Família vítima de pornografia infantil processa Twitter por não remover imagens após rede social afirmar que o 'conteúdo não violava suas políticas'

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Uma bela montagem ilustrativa, com a bandeira de um certo país (Divulgação / FreedomWire).

Família vítima de pornografia infantil processa Twitter por não remover imagens após rede social afirmar que o 'conteúdo não violava suas políticas'​


Como sempre, parte do povo brasileiro, gado como de costume, um povo marcado e feliz, acredita que os ensinamentos do filósofo Olavo de Carvalho são loucuras, delírios e conspirações da 'extrema-direita' e enquanto isso, o POLITZ trabalha para mostrar exatamente ao contrário.

Olavo de Carvalho sempre tratou da normatização da pedofilia com a devida gravidade que o assunto merece mas ninguém dá muita bola, sendo raras as exceções onde as pessoas realmente conhecem a verdade por trás do assunto. Há uma crescente tentativa ligada à esquerda globalista de normatizar a pedofilia e já estamos avisando o assunto com antecedência.

Tarefa de Casa: Estudem a República de Weimar e a degeneração sexual da Alemanha no período.

O Twitter tem uma forte tendência de perseguir e calar as vozes da direita, seguindo os mesmos passos de todas as Big Techs do Vale do Silício, algo que já sabemos. O que vocês não sabem é que eles não estão nem aí para os crimes de costume que são praticados na plataforma constantemente. Sejam imagens de pornografia (e até infantil, no caso), apologia ao uso de drogas, prostituição, perfis de facções criminosas brasileiras e todo o pacote de criminalidade possível, sem a rede social de Jack Dorsey mexer um dedo para acabar com o problema.

A informação da mídia mainstream The New York Post é extremamente preocupante, contando que a rede social se recusou a retirar do ar imagens e vídeos pornográficos de uma criança vítima de tráfico sexual, afirmando que o conteúdo "não violava as políticas de uso da rede da companhia", o que gerou um processo judicial federal nos Estados Unidos, pela mãe e a vítima do crime.

O caso ocorreu no Distrito Norte da Califórnia, onde a mãe alega que o Twitter lucrou (de certa forma) com as imagens de sua filha de 13 anos, sendo fotos e vídeos de caráter totalmente sexual, mostrando os abusos sofridos por ela. Pornografia infantil pura. E o Twitter achou completamente normal deixar isso ocorrendo na plataforma.

A criança na época, agora uma adolescente de 17 anos, vive na Flórida, quando tinha 13 anos foi aliciada por traficantes sexuais que se passaram por outra adolescente de 16 anos através do app Snapchat, conforme consta no processo.

Conforme as conversas foram avançando, os traficantes sexuais começaram a chantagear a criança: se não enviasse mais conteúdos sexuais, inclusive com outras crianças, o material já recebido seria enviado para "seus pais, treinadores, professores, padres" e outros.

Eventualmente, a vítima bloqueou os traficantes e eles pararam de assediá-lo, mas em algum momento de 2019, os vídeos apareceram no Twitter em duas contas que eram conhecidas por compartilhar material de abuso sexual infantil, alegam documentos do tribunal.

No mês seguinte, os vídeos seriam relatados no Twitter pelo menos três vezes - primeiro em 25 de dezembro de 2019 - mas a gigante da tecnologia não fez nada a respeito até que um policial federal se envolveu, afirma o processo.

O jovem, vítima quando criança dos abusos, tomou conhecimento dos tweets em janeiro de 2020 porque eles foram amplamente vistos por seus colegas de classe, o que o sujeitou a "provocações, assédio, bullying cruel" e o levou a se tornar "suicida", conforme provas juntadas aos autos processuais. Enquanto os pais da vítima entraram em contato com a escola e fizeram relatórios policiais, ele registrou uma queixa no Twitter, dizendo que havia dois tweets mostrando pornografia infantil dele mesmo e eles precisavam ser removidos porque eram ilegais, prejudiciais e violavam as políticas do site.

Um agente de apoio acompanhou e pediu uma cópia da identidade de D. para que pudessem provar que era ele e, depois que o adolescente concordou, não houve resposta por uma semana, afirma a família. Na mesma época, a mãe de D. entrou com duas reclamações no Twitter relatando o mesmo material e, por uma semana, ela também não recebeu resposta, afirma o processo.

Finalmente, em 28 de janeiro, o Twitter respondeu a Doe e disse que não retiraria o material, que já havia acumulado mais de 167.000 visualizações e 2.223 retuítes, afirma o processo. E como todos nós já vimos denúncias rejeitadas pelo Twitter, chega aquela velha frase:

"Agradecemos seu contato. Revisamos o conteúdo e não encontramos nenhuma violação de nossas políticas, então nenhuma ação será tomada neste momento", diz a resposta, de acordo com o processo.

"Se você acredita que há uma possível violação de direitos autorais, inicie um novo relatório. Se o conteúdo estiver hospedado em um site de terceiros, você precisará entrar em contato com a equipe de suporte desse site para denunciá-lo. Sua segurança é a coisa mais importante, e se você acredita que está em perigo, encorajamos você a entrar em contato com as autoridades locais."

Em sua resposta, publicada na denúncia, D. pareceu chocado.

"O que você quer dizer com não vê um problema? Nós dois somos menores agora e éramos menores na época em que esses vídeos foram feitos. Nós dois tínhamos 13 anos. Fomos chantageados, perseguidos e ameaçados de levar esses vídeos que agora estão sendo postados sem nossa permissão. Não autorizamos esses vídeos EM TODOS e eles precisam ser retirados", escreveu o adolescente ao Twitter.

Ele até incluiu o número do seu caso de uma agência local de aplicação da lei, mas ainda assim o gigante da tecnologia supostamente o ignorou e se recusou a fazer qualquer coisa sobre o material ilegal de abuso sexual infantil - enquanto ele continuava a obter mais e mais visualizações.

Dois dias depois, a mãe de D. foi conectada com um agente do Departamento de Homeland Security por meio de um contato mútuo que teve os vídeos removidos com sucesso em 30 de janeiro, afirma o processo.

"Somente após essa demanda de retirada de um agente federal, o Twitter suspendeu as contas de usuário que distribuíam o conteúdo pedófilo e denunciou ao Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Exploradas”, afirma a ação, movida pelo Centro Nacional de Exploração Sexual e dois escritórios de advocacia.

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