Dados do FBI revelam que americanos estão comprando armas em "ritmo alarmante", batendo um recorde histórico em janeiro

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Membros do movimento de extrema-esquerda, Black Panthers, participando de manifestação pró-armas no estado da Virgínia em 18/01/2021 (Spencer Platt / Getty Images)

Dados do FBI revelam que americanos estão comprando armas em "ritmo alarmante", batendo um recorde histórico em janeiro


Um novo relatório com base em dados disponibilizados pelo Federal Bureau of Investigation (FBI) mostrou em janeiro que os americanos estão comprando armas em um "ritmo alarmante", conforme análise de um especialista no assunto.

Mark Olivia, diretor de relacionamento público da National Shooting Sports Foundation (Fundação Nacional dos Esportes de Tiro) afirmou em declaração: "Esse comportamento está ligado sem sombra de dúvidas ao presidente Joe Biden e seus planos para atacar a cultura e a indústria de armas americanas, reescrevendo regulamentos e tomando ações executivas".

Ele demonstrou que a administração de Joe Biden congelou a publicação das regras bancárias de "Acesso Justo" do Gabinete do Controlador da Moeda e prometeu tentar revogar a Lei de Proteção ao Comércio Legal de Armas para aumentar as restrições às licenças de armas e proibir os rifles AR -15 e outros do estilo, amplamente populares entre os americanos.

Para os americanos, os rifles são as maneiras mais adequadas de tentarem se equiparar ao poder de fogo do Estado bem como a criação de milícias particulares, especialmente para o exercício da legítima defesa, seja para lutar contra inimigos externos e internos. O texto constitucional diz o seguinte:

- "Uma milícia bem regulada, sendo necessária para a segurança de um Estado livre, o direito das pessoas de ter e portar armas não deve ser infringido."

A fonte originária tentou entrar em contato com a Casa Branca para pedir comentários sobre a reportagem, mas não obteve respostas.

De acordo com os dados de checagem de antecedentes do FBI, (National Instant Criminal Background Check), pelo menos 4.3 milhões de pedidos foram feios para compra de armas apenas em janeiro deste ano. É o maior número para um mesmo mês, um aumento de 300 mil checagens em relação à dezembro de 2020.

“São números de cair o queixo para começar o ano novo. Os americanos estão reivindicando seus direitos da Segunda Emenda para garantir sua própria segurança em números recordes ”, disse Olivia.

Jurgen Brauer, o economista-chefe da Small Arms Analytics, disse em um comunicado que o novo ano "certamente começou com um 'estrondo' de vendas devido à turbulência em torno da confirmação e posse de Biden como o novo presidente dos EUA."

"O aumento de 79% ano a ano, no entanto, NÃO foi sem precedentes - um aumento ainda maior, de pouco mais de 100 por cento, ocorreu em janeiro de 2013, o mês em que começou o segundo mandato presidencial de Obama", acrescentou.

Já a instituição desarmamentista Everytown for Gun Safety disse que o aumento contínuo nas verificações de antecedentes destaca a necessidade do Congresso e de Joe Biden implementarem mais restrições a armas.

"Enquanto o país se recupera de múltiplas crises, a indústria de armas lucrou com vendas recordes que tornaram os americanos menos seguros", disse Nick Suplina, diretor administrativo de direito e política do grupo, em um comunicado.

"Sem mudanças rápidas na política, nossa epidemia de violência armada já devastadora poderia ficar ainda mais mortal. A boa notícia, porém, é que finalmente temos líderes na Casa Branca e em ambas as câmaras do Congresso que reconhecem que esta crise exige ação".

Como toda boa esquerda, sejam pessoas ou instituições, eles não conseguem apresentar dados que corroborem com suas afirmações, apenas argumentos falaciosos e muita fantasia para sustentar ideias desarmamentistas.

O POLITZ tem o posicionamento claro de que só existe liberdade humana caso os direitos individuais sejam respeitados, em especial, o direito de legítima defesa, contra qualquer criminoso que possa existir, inclusive, contra ditadores.



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