Fraude? Que nada. Só conspiração: Nova ação judicial dos Republicanos mostra que 15 mil eleitores votaram em Nevada e também em outros estados

O POLITZ continua trazendo as informações da bela cobertura realizada pelo The Epoch Times, um jornal de altíssimo alcance internacional, sediado em Nova York (EUA) e aparentemente, um dos poucos jornais estrangeiros que realmente oferecem um verdadeiro trabalho jornalístico, mostrando o outro lado da verdade dos fatos que ninguém quer ver (ou divulgar).

Assim, como sempre, é obrigação do POLITZ trazer esse tipo de informação para vocês.

Na informação publicada pela fonte originária, o Partido Republicano do Estado de Nevada, anunciou ontem uma nova ação judicial para averiguar as possíveis fraudes eleitorais e garantir a integridade do pleito.

A ação tem como base evidências de que 15 mil pessoas que votaram no estado de Nevada também já tinham votado em outros estados americanos, o que obviamente, é proibido.

O processo (clique aqui para ler, em inglês), aberto no Tribunal Distrital de Carson City pelos candidatos do Colégio Eleitoral de Nevada que se comprometeram com o Presidente Donald Trump, estão obviamente contestando os resultados da eleição presidencial em Nevada.

Eles alegam "irregularidades substanciais, impropriedades e fraude" que ocorreram na eleição, e que os funcionários eleitorais de Nevada implementaram um sistema eleitoral que era "altamente suscetível a fraudes e abusos".

"As evidências mostrarão que a natureza e a escala dessa fraude e abuso tornam ilegítimos os resultados das eleições em Nevada", segundo dados retirados do processo.

O ex-procurador-geral de Nevada e o copresidente da campanha de Trump em Nevada, Adam Laxalt, disse que o processo alega que muitos votos por correspondência foram "contabilizados de forma inadequada".

"Estamos apresentando hoje em nosso concurso formal, que há evidências fortes de que 15.000 pessoas que votaram em Nevada também votaram em outros estados. Estamos apresentando que as pessoas que já haviam feito uma mudança de endereço e saíram do estado fora do prazo de 30 dias, seus votos ainda foram contabilizados. Também estamos apresentando eleitores mortos", disse ele em entrevista coletiva na terça-feira.

A história de mortos votando não é novidade, fato este que vem sendo bastante explorado pelas mídias independentes brasileiras e internacionais, como o próprio POLITZ.

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