Estratégia de imunidade de rebanho da Suécia deu certo: Em 2020, registros oficiais de óbitos pela praga chinesa foram menores que o resto da Europa

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Imagem ilustrativa, em um parque lotado na Suécia, em plena pandemia chinesa (Henrik Montgomery / TT News Agency / AFP / Getty Images)

Estratégia de imunidade de rebanho da Suécia deu certo: Em 2020, registros oficiais de óbitos pela praga chinesa foram menores que o resto da Europa​


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Um Outro Olhar Sobre a Pandemia Chinesa

Um Outro Olhar Sobre a Pandemia Chinesa

Reunimos aqui para vocês diferentes pontos de vista em relação à pandemia causada pelo vírus chinês, com opiniões, estudos científicos e dados estatísticos bem diferentes dos vendidos pelas mídias mainstream. Confira conosco e fique à vontade para compartilhar.

Além disso, também oferecemos uma categoria inteira de Artigos Traduzidos, mostrando um verdadeiro contraditório em relação à pandemia causada pelo Coronavírus/Covid-19 com informações que nunca chegarão ao Brasil.

Ficam as nossas sugestões para visitarem tais links caso tenham vontade de realmente se informar, com dados que nunca estarão disponibilizados para o público comum, já que não é interesse da mídia a realização do mesmo.

Muito fomos criticados em relação aos nossos posicionamentos com a Suécia, na qual apoiamos amplamente o modelo de enfrentamento à pandemia, na qual, não adotaram praticamente nenhum tipo de lockdown, medidas leves de distanciamento social e sempre focados na proteção dos grupos mais vulneráveis ao vírus chinês. Cansamos de divulgar tais informações, mas como não é de interesse dos nossos governantes, tais informações pouco são espalhadas para o mundo.

De qualquer forma, agora temos dados oficiais para comprovar um relativo sucesso na estratégia da Suécia frente à praga chinesa. Segundo informações publicadas pela Reuters, nossa fonte originária da presente publicação, mostra que o país viu o menor pico de mortes em 2020 frente ao restante de toda a Europa, sem adotar praticamente qualquer tipo de medida draconiana para "combater" o vírus chinês.

Os famosos e temidos lockdowns que só serviram para sufocar a economia no mundo inteiro, não aplicado na Suécia, mostrou uma taxa de mortalidade muito menor se comparado ao restante dos países europeus, com dados oficiais.

Mesmo que o POLITZ noticie um possível sucesso na estratégia, todas as velhas mídias continuam insistindo que essas informações do país não podem ser usados como prova para defender a não utilização de medidas de isolamento, como lockdowns. Segundo a matéria originária, especialistas em doenças infecciosas alertaram que os resultados não podem ser interpretados como evidências sólidas, mas ao mesmo tempo, indicam evidências que a estratégia suéca realmente tem méritos que valem a pena serem estudados.

Na semana passada, tanto a França como a Alemanha prorrogaram as medidas que consideramos como totalitárias ou draconianas em meio ao aumento dos casos de contaminação do vírus chinês, além do aumento do número de óbitos, o que obviamente vai afetar mais ainda a economia. Praticamente boa parte da Europa enfrenta protestos em diversos países por conta de tais medidas, seja em Londres ou em Amsterdã.

Já a Suécia, por outro lado, tem focado na conhecida imunidade de rebanho, utilizando medidas voluntárias para conscientizar a população acerca do distanciamento social, boas práticas de higiene, regras específicas para escolas, restaurantes e lojas, todas amplamente abertas e em pleno funcionamento, inclusive bares e outros locais de utilização pública.

A abordagem obviamente causou um furdúncio no mundo inteiro, pois, realmente, houve um pico no aumento de mortes, mas algo esperado em qualquer outra pandemia. Porém, as medidas adotadas pela Suécia simplesmente salvaram a economia do país, sendo um dos únicos países europeus à ter um baixo prejuízo econômico.

Dados preliminares da agência de estatísticas da UE, Eurostat, compilados pela fonte originária, mostraram que a Suécia teve 7,7% mais mortes em 2020 do que sua média nos quatro anos anteriores. Países que optaram por vários períodos de lockdowns agressivos, como Espanha e Bélgica, tiveram a chamada mortalidade excessiva de 18,1% e 16,2%, respectivamente.

Vinte e um dos 30 países com estatísticas disponíveis apresentaram maior excesso de mortalidade do que a Suécia. No entanto, a Suécia se saiu um pouco pior do que seus vizinhos nórdicos, com a Dinamarca registrando apenas 1,5% de excesso de mortalidade e a Finlândia com 1,0%. A Noruega não teve nenhum excesso de mortalidade em 2020.

É importante lembrar que variáveis demográficas e diversos outros fatores regionais devem ter influenciado nesse ponto, em especial, o alto número de casas de repousos de idosos na Suécia, que infelizmente, a pandemia atingiu fortemente tais locais e outras diferenças culturais nesses outros países.

A mortalidade excessiva da Suécia também ficou na extremidade inferior do espectro em uma contagem separada do Eurostat e outros dados divulgados pelo Escritório de Estatísticas Nacionais do Reino Unido na semana passada.

Essa análise, que incluiu um ajuste para contabilizar as diferenças nas estruturas etárias e nos padrões de mortalidade sazonal dos países analisados, colocou a Suécia em 18º lugar em uma classificação de 26. Polônia, Espanha e Bélgica estavam no topo.

O epidemiologista-chefe da Suécia, Anders Tegnell, uma figura amplamente desconhecida antes da pandemia que se tornou internacionalmente conhecida como o capitão da resposta sueca contra a pandemia chinesa, disse à fonte originária que acredita que os dados levantam dúvidas sobre o uso dos lockdowns draconianos:
“Acho que as pessoas provavelmente pensarão com muito cuidado sobre essas paralisações totais, sobre como elas realmente foram boas”

“Eles podem ter surtido efeito a curto prazo, mas quando você olha para isso durante a pandemia, você fica cada vez mais duvidoso”, disse Tegnell, que recebeu ameaças de morte e flores como forma de agradecimento.

Em pesquisa realizada com os suecos, 43% deles afirmam que tem confiança alta ou muito alta no tratamento da pandemia pelo governo, enquanto apenas 30% tem um nível de confiança baixo ou muito baixo.

Como já afirmado anteriormente pelo POLITZ, o governo sueco admitiru que não protegeram corretamente os seus idosos, mas afirmaram que fizeram o possível para suprimir a doença, levando em conta a saúde geral da população.

Hoje, os dados oficiais mostram que o número de mortos pelo COVID-19 na Suécia é em torno de 13.000 pessoas, incluindo vítimas de outras doenças.

A reportagem da fonte originária pode ser lida no link fornecido abaixo, porém, a partir deste ponto, a publicação da Reuters só traz o mesmo blá blá blá de sempre das velhas mídias da mainstream. Ou seja, se você quer saber mais sobre o outro lado que todo mundo já sabe, fiquem à vontade para checar o link e ler com os próprios olhos.

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