Depois de sucessivas grandes derrotas, a turma da esquerda passará um bom tempo
sem arsenal bruto nessa guerra política.


Mais uma vez a esquerda perde uma batalha importante, e na última quarta feira (10) foi a reforma da
previdência por 379 votos a favor, contra somente 131 contrários. Desde de 2016 a turma
esquerdista – principalmente a petista – não obtiveram grandes feitos, muito menos
impediram seus opositores de conseguirem. Com o Impeachment da Dilma a turma só foi de
mal a pior, só no congresso perderam com a PEC do teto e reforma trabalhista, na justiça
tiveram que observar - aos prantos – as condenações do Lula em 1° e 2° instâncias, e a tão
desejada prisão, que mesmo com os inúmeros HC’s não conseguiram nada, no máximo foi um
quase Lula livre quando o desembargador plantonista Rogério Favreto tentou dar asas ao
molusco.

Em 2018 a turma levou um bom – e forte – puxão de orelha da sociedade. Além de não
conseguirem reeleger muitos de seus senadores, deputados e governadores, viram a tão
sonhada cadeira presidencial se tornar uma história do passado. Com o poste – Fernando
Haddad – e a esquecida vice - Manuela D’ávila - sendo derrotados nas eleições por Jair
Bolsonaro – o pesadelo da turma em pessoa – com grande apoio da população. Nem vou
contar das também derrotas presidenciais de Ciro Gomes, Marina Silva, Guilherme Boulos, etc.

A lista de derrotados da turma é grande, assim como a lista da Odebrecht, que muitos
deles estão incluídos e alguns infelizmente conseguiram se eleger/reeleger ou até descer um
cargo para não perderem o foro privilegiado. Pelo jeito a turma tá com o ânimo bem baixo,
mas não se preocupe caro leitor, nos próximos 3 anos e 5 meses de governo Bolsonaro muita
derrotas irão de vir – assim espero – e não vai restar opção para a turma a não ser dá uma bela
hibernada, pensar em como soltar o Lula, e como criar mais narrativas de que tudo é culpa dos
“golpistas” e do Bolsonaro.