasil. O link para a nossas reportagens sobre o caso estão logo abaixo]:

Exposto pelo POLITZ e tratado como teoria da conspiração, tese que praga chinesa escapou do laboratório em Wuhan ganha força e Facebook libera posts

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Exposto pelo POLITZ e tratado como teoria da conspiração, tese que praga chinesa escapou do laboratório em Wuhan ganha força e Facebook libera posts O POLITZ sempre rema contra a maré, não há discussão sobre isso. Enquanto todos estão falando sobre um assunto com um "consenso" inabalável e...

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Mais evidências apontam que a praga chinesa surgiu do Laboratório de Wuhan, enquanto Mike Pompeo reafirma o vazamento O POLITZ talvez foi a primeira mídia brasileira a cobrir de fato (e muito de perto) os acontecimentos referentes à praga chinesa (Coronavírus/COVID-19) e desde o começo...

Autoridades de saúde dos EUA também foram criticadas por supostamente financiar experimentos controversos e arriscados de pesquisadores no Instituto de Virologia de Wuhan.

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O DailyMail.com obteve com exclusividade o artigo de 22 páginas que será publicado na revista científica Quarterly Review of Biophysics Discovery. Nele, os pesquisadores descrevem suas 'análises forenses' de meses de duração em experimentos feitos no laboratório de Wuhan entre 2002 e 2019.
(Imagem: Reprodução / DailyMail)


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Uma tabela 'GenBank' incluída no artigo lista várias cepas do Coronavírus, com as datas em que foram coletadas e, em seguida, quando foram enviadas ao banco genético, mostrando um atraso de vários anos para algumas das cepas.
(Imagem: Reprodução / DailyMail)

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Um diagrama em 3D do Coronavírus mostrando seis 'impressões digitais' identificadas pelos dois cientistas, que para eles, comprovam que o vírus foi realmente feito em um laboratório.
(Imagem: Reprodução / DailyMail).


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Um segundo diagrama mostrou como uma linha de quatro aminoácidos encontrados no spike do SarS-Cov-2 tem uma carga positiva que se agarra às células humanas como um ímã, tornando o vírus extremamente infeccioso.
(Imagem: Reprodução / DailyMail).



O que é uma pesquisa de Ganho de Função?

A Pesquisa de Ganho de Função (GOF) é uma prática controversa que envolve a alteração de um vírus ou patógeno para estudar o desenvolvimento de novas doenças e sua transmissão [N.E.: Obviamente utilizada para fins bélicos, ou qual seria a outra explicação plausível para alguém pegar um vírus e resolver deixar tornar ele mais 'potente' e letal?].

Os cientistas que conduzem pesquisas GOF modificam os vírus que ocorrem na natureza para torná-los mais infecciosos para que possam se replicar em células humanas em um laboratório.

Isso permite que os efeitos potenciais do vírus em humanos sejam estudados e melhor compreendidos. As pesquisas GOF foram consideradas controversas devido aos seus riscos de biossegurança inerentes.

Em 2014, o governo de Barack Obama impôs uma moratória à pesquisas GOF, que incluía a suspensão do financiamento de projetos; no entanto, essa decisão foi anulada três anos depois pelo Instituto Nacional de Saúde americano (NIH).

Em 25 de maio de 2021, o conselheiro médico chefe da Casa Branca, Dr. Anthony Fauci, defendeu o financiamento do Instituto de Virologia de Wuhan por meio de uma doação de U$ 600.000 concedida à organização sem fins lucrativos EcoHealth Alliance, para estudar se o Coronavírus dos morcegos poderiam ser transmitidos a humanos.

Ele disse que a pesquisa era essencial, apontando que o surto de SARS no início dos anos 2000 acabou sendo rastreado até os morcegos.

No entanto, Fauci afirmou que, de acordo com os termos do financiamento, os cientistas não deveriam usar o dinheiro em pesquisas de ganho de função.


E agora?

Agora, Dalgleish e Sørensen são os autores de um novo estudo, que concluiu que 'O SARS-CoV-2 não tem ancestral natural crível/real/confiável' e que está 'fora de qualquer dúvida razoável' que o vírus não teria sido criado por meio de 'manipulação em um laboratório'.

No artigo de 22 páginas que será publicado na revista científica Quarterly Review of Biophysics Discovery, os cientistas descrevem sua 'análise forense' de meses de duração, olhando para os experimentos feitos no Instituto de Virologia de Wuhan entre 2002 e 2019.

