Inabalável, Jair Bolsonaro atinge a sua melhor aprovação no mandato e engole eleitorado antes dominado por PTistas

Em uma nova rodada de pesquisas divulgada por diversas fontes originárias, todas elencadas ao final da nossa reportagem, o Presidente Jair Bolsonaro que enfrenta forças impressionantes na mídia e no establishment, sendo constantemente atacado por todos os lados, traído e abandonado por vários "ex-aliados", inclusive por Sergio Moro, conseguiu atingir a melhor aprovação de todo o seu mandato, inclusive em meio à pandemia chinesa causada pelo vírus chinês conhecido como Coronavírus/Covid-19.

Paraná Pesquisas, PoderData e Datafolha entregaram números bastante semelhantes.

A avaliação positiva do Presidente Jair Bolsonaro chegou ao patamar de 37% conforme pesquisa da Datafolha, publicada nessa sexta-feira, considerando como bom ou ótimo.

Houve queda na reprovação do mesmo, caindo para 34% de 44% anteriormente registrado.

27% dos entrevistados consideraram a gestão dele como regular.

Entre os beneficiados pelo auxílio emergencial dado à pandemia chinesa, o desempenho é maior ainda. Neste grupo isolado, 42% consideram o trabalho dele como ótimo ou bom, sendo 6% superior aos que não receberam o auxílio.

A empresa de pesquisas mostra ainda que os percentuais de aprovação do governo são maiores entre os homens (42%), quem tem de 35 a 44 anos (45%) e moradores da região Sul (42%). E que a desaprovação de Bolsonaro é maior entre mulheres (39%), entre quem completou o ensino superior (47%), e entre quem ganha 10 salários mínimos ou mais (47%)

Foram ouvidos 2.065 eleitores entre os dias 11 e 12 de agosto, em todas as regiões do país, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.

E para finalizar a tampa no caixão para a choradeira da esquerda, outra fonte originária chegou a informar que o "Bolsonaro engoliu o eleitorado lulista" - tendo sua aprovação aumentada entre os pobres e desempregados. Vejam um trecho da reportagem:

“Dos cinco pontos de crescimento da taxa de avaliação positiva, pelo menos três vêm dos trabalhadores informais ou desempregados que têm renda familiar de até três salários mínimos, grupo alvo do auxílio emergencial pago pelo governo desde abril e que tem sua última parcela programada para saque em setembro.

A solicitação do auxílio chega a 40% na população como um todo, taxa que alcança 75% entre desempregados que procuram emprego, 71% entre assalariados sem registro e 61% entre autônomos e profissionais liberais, grupos em que são identificadas as maiores variações pró-governo. Entre os que hoje estão sem ocupação, por exemplo, a reprovação caiu 9 pontos e o apoio subiu 12 (…).

Permanece a melhora também entre as mulheres mais pobres, reforçando tendência observada no levantamento anterior do Datafolha. Elas já foram as maiores opositoras de Bolsonaro, especialmente durante o processo eleitoral, e simbolizam os efeitos diretos do incremento de renda durante a epidemia.”


Em outra fonte originária, a manchete informa que a pesquisa Datafolha confirma a pesquisa do PoderData, mostrando o recorde na sua aprovação, enquanto junho, Jair Bolsonaro registrava uma aprovação de apenas 32%.
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