Curva de mortes causadas pela praga chinesa (Coronavírus) começa a se estabilizar no Brasil, com forte desaceleração e passando a cair do pico

A quarta-feira de hoje registrou a terceira semana com forte diminuição no ritmo de mortes registradas pelo vírus chinês, chegando em um ritmo de estabilização.

Se for considerada a média semanal de óbitos, desde o dia 26 de maio, o país entrou em um patamar médio de 985 vítimas por dia, sem oscilar para mais que 6% do valor.

Conforme gráfico disponibilizado pela fonte originária e a informação publicada:

- "Nos gráficos epidemiológicos, o número de casos e mortes assume aos poucos a forma de platô — o que, em outros países, representou o pico da ocorrência de Covid-19. Essa realidade, no entanto, esconde diferenças locais. Enquanto os estados onde a pandemia chegou antes, Rio de Janeiro e São Paulo, puxam a tendência de estabilização, outros, como Paraná e Paraíba assistem a epidemia começando a ganhar impulso. O retrocesso de um lado anula o avanço de outro na média nacional."


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Claramente se nota uma queda em relação ao pico de mortes, em torno do dia 80 da pandemia causada pela maldita praga chinesa.

Na terça-feira, foram confirmados 1.338 novos óbitos, chegando a um total de um pouco mais de 45 mil. Foi, infelizmente, o maior número de mortes em 24 horas desde o início da pandemia, há três meses.

Rio de Janeiro mostra uma queda um pouco mais evidente ao número de mortes por dia na última quinzena, passando de 200 para 140. São Paulo por outro lado, não conseguiu baixar tanto como o estado carioca.

O Brasil, um país de características físicas continentais, obviamente registrou um comportamento anômolo do Coronavírus, devido aos diversos fatores e variáveis típicas do nosso país.

A fonte originária registrou um gráfico sobre isso:

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E finalizou sua reportagem:

— Em um país de nosso tamanho, cada cidade e estado reagirão de maneira única. Devemos ter diretrizes nacionais para uso de testes, mas as medidas de contenção e o relaxamento (para circulação de pessoas) serão decididas regionalmente — explica a microbiologista Natalia Pasternak, pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

Outro desafio, segundo Pasternak, é a subnotificação. Em Minas Gerais, por exemplo, houve um aumento desproporcional no diagnóstico de síndrome respiratória aguda grave e um registro tímido de Covid-19 — ambas as doenças têm sintomas semelhantes.

As medidas tomadas recentemente por governantes, como a reabertura de shoppings no Rio e em São Paulo, podem acentuar a quantidade de contaminações e, em algumas semanas, dado o tempo necessário para a incubação do vírus, também o número de óbitos.
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