Pesquisando arquivos de periódicos e bancos de dados, Dalgleish e Sørensen uniram as peças do quebra-cabeça de como os cientistas chineses, alguns trabalhando em conjunto com algumas universidades americanas, puderam supostamente construir as ferramentas para criar o Coronavírus/COVID-19.

Muito do trabalho foi centrado em torno da polêmica pesquisa de 'ganho de função' - temporariamente proibida nos Estados Unidos durante o governo Obama. As pesquisas de Ganho de Função, como já demonstrado, envolvem ajustes de vírus e patógenos de ocorrência natural para torná-los mais infecciosos e letais, de modo que possam se replicar em células humanas em um laboratório, permitindo que o efeito potencial do vírus em humanos seja estudado e melhor compreendido.

Dalgleish e Sørensen afirmam que os cientistas que trabalham em projetos de ganho de função pegaram uma 'espinha dorsal' de Coronavírus natural encontrada em morcegos das cavernas chineses e uniram nela uma nova 'spike', transformando-a no mortal e altamente transmissível SARS-CoV-2.

Um sinal revelador de suposta manipulação que os dois cientistas destacaram foi uma fileira de quatro aminoácidos que encontraram em uma spike do SARS-CoV-2.

Em uma entrevista exclusiva ao DailyMail.com, Sørensen disse que todos os aminoácidos têm carga positiva, o que faz com que o vírus se "conecte" firmemente às partes negativamente carregadas das células humanas como um ímã, tornando-se mais infeccioso ainda.

Mas como ímãs, os aminoácidos carregados positivamente se repelem, então seria raro encontrar até mesmo três em uma linha em organismos biológicos que são encontrados na natureza, enquanto quatro em uma mesma linha é "extremamente improvável", disse o cientista.

"As leis da física significam que você não pode ter quatro aminoácidos carregados positivamente em uma fileira. A única maneira de conseguir isso é fabricando-o artificialmente", disse Dalgleish ao DailyMail.com.

Seu novo artigo diz que essas características do SARS-CoV-2 são 'impressões digitais únicas' que são as 'indicativas de manipulação intencional', e que 'a probabilidade de ser o resultado de processos naturais é muito pequena.'

"Seria de se esperar que uma pandemia de vírus natural sofresse mutação gradual e se tornasse mais infecciosa, mas menos patogênica, o que muitos esperavam com a pandemia de COVID-19, mas que não parece ter acontecido”, escreveram os cientistas.

"A implicação de nossa reconstrução histórica, postulamos agora além de qualquer dúvida razoável, do vírus quimérico propositalmente manipulado, o SARS-CoV-2 torna imperativo reconsiderar quais tipos de experimentos de Ganho de Função são moralmente aceitáveis de se emprender".

"Devido ao amplo impacto social, essas decisões não podem ser deixadas apenas para cientistas e pesquisadores."

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O estudo, prestes a ser publicado, concluiu que o "SARS-CoV-2 não possuí um ancestral natural crível/real/verdadeiro' e está 'além de qualquer dúvida razoável' que o vírus foi criado através de 'manipulação e engenharia genética em um laboratório'.
(Imagem: Reprodução / DailyMail)

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O estudo afirma que os cientistas do Instituto de Virologia de Wuhan (na foto) trabalhando em projetos de ganho de função pegaram uma 'espinha dorsal' de coronavírus natural encontrada em morcegos das cavernas chineses e uniram nela uma nova 'spike, transformando-a no mortal e altamente transmissível COVID-19.
(Imagem: Reprodução / DailyMail).



Estudos Conflitantes Sobre a Origem do COVID-19:

