Donald Trump estava certo: Luz do sol mata o vírus chinês (COVID-19) 8 vezes mais rápido que cientistas acreditavam, segundo novo estudo científico

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Imagem ilustrativa (Reprodução / ZeroHedge).

Donald Trump estava certo: Luz do sol mata o vírus chinês (COVID-19) 8 vezes mais rápido que cientistas acreditavam, segundo novo estudo científico​


O site de notícias independente, ZeroHedge, um dos mais acessados nos Estados Unidos exatamente por conta de sua imparcialidade e grande credibilidade na postagem de notícias e opiniões, trouxe uma informação bastante interessante no último dia 02, merecendo uma reprodução do POLITZ sobre o assunto.

Aparentemente o Presidente Donald Trump, muito criticado como qualquer um da direita que ofereça e opine de forma contraditória em relação à pandemia chinesa causada pela peste do COVID-19, estava certo ao afirmar em uma conferência de imprensa que a luz do sol poderia destruir o vírus chinês (Coronavírus/COVID-19).

Um estudo científico recém publicado pela Universidade de Santa Barbara, na Califórnia (EUA), mostrou que o vírus é inativado pela luz solar, 8 vezes mais rápido do que os modelos teóricos amplamente utilizados por cientistas de todo o mundo. O professor-assistente e de engenharia mecânica Paolo Luzzatto-Fegiz analisou estudos explorando os diferentes efeitos dos raios ultravioletas no próprio vírus chinês (SARS-CoV-2) e encontrou uma "discrepância significativa", de acordo com uma fonte originária de altíssimo alcance mundial.
Como acontece com todas as radiações eletromagnéticas, alguns desses raios ultravioleta estão dentro do espectro solar. O UV-A de onda mais longa reage de maneira diferente com partes do DNA e do RNA do que as ondas ultravioleta de médio alcance que são encontradas na luz solar. Essas ondas de curto alcance podem matar micróbios e causar queimaduras solares em humanos. Embora a radiação ultravioleta de ondas curtas tenha demonstrado desativar vírus como o SARS-CoV-2, a luz dessa extremidade do espectro é frequentemente desviada da humanidade pela proteção realizada pela Camada de Ozônio da Terra.

Mas uma análise de vários estudos sobre como diferentes tipos de luz ultravioleta interagem com o SARS-CoV-2 descobriu-se que o COVID-19 deve se desintegrar ainda mais rapidamente quando exposto à luz solar do verão, que apresenta mais radiação de ondas curtas, um dos motivos do risco de contrair o vírus em ambientes externos durante o verão é muito, muito mais baixo do que ficar dentro de casa no inverno.

Enquanto isso, prefeitos, governadores e outros políticos com tendências totalitárias mandam o povo ficarem trancados dentro de suas casas, com pouco ou nenhum acesso à luz natural do sol, fazendo o efeito exatamente ao contrário do esperado. Lembrem-se que já noticiamos que mais de 80% dos pacientes graves internados por conta da peste chinesa tinham alguma deficiência na Vitamina D, uma vitamina produzida pela própria luz solar.

Na prática, a equipe descobriu que a "inativação" de partículas virais processadas na saliva simulada foi mais de 8 vezes mais rápida do que os cientistas acreditavam em condições semelhantes à luz solar do verão.

Um estudo experimental de julho de 2020 testou o poder da luz ultravioleta no SARS-CoV-2, contido na saliva simulada, e descobriu que o vírus foi inativado em menos de 20 minutos.

No entanto, uma teoria publicada um mês depois sugeria que a luz solar poderia atingir o mesmo efeito, o que não combinava. Este segundo estudo concluiu que o SARS-CoV-2 era três vezes mais sensível à radiação ultravioleta da luz solar do que o vírus da Influenza A.

A grande maioria das partículas de Coronavírus tornou-se inativa 30 minutos após a exposição à luz do sol do meio-dia no verão, enquanto o vírus pode sobreviver por dias sob a luz do sol no inverno.

"A inativação experimentalmente observada na saliva simulada é oito vezes mais rápida do que seria de se esperar pela teoria", disse Luzzatto-Feigiz em conjunto com a sua equipe.

"Na verdade, os cientistas ainda não sabem o que está acontecendo."

A equipe da UC Santa Bárbara formulou a hipótese de que o processo que destrói o vírus é semelhante a um processo visto em estações de tratamento de águas residuais.

A equipe suspeita que, como o UV-C não chega à Terra, em vez de atacar diretamente o RNA, o UV-A de onda longa da luz solar interage com moléculas do ambiente do vírus, como a saliva, o que acelera a inativação, em um processo testemunhado anteriormente no tratamento de águas residuais.

A pesquisa sugere que um sistema de filtragem de ar equipado com certos tipos de emissores de UV-A pode reduzir drasticamente a propagação de partículas virais em ambientes fechados.

Por alguma razão, toda essa pesquisa sobre os efeitos da luz solar sobre o vírus foi ignorada por governos como aconteceu na Espanha, que recentemente ordenou o uso de máscaras ao ar livre, algo que a indústria hoteleira do país teme que destrua mais empresas já em apuros sem contribuir com nada ao esforço de segurança pública.

Enquanto cientistas cada vez mais desvendam a praga chinesa, trazendo verdades e o devido contraditório, o mundo espera se livrar logo dessa praga que vem sendo utilizada apenas para fins políticos.

Aguardemos.


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