Impossível defender: Campanha do TSE pelas famigeradas urnas eletrônicas recebe mais de 10 mil dislikes e menos de 300 curtidas

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Reprodução da capa do vídeo no YouTube (Reprodução / POLITZ / YouTube).

Impossível defender: Campanha do TSE pelas famigeradas urnas eletrônicas recebe mais de 10 mil dislikes e menos de 300 curtidas em menos de 24 horas da sua publicação​


Como podem notar, a imagem que ilustra a reportagem foi tirada no momento do fechamento dessa reportagem.

A campanha do Tribunal Superior Eleitoral começará hoje as 15h30m (GMT-3) e não teve um início muito bom pelo visto.

O porta-voz da campanha, em um vídeo inicial de 30 segundos teve pouco mais de 27 mil visualizações e já conta com 10 mil "dislikes" ou "não curti" ou qualquer outro nome que vocês queiram dar para isso.

O Ministro Barroso vem se tornando publicamente o maior defensor das urnas eletrônicas, afirmando que são confiáveis, transparentes, possuem segurança de ponta e que permite a "auditabilidade" do processo eleitoral.

(in)felizmente não é o que parece pensar boa parte dos brasileiros, bastando olhar os comentários na página. Um simples print que nem precisamos baixar a tela muito, verificamos que os comentários são todos negativos e as pessoas, estão exigindo o voto impresso e auditável para não correr o risco de fraude eleitoral. É uma das principais bandeiras do Presidente Jair Bolsonaro.
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Reprodução de parte dos comentários do vídeo em questão. O tom se repete por mais de 2 mil comentários na publicação. Não censuramos nenhum autor já que os comentários são públicos e acessíveis para qualquer um.
(Reprodução / TSE / POLITZ / YouTube)

Como podem notar, os internautas estão furiosos com a urna eletrônica. É um sentimento compartilhado por muitos, já que a transparência e segurança das eleições é um dos principais fatores que sustentam um estado democrático de direito.

O Tribunal Superior Eleitoral talvez não esteja entendendo que as urnas eletrônicas perderam a sua confiança, seja pelo seu histórico, a utilização em países normalmente dominados pela esquerda, dentre diversos outros motivos que levam o brasileiro em geral a crer que elas não são confiáveis.

Graças aos esforços de parlamentares de direita, recentemente foi finalmente instalada a Comissão Especial do Voto Impresso e Auditável na Câmara dos Deputados, que pretende criar um mecanismo adequado para a averiguação e credibilidade delas, imprimindo o voto, que continuará sendo secreto, sem identificação do eleitor, e depositado automaticamente em uma caixa, permitindo que posteriormente possa ser verificado em caso de suspeita.

A iniciativa do TSE provavelmente partiu deste ponto, da criação da Comissão Especial do Voto Impresso e Auditável, comandada especialmente por deputados ligados à base governista, como Bia Kicis, Carlos Jordy e Felipe Barros, que desempenham um papel incrível em seus mandatos para a defesa dos interesses da direita e do conservadorismo. A instalação ocorreu após a determinação de Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados:
- "É importante para que não paire dúvida na cabeça de nenhum brasileiro. Temos que respeitar o sistema eleitoral, mas ele também tem que ser possível de auditagem"


É o mínimo que um estado democrático poderia oferecer, cumprindo com o seu papel democrático e também, oferecendo soluções para os anseios da população, em especial, no que se diz respeito à maior importância e símbolo da democracia: uma eleição justa, limpa e transparente. E Ministro Barroso, com todo respeito, não é o que o brasileiro comum está sentindo nesse momento, tamanha a "revolta" de qualquer um que toque no assunto das urnas eletrônicas.

Seria o momento talvez dos nobres Ministros abrirem os olhos e atender aos anseios da população que vem crescendo a desconfiança quanto às urnas eletrônicas? Qual é o interesse em manter um sistema que não tem a confiança dos brasileiros? São perguntas simples que merecem resposta e no caso, teve que partir do Congresso Nacional, já que apesar de todas as afirmações e defesas da urna eletrônica, elas ainda não passam a confiança exigida por boa parte dos brasileiros.

Vocês podem assistir o vídeo logo abaixo da reportagem e conferir com os próprios olhos a reação dos espectadores:


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