Famosa rede social que preza pela liberdade de expressão sai do ar após Amazon desligar de forma totalitária os servidores do Parler

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Print do site do Parler (Reprodução / POLITZ).

Famosa rede social que preza pela liberdade de expressão sai do ar após Amazon desligar de forma totalitária os servidores do Parler


A famosa rede social conhecida amplamente por ser totalmente favorável à liberdade de expressão, o Parler, conforme preza a própria Constituição Americana, principalmente pela Primeira Emenda, acaba de sair completamente do ar.

A Amazon, que oferece serviços de hospedagem para sites e aplicativos na internet com o Amazon Web Services, de forma ditatorial, no melhor estilo previsto em 1984 de George Orwell, desligou os servidores sem mais nem menos.

As Big Techs, as grandes companhias de tecnologia que incluem a Amazon, Apple, Google, Facebook, Instagram e Twitter, agiram conjuntamente para derrubar toda a existência da rede, impedindo que o próprio Presidente Donald Trump se comunique com o seu público.

Tanto as lojas de aplicativos da Apple como do Google também removeram o aplicativo de suas lojas, impossibilitando que novos usuários acessem o site.

Até ontem, era possível acessar a rede social pelo site (www.parler.com), porém, com a queda dos servidores, isso não é mais possível.

O site Down For Everyone Or Just Me que monitora o funcionamento de serviços na web também confirma a queda do Parler.

Ao contrário de redes sociais da mainstream, dominadas pelo sistema, como o Facebook e o Twitter, o Parler, respeitando os direitos fundamentais humanos de liberdade de expressão, não criaram qualquer restrição contra o Presidente Donald Trump, na qual, foi bloqueado e cancelado em toda a internet por praticamente todos os serviços existentes.

Conforme publicado pela fonte originária:

O fundador e CEO do Parler, John Matze, criticou as ações adotadas pelas gigantes da tecnologia e disse se tratar de uma censura à liberdade de expressão.

“Amazon, Google e Apple fizeram isso propositalmente como um esforço coordenado, sabendo que nossas opções seriam limitadas”, afirmou ele, na própria rede social.

Matze disse também que o Parler é “a última esperança do mundo em termos de liberdade de expressão e informação” e que a suspensão adotada pelas empresas é vergonhosa.

“Esta é uma batalha contra todos nós. Liberais, conservadores, ateus, cristãos, negros, brancos etc.. Eles querem manter o monopólio da palavra”, prosseguiu.

Ao final, reproduzimos as imagens postadas pelo CEO da empresa, John Matze.

Lembramos também que é falsa a narrativa de que Donald Trump teria incentivado protestos e a invasão ao Capitólio americano, na qual, em vídeo, pediu claramente para que os manifestantes fossem para suas casas, em paz e sem utilizar qualquer tipo de violência, enquanto a mídia tenta emplacar a narrativa falsa de que Trump estava incentivando os protestos.

Internautas também identificaram extremistas do Black Lives Matter e Antifas infiltrados nessa invasão. O Twitter está cheio de casos assim.

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