#TraduçõesPOLITZ Efeitos do Lockdown: Estudo Científico Prevê Que o Desemprego Causado Pela Pandemia Resultará em Quase 900 Mil Mortos Nos EUA

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Imagem ilustrativa. Americanos pedindo liberdade e contra medidas totalitárias de lockdown (Divulgação / Getty Images).

Efeitos do Lockdown: Estudo Científico Prevê Que o Desemprego Causado Pela Pandemia Resultará em Quase 900 Mil Mortos Nos EUA

Dados sem precedentes de desemprego mostram um
impressionante "aumento de 0,89 milhões de mortos nos
próximos 15 anos"

Por Hank Berrien para o The Daily Wire.
Artigo traduzido e adaptado na íntegra pelo POLITZ.

Um novo estudo publicado demonstra que os "choques de desempregos sem precedentes amplificados por lockdowns e outras restrições de isolamento social impostas pelo governo [americano] em resposta à pandemia causada pelo COVID-19 causarão quase 900 mil mortes nos próximos 15 anos.

O artigo do National Bureau for Economic Research, publicado pela Havard University, em conjunto com a Hohns Hopkins University e Duke Univesity concluíram que "Nossos resultados sugerem que o número de vidas ceifadas pelo vírus SARS-CoV-2 excede em muito aqueles imediatamente relacionados ao COVID-19 no pico crítico da doença e que a recessão causada pela pandemia pode colocar em risco a saúde da população nas próximas duas décadas", de acordo com a publicação no Foundation for Economic Education (FEE).

"Também prevemos que o choque afetará desproporcionalmente afro-americanos e mulheres, em um curto horizonte, enquanto os homens brancos podem sofrer grandes consequências em horizontes mais longos", afirmam os pesquisadores. "Esses números se traduzem em impressionantes 0,89 milhões de mortes adicionais nos próximos 15 anos."

Os pesquisadores citam especificamente os picos massivos de desemprego causados pelos lockdowns e outras restrições sociais impostas pelo governo, picos que eles dizem ser “duas a cinco vezes maiores do que os choques de desemprego típicos”, observa a FEE.

"Embora a compensação entre a contenção da pandemia de COVID-19 e a atividade econômica tenha sido analisada no curto prazo, atualmente não há análise sobre o impacto de longo prazo da recessão econômica relacionada a COVID-19 na saúde pública", conforme os pesquisadores demonstram no artigo. "Além disso, a maioria dos jornais interessados na relação entre a pandemia de COVID-19 e a atividade econômica argumenta, corretamente, que os lockdowns podem salvar vidas à custa da redução da atividade econômica, mas não consideram a possibilidade de graves dificuldades econômicas que também pode ter consequências importantes no bem-estar humano."

"Com base em nossa abordagem, o choque de desemprego COVID-19 é cerca de 3,17 no desvio-padrão, maior do que o choque típico para a taxa de desemprego para a população em geral (cerca de 2,68% em magnitude)", explicam os pesquisadores. "Estimamos que este choque sem precedentes no desemprego resultará em um aumento de 3,01% nas taxas de mortalidade e uma queda de 0,50% na expectativa de vida nos próximos 15 anos."

Os pesquisadores concluem: "Nossos resultados sugerem que o número de vidas ceifadas pelo vírus SARS-CoV-2 excede em muito aqueles imediatamente relacionados à doença crítica COVID-19 aguda e que a recessão causada pela pandemia pode colocar em risco a saúde da população nas próximas duas décadas."

A FEE aponta que o aumento do desemprego "tem sido correlacionado há muito tempo com taxas de mortalidade mais altas", citando como exemplo um estudo de 1979, que "concluiu que para cada 10% de aumento no desemprego, a mortalidade aumentava 1,2%". Essas descobertas levaram os cientistas sociais a afirmar que "o emprego e o crescimento econômico são componentes essenciais de uma sociedade saudável".

A FEE também observou: "Um artigo de 2014 na revista Harvard Public Health aponta para uma abundância de pesquisas que chegam a uma conclusão semelhante: interrupções na estabilidade do emprego acarretam em custos graves para a saúde física e mental. O corpo da pesquisa inclui uma meta-análise de 2011 - publicada na Social Science & Medicine - que concluiu que o risco de mortalidade era 63 por cento maior para indivíduos que experimentaram desemprego do que aqueles que não o fizeram. Há uma infinidade de razões pelas quais o risco de mortalidade aumenta durante os períodos de desemprego, mas a principal razão parece ser que o desemprego literalmente deixa as pessoas doentes".

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