Estudo clínico da Prevent Senior com Cloroquina e Azitromicina cura 300 pacientes do vírus chinês

A fonte originária da informação que compartilhamos informa um estudo clínico que a operadora de saúde Prevent Senior vem realizando com ses pacientes que estão infectados pelo vírus chinês (Coronavírus/Covid-19). Desde já, informamos que o estudo ainda não foi concluído e logo, não publicado. A entrevista foi dada pelo diretor executivo da empresa, Pedro Batista Júnior, à fonte originária e o POLITZ vem aqui, com o direito de informar, trazendo a sua tradicional republicação de um assunto de extremo interesse público e jornalístico.

Atualmente são 500 pacientes internados que estão sendo tratados nesse estudo clínico e desses, 300 já foram dispensados por estarem curados, inclusive, vem expandindo para receber os medicamentos em pacientes ambulatoriais, ou seja, que não foram internados.

Não foi divulgado quantos pacientes estão sendo tratados nessa segunda modalidade, nem as taxas de mortes com o uso do medicamento nos estágios iniciais.

Júnior declarou o seguinte: "O que posso dizer é que os dados são robustos e trazem esperança de tratamento adequado para a população".

Inicialmente durante a entrevista, o diretor explica que a recente pesquisa divulgada pelo Instituto Fio Cruz corrobora com os dados do próprio hospital, que a introdução dos medicamentos em estado grave tem pouco efeito. Para estes casos, a Prevent Senior utilizou uma metodologia para usar a hidroxicloroquina, que tem uma toxidade menor.

Segundo a linha do tempo apresentada da evolução da doença, depois de 48 horas do uso da medicação, os resultados começam a aparecer, necessitando assim de dois dias para verificar a resposta do vírus em relação ao medicamento.

Em pacientes mais graves e dando início a um tratamento tardio, como por exemplo, dez dias de doença, a tendência é uma evolução para um estado grave, necessitando de hospitalização, internação e UTI e necessitando da medicação.

Ele ressalta que "tem evidência robusta" que a introdução precoce do medicamento é extremamente efetiva no tratamento de pacientes com o vírus chinês (Covid-19).

Como afirmamos anteriormente, foram 500 pacientes tratados com hidroxicloroquina e azitromicina, um conhecido antibiótico, tratados logo no início da doença, dos que precisavam de internação. 300 deles já estão curados e receberam alta do hospital.

Ao ser questionado sobre o uso do medicamento pelo Ministério da Saúde e a sua recomendação, o médico informou que o medicamento não é novo e é usado há mais de 70 anos. Os protocolos do estudo clínico estão enviados para a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Governo Federal, com a devida autorização, fazendo ainda parte do estudo o Hospital Albert Einstein.

A previsão é que o estudo seja publicado em pouco tempo, já que foi revisado tecnicamente e deverá ser feito em nível mundial.
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