Justiça proíbe feministas abortistas que defendem o assassinato de bebês de usar o nome "católicas" no nome do grupo

O Brasil é o país da piada pronta, com uma geração digna dos ensinamentos da Paulo Freire e dominada até mesmo religiosamente pelas entranhas do progressismo cultural proposto por Antonio Gramsci.

O cenário é de uma confusão mental impressionante, que até mesmo um grupo de feministas abortistas que defendem o assassinato de bebês usavam o termo "católicas" como nome do grupo: "Católicas Pelo Direito De Decidir".

Como podem ver, a confusão mental e ideológica é pesada.

Diante disso, a Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, aparentemente uma das poucas entidades religiosas que realmente defendem os ensinamentos do cristianismo que restaram no Brasil, propuseram uma ação na Justiça de São Paulo para que as supostas "Católicas Pelo Direito de Decidir" removam o termo cristão do seu próprio nome, inclusive do próprio Estatuto Social, o que foi concedido pela Justiça.

Os religiosos acusaram as abortistas de 'implementarem agendas progressistas e anticatólicas em meio aos católicos' e que se realmente fossem católicas, a associação estaria em plena comunhão com a Igreja.

Na decisão, o relator do caso, desembargador José Carlos Ferreira Alves, concordou que a doutrina e as instituições católicas são unânimes na oposição moral do aborto.

Segue um trecho da fonte originária:

afirmou que os objetivos da associação (“mudança nos padrões culturais vigentes em nossa sociedade”, “promover debates pela equidade de gênero”, além de “promover e apoiar a discussão com relação à interrupção voluntária da gravidez”) “nem de longe se alinha com o
espírito da Igreja Católica, que prega a unidade e a obediência”.
“A apelada tem total direito de falar o que quiser e de manifestar livremente seu pensamento (O que a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição Federal lhe garantem, sem dúvidas), mas não com o nome da Igreja e para veicular pensamento notoriamente contrário a doutrina da igreja, o que fere a associação autora (e, como notório, os demais católicos).”
O desembargador afirmou que a associação pró-aborto poderá substituir a expressão “católicas” pela “expressão que quiser (feministas, mulheres, etc., com total e inegável direito de decidir quanto ao ponto, desde que evidentemente não viole direitos de terceiros e guarde coerência e compatibilidade com sua atuação pública)”.
Em caso de desobediência, a associação deverá pagar multa de mil reais por dia.
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Comentários

agora já podem usar o nome verdadeiro do grupo sem dissimular a seita que elas seguem:

"Molochianas pelo Direito de Decidir Sacrificar seus Filhos em Rituais Neo-Pagãos por Supersticionismos Satânicos Embasados em Argumentos de Conveniência de M(censurado)trizes"
 
Nunca rezaram um terço na vida, talvez nem uma ave maria ou pai nosso sozinhas e ainda se dizem catolicas.
 
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