As afirmações explosivas de Dalgleish e Sorensen têm sido motivo de controvérsia desde que apresentaram sua hipótese pela primeira vez no verão passado, e a comunidade científica ainda está dividida sobre as prováveis origens do vírus.
  • 27 cientistas publicaram um comunicado no The Lancet [N.E.: Grande revista científica, teoricamente prestigiosa e de alta credibilidade na comunidade científica], em 19 de fevereiro do ano passado dizendo que "condenam veementemente as teorias da conspiração que sugerem que COVID-19 não tem uma origem natural" e afirmaram que os especialistas "concluem de forma esmagadora que este coronavírus se originou na vida selvagem" - embora três autores mais tarde retrataram suas afirmações.
  • Um grupo de cientistas proeminentes escreveu no jornal Nature [N.E.: Outra revista científica de altíssima relevância na comunidade científica internacional] em 17 de março de 2020 que "as evidências mostram que o SARS-CoV-2 não é um vírus propositadamente manipulado" e que "não acreditamos que qualquer tipo de cenário laboratorial seja plausível".
  • Em um movimento não ortodoxo, o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional emitiu uma declaração pública em 30 de abril do ano passado que "a Comunidade de Inteligência também concorda com o amplo consenso científico de que o vírus COVID-19 não foi feito pelo homem ou geneticamente modificado"
Mas vozes divergentes começaram a aparecer, apontando para evidências de que o COVID-19, de fato, se originou no Instituto de Virologia de Wuhan:
  • Em novembro do ano passado, um artigo da bioengenheira Rossana Segreto, e do geneticista Yuri Deigin admitiu que "a estrutura genética do SARS-CoV-2 não descarta uma origem laboratorial" e observou características do vírus que "podem ser o resultado de manipulação de laboratório técnicas como mutagênese dirigida no patógeno" [N.E.: Em outras palavras mais simples: bioengenharia].
  • No mesmo mês, David Relman, um microbiologista da Universidade de Stanford que trabalhou em iniciativas de biossegurança para o governo, escreveu um artigo para a National Academy of Scientists que a "história de origem" do COVID-19 está em "falta com muitos detalhes importantes", incluindo uma história plausível do vírus e uma explicação de como o primeiro ser humano foi infectado.
  • No início deste mês, 18 cientistas proeminentes publicaram uma carta no jornal Science [N.E.: Talvez a maior revista científica do mundo, estando no TOP3 delas, junto com as anteriormente citadas], pedindo uma nova investigação sobre as origens do vírus, acrescentando que "as teorias de liberação acidental de um laboratório e propagação zoonótica permanecem viáveis".


Continuação:

Durante uma audiência no Senado americano na quarta-feira, o conselheiro-médico chefe da Casa Branca, Dr. Anthony Fauci, admitiu não ter certeza se o financiamento dos EUA para pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan foi gasto em experimentos controversos e arriscados de Ganho de Função.

"Como você sabe que eles não mentiram para você e usaram o dinheiro para pesquisas de Ganho de Funções sem qualquer comprovação?' O senador da Louisiana, John Kennedy, perguntou ao Dr. Fauci.

"Nunca se sabe", respondeu ele, mas acrescentou que os cientistas do laboratório são "confiáveis". [N.E.: Confiar em comunistas, em especial, no Partido Comunista da China é como confiar no Diabo e esperamos de coração que Deus tome as providências cabíveis com sua Divina Justiça].

O diretor do National Institutes of Health, Dr. Francis Collins, disse na audiência que cientistas do laboratório financiados pelos EUA "não foram aprovados pelo NIH para fazer pesquisas de Ganho de Função".

Em outra afirmação impressionante contida no documento de pesquisa, Dalgleish e Sørensen afirmam ter evidências de que, após o início da pandemia, os cientistas chineses coletaram amostras do vírus COVID-19 e o 'reprojetaram', através de engenharia genérica, fazendo com que parecessem terem evoluído de forma natural, como forma de acobertar os seus rastros.

Eles disseram que suspeitavam de uma série de novas cepas repentinamente inseridas em bancos de dados de genes por cientistas predominantemente chineses no início de 2020, anos depois de terem sido registradas como coletadas.

"Achamos que foram criados vírus com engenharia genética retroativa", disse Dalgleish ao DailyMail.com. "Eles mudaram o vírus e tentaram encobrir como uma sequência de anos atrás."

Em seu artigo científico, Dalgleish e Sørensen também apontaram para "destruição deliberada, ocultação ou contaminação de dados" em laboratórios chineses e observaram que "os cientistas chineses que desejavam compartilhar seus conhecimentos não foram capazes de fazê-lo ou desapareceram."

"Parece que o material preservado do vírus e as informações relacionadas foram destruídos. Portanto, somos confrontados com grandes lacunas nos dados que podem nunca ser preenchidas", escreveram.

'Cepas' do COVID-19 que surgiram "depois de janeiro de 2020 não são críveis/reais/verdadeiras [...] Por um ano, possuímos evidências prima facie de retroengenharia reversa na China no início de 2020."

