Deputados frustradíssimos e com sentimento de fracasso: CPI das Fake News de São Paulo chega ao fim sem mostrar nenhum resultado

Dados da Imagem
Imagem propositalmente escolhida. Aqui não postamos fake news e citamos sempre a fonte (Getty Images).
Com o crescimento e popularização das mídias de caráter conservador, sem receber qualquer tipo de patrocínio estatal ou de grandes empresários, contando apenas com pequenas assinaturas dos seus leitores, como é o caso do POLITZ, que ganha pouco menos de R$ 300,00 em doações mensais através do nosso Apoia.se (clique aqui), houve uma tentativa clara de tentar criminalizar esse tipo de mídia, utilizando a falácia e a narrativa conhecida como "fake news".

Obviamente devemos lembrar que realmente existem sites, organizações e pessoas maliciosas que publicam e trabalham para desinformar a população, criando e espalhando notícias falsas, com a pura intenção dolosa, mas não é o caso de mídias que dispararam no país em popularidade, como por exemplo o POLITZ, o Terça Livre, o Senso Incomum, a Renova Mídia e o Conexão Política, dentre diversos outros sites que podemos citar entre os dezenas que foram claramente perseguidos pelo Estado, seja na CPI das Fake News comandada pelo Sen. Angelo Coronel ou como no caso da CPI das Fake News do Estado de São Paulo, que trata essa reportagem.

Para o POLITZ, temos a opinião de que qualquer tentativa estatal de decidir o que é verdade e o que não é, coibindo a liberdade de expressão, de pensamento e de compartilhamento de informações, seja lá quais forem elas, chegará inevitavelmente ao ponto da criação do Ministério da Verdade, de pouco em pouco, até que o Estado possa controlar absolutamente tudo em nossas vidas. É o que prevê George Orwell, em seu best seller mundial, 1984, que conta uma distopia estatal de esquerda, onde o governo simplesmente conseguiu implementar com todas as forças o Estado máximo, cruel e totalitário.

Deixando as nossas opiniões de lado, que sempre devem ser separadas de fatos noticiáveis, vamos agora ao que realmente importa.

Conforme publicado pelo colunista da fonte originária, a CPI das Fake News do Estado de São Paulo, chegou ao fim na última quinta-feira (ontem), com um "sentimento de fracasso entre os seus próprios membros".

A reportagem informa que o relatório final aprovado pela Comissão não teria sido nem mesmo do próprio Relator, Sargento Neri (Avante), mas sim o do Paulo Fiorilo (PT) e Mônica Seixas (PSOL), ambos de esquerda e segundo o colunista, "recheado de críticas à falta de resultados apresentados". O relatório ainda apresenta diversos pontos com ataques à inoperância da CPI e sendo inconclusiva "quanto ao seu objetivo principal de investigar e denunciar quem foram os responsáveis pela produção, disseminação e financiamento das Fake News nas eleições de 2018".

Obviamente, o POLITZ por não subestimar o poder estatal contra o povo, opera desde 2014, data da nossa fundação, com todas as nossas publicações citando sempre as fontes originárias e primárias das reportagens que realizamos, evitando quaisquer acusações diretas de maliciosas de produção de fake news, já que operamos como uma agência de notícias, além de um agregador e os nossa própria rede social, o #FórumPOLITZ.

O que o Estado, seus políticos, representantes e até mesmo o Judiciário precisam aprender é que fatos são diferentes de opiniões e esses não podem ser colocados na mesma categoria. Como canal de notícias, sabemos muito bem separar o que é fato e o que é opinião, deixando bem escancarado para todos em todas as nossas reportagens, além de obviamente, citar as fontes de cada publicação nossa.

O colunista da fonte originária ainda informou que a CPI não conseguiu apontar novas descobertas sobre a disseminação das fake news no Brasil, falhando até mesmo em tentar ouvir "agentes relevantes" que tiveram ou têm alguma relação com um fenômeno que consideramos irrelevante, além das narrativas conhecidas como "gabinetes do ódio", que nunca chegaram a ter a sua existência comprovada por ninguém que seja.

Entre os convidados, que nem chegaram a passar de convites, temos figuras como Luciano Hang, Alexandre Frota (PSDB), Joice Hasselmann (PSL), Roberto Jefferson (PTB), Oswaldo Eustáquio, assessores dos deputados conservadores Coronel Nishikawa (PSL) e Douglas Garcia (PTB), que nem foram ouvidos pela tentativa estatal de
"buscar culpados" pelo movimento conservador que vem dominando o país, especialmente na internet.


Além disso, membros da Comissão também se queixaram de uma suposta falta de empenho dos líderes da CPI em fazer com que ela avançasse:

"Não conseguimos ouvir todas as pessoas que gostaríamos de ouvir", lamenta Mônica Seixas. "Alguns dos requerimentos aprovados, como a convocação de alguns empresários e parlamentares, não foram efetivados pelo comando da CPI. O combate às notícias falsas requer um maior engajamento do poder público, das plataformas de mídias sociais e mensageria e do jornalismo profissional, em um trabalho de cooperação para a maior compreensão do fenômeno da informação instantânea".

Caio França diz que foram feitas 26 audiências "e ouvimos especialistas, todas as plataformas digitais e alguns empresários". Sobre a suspensão dos trabalhos durante a eleição, afirma que foi uma decisão colegiada da CPI, aprovada por todos seus membros. "Tínhamos deputados que eram candidatos a prefeito, então seria injusto dizer que somente eu estava envolvido com as eleições", completa.

O colunista, ainda cita o seguinte:

Janaina Paschoal (PSL), que faz parte da CPI, foi frequentemente um empecilho aos convites feitos aos funcionários dos deputados bolsonaristas. A atuação da deputada teve como um dos eixos o questionamento da própria ideia de fake news, afirmando que a prática de disseminá-las é supostamente atribuída só à direita, quando a esquerda faz o mesmo, segundo ela.

O relatório elaborado por Fiorilo e Seixas recebeu os votos dos dois, de Carla Morando (PSDB), Thiago Auricchio (PL) e Edmir Chedid (DEM). O relator Sargento Neri recebeu apenas o próprio voto e o de Janaina Paschoal. Arthur do Val (Patriota) não compareceu e Caio França não votou.


Enfim a falsa narrativa de fake news começa a morrer. O que por óbvio iria acontecer, pois não há crime na atividade que muitas das mídias conservadoras e de direita fazem.

Simples assim.
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