Decola Brasil: Mercado financeiro prevê PIB em 3,96% esse ano, OCDE projeta crescimento de 3,7%, enquanto isso, mais de 120 mil empregos em abril

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Imagem ilustrativa (Reprodução / Contábeis / Autoria Desconhecida).

Decola Brasil: Mercado financeiro vê PIB em 3,96% esse ano, OCDE projeta crescimento de 3,7%, enquanto isso, mais de 120 mil empregos em abril​


A semana começou com ótimas notícias para a economia brasileira, mostrando que quem apostou contra o Ministro Paulo Guedes está quebrando a cara.

Diversas instituições financeiras, como de costume, estão soltando suas previsões atendendo aos pedidos do Banco Central e conforme tais relatórios, as projeções da expansão da economia brasileira continuam subindo pela sexta semana consecutiva. O Produto Interno Bruto (PIB) do país, a soma de todos os bens e serviços produzidos aqui subiu de 3,52% para 3,96% na última publicação do Boletim Focus, do BC.

Já para o próximo ano, a estimativa do crescimento do PIB caiu de 2,30% para 2,25% e para os anos de 2023 e 2024, o mercado financeiro prevê, respectivamente, um crescimento do PIB de 2,50%.

Sobre a inflação, conforme uma das fontes originárias:


A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,24% para 5,31%, na oitava alta consecutiva.
Para 2022, a estimativa de inflação foi ajustada de 3,67% para 3,68%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o índice é de 3,25%.

A estimativa para 2021 está quase no limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

O centro da meta de inflação para 2022 é 3,50% e para 2023, 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos.

A meta de inflação normalmente é alcançada pelo Banco Central através de ajustes na taxa básica de juros, a famosa Selic, que atualmente está fixada em 3,5% pelo Comitê de Política Monetária (COPOM).

Já o mercado financeiro, prevê que a taxa Selic termine em 2021 com 5,75% ao ano, ao contrário da semana passada que mostrou 5,5% ao ano. Para os 3 próximos anos, sua estimativa é de 6,5%.

Já o câmbio em dólar, permaneceu a previsão conservadora de R$ 5,30.

Em comparação com o Boletim Focus, a OCDE projetou também que o PIB do Brasil crescerá 3,7% neste ano e também, 2,5% em 2022, conforme relatório publicado hoje. A recuperação, segundo eles, se dará pelo impulsionamento da recuperação de consumo das famílias e investimentos diversos no país. A OCDE também estima que a inflação ao consumidor vai avançar a 6,2% este ano. Para o ano que vem, a previsão é de que desacelere a 4%.

Quanto às vagas de emprego no Brasil, o mês de abril registrou um crescimento relevante em novos postos de trabalho, com 120.935 novos empregados formalmente, com um total de vínculos celetistas ativos, chegou a 40.320.857 milhões de empregos.

A informação foi divulgada pelo Ministério da Economia na última quarta-feira (26), conforme resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) do Brasil.

O resultado veio em decorrência de 1.318.767 milhões de admissões e 1.260.832 demitidos.

O estoque, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, contabilizou 40.320.857, o que representa uma variação de 0,30% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano de 2021, foi registrado saldo de 957.889 empregos, decorrente de 6.406.478 admissões e de 5.448.589 desligamentos.

Segundo uma das fontes originárias, os setores que mais se destacaram são os seguintes:


Em abril, os dados registraram saldo positivo no nível de emprego nos cinco Grupamentos de Atividades Econômicas: Serviços (+57.610 postos), distribuído principalmente nas atividades de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+37.129 postos), Construção (+22.224 postos), Indústria geral (+19.884 postos), concentrado na Indústria de Transformação (+17.791 postos), Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+11.145 postos) e Comércio: reparação de veículos automotores e motocicletas (+10.124 postos).

A fonte originária também trouxe informações sobre o sistema do Novo Caged:

De acordo com especialistas, a série histórica do emprego formal não pode ser comparada com o Novo Caged. Houve uma alteração metodológica, desde janeiro do ano passado, no cálculo do indicador, o qual passou a considerar outras fontes de informações.

O sistema, agora, também puxa dados do eSocial e do empregadorWeb (sistema no qual são registrados pedidos de seguro-desemprego).

A mudança gera impacto porque, ao considerar esses vínculos, são gerados resultados maiores.


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