Em janeiro do ano passado, o DailyMail.com revelou que os cientistas vinham alertando sobre o risco de patógenos mortais escapando do Instituto de Virologia de Wuhan desde que foi inaugurado em 2017.

A China instalou o primeiro de cinco a sete laboratórios biológicos planejados com "segurança máxima" em Wuhan em 2017, com o objetivo de estudar os patógenos de maior risco, incluindo os vírus Ebola e o SARS.

Tim Trevan, um consultor de biossegurança de Maryland, disse à revista científica Nature naquele ano, quando o laboratório estava prestes a ser inaugurado, que temia que a cultura da China pudesse tornar o instituto inseguro porque "estruturas onde todos se sentem livres para falar e abertura de as informações são importantes."

Na verdade, o vírus SARS havia "escapado" várias vezes de um laboratório em Pequim, de acordo com o artigo da Nature.

Funcionários do Departamento de Estado dos EUA visitaram o Instituto de Virologia de Wuhan em 2018 e enviaram dois avisos oficiais a DC alertando o governo sobre a falta de segurança de lá, de acordo com o Washington Post.

O Laboratório Nacional de Biossegurança de Wuhan, localizado no Instituto de Virologia de Wuhan, foi o primeiro laboratório da China a ser classificado como Nível 4 de Biossegurança, teoricamente, a classificação mais segura.

Mas Sørensen disse acreditar que o vírus escapou de áreas de baixa segurança do Instituto, onde ele acredita que a pesquisa de Ganho de Função foi realizada.

"Vimos vazamentos de laboratório e sabemos que está acontecendo. Também sabemos pelos relatórios que vimos, que o Coronavírus é trabalhado em laboratórios de Nível de Biossegurança 2 ou 3. Se eles obtiverem ganhos de funções nesses laboratórios, o que você espera?" ele disse.

Em fevereiro de 2020, um pesquisador de biomecânica molecular da Universidade de Tecnologia do Sul da China, Botao Xiao, publicou um artigo afirmando que "o coronavírus assassino provavelmente se originou de um laboratório em Wuhan", destacando questões de segurança no Instituto.


Como as afirmações explosivas de Dalgleish e Sørensen foram ignoradas por acadêmicos e grandes jornais por um ano:

As alegações explosivas de Dalgleish e Sørensen têm sido altamente controversas desde que eles apresentaram pela primeira vez sua hipótese de um vírus feito pelo homem no verão passado.

Em junho de 2020, depois que a teoria de Dalgleish e Sørensen foi defendida por um ex-chefe do MI6, o Times of London citou fontes do MI5 descartando a teoria como 'notícia falsa' [N.E.: As famosas fake news, como sempre aparecem quando a informação não está de acordo com as versões "oficiais" sobre qualquer tema, salvo dolo].

Gunnveig Grødeland, uma pesquisadora de vacinas da Universidade de Oslo na Noruega, disse à Forbes em junho do ano passado que as partes do vírus que Dalgleish e Sørensen acreditam que devem ser feitas pelo homem, de fato apareciam na natureza.

"Exemplos podem ser encontrados em outros vírus, incluindo subtipos de Influenza (incluindo a 'gripe aviária'), HIV e vários coronavírus humanos (MERS, OC43, HKU1)" disse ela.

Dra. Rachael Tarlinton, professora associada de virologia veterinária na Universidade de Nottingham do Reino Unido, disse à Sky News que a teoria de Dalgleish e Sørensen era um "pensamento fantasioso" em uma entrevista em julho de 2020.

"As teorias de liberação artificial parecem ser uma forma de 'pensamento fantasioso/teoria da conspiração' - uma solução simplista para um problema complexo em que se alguém pode ser culpado, esse alguém pode ser removido e o problema vai embora", disse ela.

Um dos maiores críticos dos dois cientistas foi o professor Kristian Andersen, do Departamento de Imunologia e Microbiologia do Centro de Pesquisa Scripps, na Califórnia, que descreveu o primeiro artigo de Dalgleish e Sørensen no verão passado como "um disparate completo, ininteligível e nem mesmo remotamente científico".

Meses antes, uma declaração publicada no Lancet por um grupo de 27 cientistas dizia: "Estamos juntos para condenar veementemente as teorias da conspiração que sugerem que COVID-19 não tem uma origem natural."

