"Infelizmente trazemos boas notícias": Imunidade contra a praga chinesa (COVID-19) pode durar anos e até por toda a vida, segundo novos estudos

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Imagem ilustrativa (Reprodução / Redes Sociais / Autoria Desconhecida).

"Infelizmente trazemos boas notícias": Imunidade contra a praga chinesa (COVID-19) pode durar anos e até por toda a vida, segundo novos estudos​


Fazendo um paralelo à uma certa jornalista da CNN que chegou ao ponto de falar que 'infelizmente' ela tinha que dar notícias boas, repetimos o mesmo. Obviamente se trata de uma ironia, já que não somos pandeminiuns, coronalovers e outras aberrações que apareceram durante essa pandemia da praga chinesa (Coronavírus/COVID-19). Não trabalhamos aqui como profetas do apocalipse, viu, Sr. Tamarindo?

Nossa intenção desde o início da pandemia era trazer um contraditório, sem tentar vender o pânico, o medo, a depressão e outros meios de controle social propagados pela velha mídia, já que o sofrimento humano dá audiência para eles. Nossa visão é tentar apresentar esse contraditório, com visões e posicionamentos embasados (sempre com fontes), de forma mais positiva e que não trate a ciência como uma única voz que não pode ser debatida, afinal, esse posicionamento do establishment midiático e político do Brasil vai ao contrário da própria natureza científica: o debate de ideias, sem uma verdade única e inabalável.

Novamente, ao contrário do que estudos, publicações e notícias falavam anteriormente, a questão da duração da imunidade contra o vírus chinês (COVID-19) foi novamente "atualizada", conforme novos artigos científicos publicados. Durante toda a pandemia, vemos notícias falando em durações da imunidade indo para apenas 2 meses, 6 meses, 8 meses, um ano, no máximo.

E agora, conforme novas publicações científicas estão chegando, dois estudos publicados mostram que a imunidade contra o Sars-CoV-2 pode durar mais que um ano e possivelmente pode ser para toda a vida da pessoa, especialmente aquelas que já foram infectadas pela praga chinesa.

O último artigo, publicado na segunda feira (24) na revista científica de altíssimo respeito na comunidade científica, Nature, vai exatamente nesse sentido. Vocês podem ler o artigo na íntegra publicado, clicando aqui. Obviamente está em inglês. Clique aqui para fazer o download do arquivo em <.pdf>, disponibilizado pela fonte primária.

Uma publicação mais antiga, também em uma grande revista científica, a BioRxiv, foi feito em dezembro do ano passado. Ele pode ser lido clicando aqui. A fonte primária também disponibilizou o arquivo <.pdf> para download, clicando aqui.

Originalmente as informações foram trazidas pelo jornal esquerdista The New York Times (fonte originária elencada abaixo da nossa publicação para a devida conferência. A reportagem afirma que a maioria das pessoas que se recuperaram com sucesso da praga chinesa (COVID-19) e que foram imunizadas posteriormente não precisarão de reforços de vacinas contra a doença. Tais pesquisas foram realizadas em pessoas que foram expostas ao vírus chinês por cerca de um ano.

Por outro lado, conforme as notícias, pessoas que não tiveram a doença mas foram vacinadas, podem ter necessidade de se vacinarem com uma dose de reforço. A explicação se dá pela forma que a memória imunológica no corpo humano funciona, sendo de forma diferente depois da imunização.

O estudo da Nature por exemplo, mostrou que os pesquisadores encontraram a presença na medula óssea de células que retêm a memória de proteção contra a praga chinesa. Elas são capazes de produzir os anticorpos quando necessário (como a maioria de qualquer outra doença). Já no estudo científico publicado pela BioRxiv, descibriu que as Células de Memória B, continuam a amadurecer e se fortalecerem por pelo menos 1 ano depois da primeira infecção do vírus chinês.

O imunologista Scotty Hensley, da Universidade da Pensilvânia, declarou ao The New York Times:

- "Os documentos são consistentes com o crescente corpo de literatura que sugere que a imunidade induzida pela infecção e pela vacinação parece ter vida longa"

E começa a ter fim as narrativas dos profetas do apocalipse e dos coronalovers.


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