Enfrentando protestos, forte resistência e críticas, Angela Merkel recua com seu lockdown draconiano da Páscoa na Alemanha: "Erro meu apenas"

Dados da Imagem
Angela Merkel, com a conhecida cara de bunda (Kay Nietfeld / Pool / Reuters).

Enfrentando protestos, forte resistência e críticas, Angela Merkel recua com seu lockdown draconiano da Páscoa na Alemanha: "Erro meu apenas"


Como noticiamos ontem, Angela Merkel estava preparada para impor o mais rigoroso lockdown na Alemanha agora na Páscoa, em uma fracassada tentativa de conter o vírus chinês (Coronavírus/COVID-19). Sabemos que os lockdowns anteriores no país foram um dos mais agressivos já registrados no mundo e mesmo assim, governantes mundiais insistem no erro.
Alemanha que registrou os lockdowns mais severos do mundo, implantará novo lockdown ainda mais severo já que pelo visto os outros deram super certo

Alemanha que registrou os lockdowns mais severos do mundo, implantará novo lockdown ainda mais severo já que pelo visto os outros deram super certo

Alemanha que registrou os lockdowns mais severos do mundo, implantará novo lockdown ainda mais severo já que pelo visto os outros deram super certo Com Angela Merkel no comando por sei lá quantas décadas da Alemanha, podemos notar que as medidas de confinamento social, lockdowns, isolamentos e...

A pergunta é bem simples: se os primeiros não funcionaram, independente da gravidade, por qual motivo outros dariam certo? É uma falta de lógica que impera na cabeça da maioria dos políticos e quem pensa um pouquinho diferente, acaba sendo esculachado por uma maioria burra e raivosa, como acontece com o próprio Presidente Jair Bolsonaro.

Tirando opiniões de lado e voltando para a notícia, a chanceler Angela Merkel recuou quanto às medidas totalitárias que iria decretar no país, deixando a Alemanha no lockdown provavelmente mais severo que já se passou pela a Europa.

O recuo aconteceu após sofrer diversas críticas até mesmo dentro do seu partido, além dos constantes protestos de populares que vem enfrentando.

Em uma conferência virtual realizada na quarta-feira, Merkel disse para oficiais do estado que ela não faria mais o lockdown, que poderia fechar todos os comércios, negócios e permitindo que os supermercados funcionassem apenas uma vez durante todo o lockdown.

As restrições planejadas também incluíam proibições de reuniões privadas com mais de 5 pessoas e qualquer serviço religioso durante a Páscoa deveria ser feito de forma virtual.

"Este erro é unicamente meu", disse Merkel, acrescentando que a paralisação foi "criada com a melhor das intenções", mas não deveria ter sido proposta porque não havia maneira de implementá-la adequadamente.
A reviravolta foi aplaudida por muitos dentro de sua própria aliança política democrata-cristã. O premier bávaro Markus Soder disse que respeitou a mudança de atitude da chanceler, observando que a legalidade das restrições foi questionada.

A reversão ocorre depois que Merkel foi bombardeada por críticas sobre as medidas. A proibição dos serviços religiosos foi particularmente controversa, com o clero e até o ministro do Interior Horst Seehofer, um aliado político de longa data, pedindo à chanceler que reconsiderasse. Alguns líderes estaduais já haviam anunciado que não cumpririam a regra. O primeiro-ministro da Saxônia, Michael Kretschmer, disse que seu estado não impediria as igrejas de realizar cultos presenciais.

Merkel
havia anunciado o lockdown de cinco dias como uma medida necessária para evitar que uma terceira onda do vírus se propagasse. A França já impôs bloqueios em várias regiões em resposta a uma onda de novos casos.

Embora algumas áreas do país tenham começado a reabrir lentamente, o governo alemão implementou um plano que reverteria a flexibilização das restrições se os casos semanais por 100.000 residentes subirem acima de 100. A Alemanha está em vários graus de lockdowns por cerca de um ano. As restrições prolongadas, originalmente descritas como temporárias, geraram inúmeras manifestações no país, incluindo um protesto em Kassel no fim de semana que levou a confrontos com a polícia.


Gosta do Nosso Trabalho?
O POLITZ é uma mídia livre, independente e que não recebe qualquer dinheiro público ou político/partidário e é mantida apenas por propagandas e assinaturas dos(as) nossos(as) leitores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos ajudar, desabilitando bloqueadores de propaganda e fazendo uma assinatura de qualquer valor.
Clique aqui para ser direcionado ao nosso Apoia.se

Nota Legal: Nossas publicação são necessariamente baseadas em fontes originárias/primárias/secundárias e são sempre citadas com os devidos links para conferência e verificação à informação, em respeito à responsabilidade solidária na via de dupla checagem dos fatos pelo POLITZ e pelo(a) próprio(a) leitor(a). Repudiamos as chamadas fake news, falsas narrativas e manipulações via desinformação propagadas pelas mídias tradicionais, criando mecanismos duplos para o fact checking.
Opiniões são diferentes de fatos publicados e noticiados e podem não representar necessariamente o posicionamento do POLITZ na qual exerce e defende incondicionalmente o direito à liberdade de expressão, livre manifestação de pensamento, de posicionamento político e religioso (Constituição Federal de 1988, art. 5º, incisos IV, VI, IX, XIX. - Pacto de San José da Costa Rica. Decreto n. 678/1992. arts. 12 e 13. - Declaração Universal dos Direitos Humanos, arts. 18 e 19 e outras legislações nacionais ou internacionais aplicáveis, especialmente nas quais a República Federativa do Brasil é signatária).
Créditos sempre devidos para todos os(as) autores(as), incluindo imagens de capa e do corpo, ilustrações e outras. Em caso de erro, correção, sugestão, violação de direitos autorais, utilize o botão "Denunciar", o formulário de "Contato" ou deixe um comentário. Tais solicitações são tratadas com prioridade.
Fontes das Informações
Sobre o(a) Autor(a):
POLITZ
Esse é o Perfil Oficial usado pela Equipe de Redação do POLITZ para criar as nossas matérias. As reportagens assinadas individualmente possuem perfil próprio.

Como de costume, oferecemos a fonte originária de todas as informações publicadas no final de cada artigo, com exceção das fontes internas. Captamos diversas informações pelo exclusivo #AlgoritmoPOLITZ que tem um alcance mundial.

Se você gosta do nosso trabalho como mídia independente, considere nos apoiar financeiramente com qualquer valor. Lembre-se que nós não recebemos dinheiro de políticos ou empresas estatais e só funcionamos com contribuições de vocês.

Comentários

"Erro meu apenas"

Palavras tão simples pra ***** milhares de vidas.

Cara, essa cara de *** deveria ter uma punição severa.
 

Informações da Publicação

Autor(a)
POLITZ
Visual.
413
Comentários
1
Última atualização

Compartilhar

Top Bottom