A declaração, divulgada em 19 de fevereiro de 2020, acrescentou que os cientistas "concluem de forma esmagadora que este coronavírus se originou na vida selvagem."

Três dos autores retrocederam mais tarde, dizendo que achavam que um acidente de laboratório era plausível.


Um artigo de um grupo de cientistas proeminentes foi publicado na revista Nature em 17 de março de 2020, com coautoria do Professor Andersen, concluindo que "as evidências mostram que o SARS-CoV-2 não é um vírus propositadamente manipulado" e que "nós não acreditamos que qualquer tipo de cenário baseados em manipulações laboritoriais sejam plausíveis."

Os cientistas acrescentaram que era "atualmente impossível provar ou refutar as outras teorias de sua origem".

Em seu novo artigo, Dalgleish e Sørensen criticaram as conclusões de Andersen e seus colegas, dizendo que alguns dos estudos que os cientistas adversários usaram para apoiar suas afirmações na verdade contradizem seus próprios argumentos.

Uma semana antes de o artigo da Nature ser publicado, a cientista chinesa Shi Zhengli, que liderou um grupo de pesquisa de Coronavírus em morcegos no Instituto de Virologia de Wuhan, disse à Scientific American que verificou os registros quanto ao manuseio incorreto de materiais experimentais e disse que nenhum dos vírus que sua equipe coletou das cavernas de morcegos estavam entre eles.

O Escritório do Diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos emitiu uma declaração em 30 de abril do ano passado, dizendo: "A Comunidade de Inteligência também concorda com o amplo consenso científico de que o vírus COVID-19 não foi feito pelo homem ou que foi geneticamente modificado."

O diretor disse que a comunidade de inteligência iria "examinar rigorosamente" se o vírus escapou do Instituto de Virologia de Wuhan ou se a primeira infecção surgiu através do contato com animais infectados.

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O Dr. Anthony Fauci disse aos legisladores esta semana que o National Institutes of Health comprometeu U$ 600.000 para o laboratório chinês por meio de uma organização sem fins lucrativos, para estudar se coronavírus dos morcego - mas negou financiamento para pesquisa de ganho de função, porém, sem ter provas concretas que o dinheiro tenha sido utilizado para esse fim, podendo ter sido utilizado para Pesquisas de Ganho de Função.
(Imagem: Reprodução / DailyMail).

Xiao retirou o jornal semanas depois, depois que as autoridades chinesas negaram qualquer acidente no laboratório.

No mesmo mês, um grupo de 27 cientistas escreveu uma declaração no jornal The Lancet, dizendo que "condenam veementemente as teorias da conspiração que sugerem que COVID-19 não tem uma origem natural" e "concluem esmagadoramente que esta cepa humana do Coronavírus se originou na vida selvagem".

Três dos autores mais tarde disseram ao The Wall Street Journal que agora acreditam que um acidente de laboratório vale a pena ser considerado como uma explicação para as origens do COVID-19.

Dalgleish disse ao DailyMail.com que ele acreditava que a resistência à teoria de que o COVID-19 seria um vírus artificial e escapado vem de cientistas temerosos de que a revelação feche seus campos de atuação.

"Isso parece uma defesa fraca para proteger a disciplina, de modo que esse tipo de engenharia genética não sofra interferência", disse ele. - Não escondo isso. A engenharia de ganho de função deveria ter sido banida há muito tempo."

Questionado em uma audiência no Congresso americano nesta semana, o conselheiro médico chefe da Casa Branca, Dr. Anthony Fauci, negou que qualquer financiamento dos EUA fosse direcionado à pesquisa de ganho de função no Instituto de Virologia de Wuhan.

Fauci disse aos legisladores que o National Institutes of Health destinou U$ 600.000 ao laboratório chinês por meio da organização sem fins lucrativos EcoHealth Alliance, para estudar se os coronavírus dos morcegos poderiam ser transmitidos aos humanos.

O diretor do NIH, Dr. Francis Collins, também disse na audiência que cientistas do laboratório financiados pelos EUA "não foram aprovados pelo NIH para fazer pesquisas de Ganho de Função".

"É claro que não temos conhecimento de outras fontes de fundos ou outras atividades que eles possam ter realizado fora do que nosso subsídio aprovado permitia", acrescentou.

O NIH cessou seu financiamento para a EcoHealth Alliance em abril de 2020.

