Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso considera que o 'conservadorismo é sempre perigoso'

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Fernando Henrique Cardoso ao lado de grandes exemplos para a democracia em 2001 (Patricia Santos/Folha Imagem).
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso recentemente concedeu uma entrevista para um jornal de altíssimo alcance nacional e soltou diversas baboseiras como sempre diz, assumindo como sempre o seu tucanismo, ligado aos interesses da esquerda e extrema-esquerda.

Antes de citar a reportagem dos colegas do Renova Mídia, relembramos o encontro que FHC teve com grandes exemplos democráticos do mundo em 2001, quando se reuniu com o Fidel Castro e o próprio Hugo Chávez, grandes exemplos dos maiores ditadores e atuais ditaduras existentes em nosso mundo. Provavelmente Fernando Henrique Cardoso acha que Venezuela e Cuba são grandes exemplos de democracia e posicionamento ideológico, mas nunca entendemos o motivo dessas pessoas não morarem lá.

De qualquer forma, sua entrevista para o jornal apenas escancara as ideias dessa grande referência política, um ateu que abriu o caminho para o avanço da pauta progressista na sociedade, nos melhores ensinamentos de Antonio Gramsci.

Exercendo o seu direito à liberdade de expressão, FHC declarou que 'onda conservadora é sempre perigosa' - em uma bizarrice fora do normal, mesmo até para o ex-presidente da República com seu teatro das tesouras muito bem conhecido dentro do PSDB.

Ao mesmo tempo que ele pediu união entre partidos políticos nos próximos anos, claramente se contradizendo, afirma que o conservadorismo 'é sempre perigoso':

- "A onda conservadora é sempre perigosa. Tem que tomar cuidado. Eu sou contra: quanto mais aberto for o sistema político, melhor. Sempre fui favorável que houvesse união entre os partidos."


Ele ainda finaliza com uma frase sem sentido nenhum:

- "O Brasil tem que forçar as pessoas a entender o jogo do poder. Se for possível fazer uma frente acho bom, sou favorável."


Já o POLITZ acha que o tucano-mor precisa logo se aposentar e deixar de ser uma referência de comentarista político, pois suas ideias e sua ideologia esquerdista claramente está ultrapassada, já que ela não cola em canto nenhum, só forçando muito a barra, com muito artificialismo, através dos ensinamentos de Antonio Gramsci.

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