Lava Jato sem morosidade em nova operação de busca e apreensão da Polícia Federal contra o tucano José Serra por caixa dois e 4 mandados de prisão

Pelo visto, bastou um certo ex-ministro cair em seu show midiático que a Lava Jato começou chegar até nos tucanos.

A manhã de terça-feira começa com aquilo que todo o brasileiro gosta: a Polícia Federal deflagrando novas operações de combate à corrupção e em especial, com um certo grupo político que até então era intocável: os tucanos do PSDB.

Os Federais em conjunto com o Ministério Público de São Paulo deflagraram a Operação Paralelo 23, sendo a terceira fase da Lava Jato no âmbito da Justiça Eleitoral.

Um dos alvos, é o próprio José Serra, tucano das antigas, suspeito de ter participado em um esquema de caixa dois na campanha do Senado Federal em 2014.

São 4 m,andados de prisão temporária expedidos e mais 15 de busca e apreensão em Brasília, São Paulo e Itu, além de bloqueio judicial de contas bancárias, tudo determinado pela 1ª Zona Eleitoral de São Paulo.

Em Brasília, as buscas são realizadas no gabinete do Senador e no apartamento funcional dele.

Conforme publicado pela fonte originária:

O inquérito policial aponta para um grupo contratado em 2014 com o objetivo de “estruturar e operacionalizar pagamentos de doações eleitorais não contabilizadas”.

O dinheiro teria sido pago por uma empresa que comercializa planos de saúde. De acordo com a PF, José Serra teria recebido R$ 5 milhões em doações eleitorais não contabilizadas.

Na primeira fase da operação, em abril deste ano, o MP de São Paulo denunciou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, o empresário Marcelo Odebrecht e o publicitário Duda Mendonça pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e de caixa 2 em montante superior a R$ 5 milhões.

De acordo com o MPSP, o inquérito da PF mostrou que, entre 21 de agosto e 30 de outubro de 2014, houve diversos pagamentos realizados em hotéis de São Paulo a representantes de “Kibe” e “Tabule”, codinomes usados pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht para identificar Skaf como um dos beneficiários dos financiamentos irregulares de campanha com recursos drenados de diversas obras públicas por meio de esquema de corrupção, entre 2006 e 2015.
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