O DailyMail tem perguntado se o vírus veio de um laboratório de Wuhan desde abril de 2020:

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Manchete do DailyMail datada de abril de 2020 onde a fonte originária questiona as origens do COVID-19.
(Imagem: Reprodução / DailyMail).

[N.E.: Para quem acompanha o POLITZ, estamos realizando uma cobertura fantástica desde o início da pandemia chinesa. E para comprovar isso, recomendamos visitar a seção de Artigos Traduzidos e uma série de artigos criada especialmente para mostrar o Outro Lado da Pandemia Chinesa]:

Um Outro Olhar Sobre a Pandemia Chinesa

Um Outro Olhar Sobre a Pandemia Chinesa

Reunimos aqui para vocês diferentes pontos de vista em relação à pandemia causada pelo vírus chinês, com opiniões, estudos científicos e dados estatísticos bem diferentes dos vendidos pelas mídias mainstream. Confira conosco e fique à vontade para compartilhar.

O Daily Mail tem questionado consistentemente o consenso de que COVID-19 foi transmitido de animais para humanos.

Nossos repórteres investigaram os detalhes e contestaram as suposições sobre como a pandemia se originou:

O coronavírus vazou de um laboratório de pesquisa em Wuhan? Nova teoria surpreendente 'não está mais sendo descartada' em meio a alegações de que a equipe 'foi infectada após ser borrifada com sangue'

Os ministros temem que a pandemia do coronavírus possa ter sido causada por um vazamento de um laboratório chinês, revelou o The Mail on Sunday.

Fontes do governo dizem que, embora 'o balanço dos pareceres científicos' ainda seja que o vírus mortal foi transmitido pela primeira vez aos humanos a partir de um mercado de animais vivos em Wuhan, um vazamento de um laboratório na cidade chinesa 'não está mais sendo descartado'.

[N.E.: A versão oficial do epicentro do COVID-19 era aquela velha histórinha bonitinha de que o vírus teria como origem um mercado de animais vivos em Wuhan, na qual, temos que ser muito inocentes e idiotas para acreditar em qualquer porcaria que o Partido Comunista da China possa dizer].

Um membro do Cobra, o comitê de emergência liderado por Boris Johnson, disse na noite passada que embora a última inteligência não tenha contestado que o vírus era 'zoonótico' - originado em animais - ela não descartou que o vírus se espalhou primeiro para humanos após vazar de um laboratório de Wuhan.


15 DE ABRIL DE 2020:

"Mike Pompeo exige a verdade de Pequim enquanto os EUA investigam se COVID-19 escapou do laboratório de Wuhan durante os experimentos e se a China o encobriu culpando os mercados de alimentos 'vivos'"

O secretário de Estado Mike Pompeo exigiu que a China "confessasse" após relatos de que o Coronavírus se originou em um Laboratório Chinês, não como uma arma biológica, mas como parte de experimentos desastrados para provar que os cientistas chineses eram superiores aos americanos na identificação de ameaças emergentes de vírus.

O problema ocorre depois que o presidente Donald Trump disse na quarta-feira que os Estados Unidos estão tentando determinar se o Coronavírus cruzou com humanos acidentalmente durante experimentos com morcegos no Laboratório do Instituto de Virologia de Wuhan.

Depois que a notícia do surto finalmente se tornou pública, os líderes chineses rapidamente culparam o 'mercado de animais vivos' de Wuhan, onde animais selvagens - embora não morcegos - são vendidos para consumo, levando uma fonte a dizer à Fox News que o desastre é o 'disfarce governamental mais caro de todos os tempos.'

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Manchete do DailyMail datada de abril de 2021 onde a fonte originária novamente questiona as origens do COVID-19, trazendo novas informações
(Imagem: Reprodução / DailyMail).


2 DE MAIO DE 2020:

"Acobertamento' do laboratório de vírus de Wuhan: fotos surpreendentes de cientistas usando pouca proteção enquanto lidam com amostras mortais de morcegos desaparecem do site do Instituto de Virologia de Wuhan, na China, no centro da suspeita global sobre o epicentro da pandemia"

Fotos que parecem mostrar padrões de segurança fracos no laboratório chinês no centro das suspeitas internacionais sobre o COVID-19 foram sistematicamente excluídas de seu site - enquanto Donald Trump continua aumentando a pressão sobre Pequim sobre seu potencial papel no surto.

Durante o mês passado, o Instituto de Virologia de Wuhan removeu fotos de cientistas trabalhando em seus laboratórios e editou referências a visitas de diplomatas norte-americanos que, posteriormente, alertaram sobre o trabalho do laboratório com morcegos portadores do Coronavírus.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira que viu dados da inteligência que lhe deu um "alto grau de confiança" de que a crise global teve suas origens no Instituto de Virologia de Wuhan - um mês depois que o The Mail on Sunday revelou pela primeira vez que os ministros britânicos haviam recebido briefings confidenciais levantando a possibilidade de vazamento do Instituto.

Downing Street não discordou dos comentários do presidente Trump. "Há claramente perguntas que precisam ser respondidas sobre a origem e propagação do vírus", disse um porta-voz de Boris Johnson.


30 DE MAIO DE 2020:

"Pequim agora admite que o Coronavírus NÃO começou no mercado de Wuhan [...] então, de onde ele veio?"

A China se acostumou a fazer confissões públicas na televisão. Mas desta vez as palavras vieram de uma das principais autoridades do país e tiveram implicações globais sísmicas.

"No início, presumimos que o mercado de frutos do mar poderia ter o vírus, mas agora o mercado é mais como uma vítima", disse Gao Fu, diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China.

A análise inicial de Gao fez sentido após surtos anteriores de vírus zoonóticos (doenças que saltam de animais para humanos). No entanto, aumentaram as suspeitas sobre o fracasso do governo chinês em compartilhar dados de animais amostrados no mercado após seus primeiros acobertamentos.


2 DE JANEIRO DE 2021:

"O vazamento de laboratório da China é a fonte 'mais confiável' do surto de coronavírus, diz um alto funcionário do governo dos EUA, em meio a afirmações bombásticas de que o cientista de Wuhan se tornou um denunciante"

Um dos funcionários mais graduados do governo americano diz que a teoria mais "confiável" sobre a origem do coronavírus é que ele escapou de um laboratório na China.
Matthew Pottinger, que é o respeitado Conselheiro Adjunto de Segurança Nacional do presidente Donald Trump, disse a políticos de todo o mundo que até os líderes da China agora admitem abertamente que suas alegações anteriores de que o vírus se originou em um mercado de Wuhan são falsas.

Pottinger disse que as informações mais recentes apontam para o vazamento do vírus do ultrassecreto Instituto de Virologia de Wuhan, a 11 milhas do mercado, dizendo: "Há um crescente corpo de evidências de que o laboratório é provavelmente a fonte mais confiável do vírus."


9 DE JANEIRO DE 2021:

"Novos temores de encobrimento enquanto as autoridades chinesas excluem dados críticos sobre o Laboratório de Wuhan com detalhes de 300 estudos desaparecidos - incluindo todos aqueles realizados pela virologista apelidada de Batwoman"

O governo chinês está enfrentando novas acusações de encobrimento depois que autoridades excluíram dados online cruciais sobre o laboratório suspeito de ser a fonte do COVID-19.

O Mail on Sunday pode revelar que centenas de páginas de informações relacionadas a estudos realizados pelo ultrassecreto Instituto de Virologia de Wuhan foram apagadas.

Detalhes de mais de 300 estudos, incluindo muitas investigações de doenças que passam de animais para humanos, publicados online pela Fundação Nacional de Ciências Naturais da China (NSFC), como todo país comunista, um órgão estatal, não estão mais disponíveis.



24 DE ABRIL DE 2021:

"Novas pistas preocupantes sobre as origens do COVID-19: como os cientistas do Laboratório de Wuhan ajudaram o exército chinês em um projeto secreto para encontrar vírus animais"

Cientistas que estudavam doenças em morcegos no laboratório de segurança máxima da China em Wuhan estavam envolvidos em um grande projeto para investigar vírus animais ao lado de oficiais militares importantes - apesar de negarem qualquer ligação desse tipo.

Documentos obtidos pelo The Mail on Sunday revelam que um esquema nacional, dirigido por um importante órgão do estado, foi lançado nove anos atrás para descobrir novos vírus e detectar a "matéria escura" da biologia envolvida na disseminação de doenças.


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Essa era a linha de investigação inicial, que foi atacada pela grande mídia para dar cobertura para o problema (e lobby) deles.
 

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