Mais um estudo científico publicado mostra que as políticas de lockdown/quarentena não mostraram evidências no impacto na pandemia do Covid-19

Esse artigo faz parte da Série Um Outro Olhar Sobre a Pandemia Chinesa
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Pois bem.

Voltando ao assunto em questão, um novo paper foi publicado no MedRxiv, uma revista médica especializada em publicações científicas, bastante famosa no meio.

De autoria de Thomas A. J. Meunier, o artigo, apesar de não ter passado por uma revisão peer-to-peer, é uma importante fonte de informação para embasar as discussões à respeito da eficácia dos lockdowns totais e quarentenas que se espalham pelo mundo, aparentemente, sem apresentar qualquer resultado positivo, apenas quebrando a economia dos países em que foi imposta.

Desde já, o autor declarou em sua publicação que não recebeu nenhum tipo de financiamento para realização da pesquisa e que seguiu todos os protocolos éticos impostos por comitês acadêmicos.

De acordo com o abstrato da publicação, o objetivo do estudo científico era estudar o impacto das estratégias de lockdown totais nos países ocidentais, como Itália, França, Espanha e Reino Unido e se tais medidas realmente ofereceriam um benefício para diminuir a taxa de infecção do Covid-19.

Comparando as evidências de antes e depois das ordens de lockdown, o autor afirmou que não encontrou evidências científicas que tais medidas podem diminuir o crescimento das infecções do vírus chinês e sua reprodução, chegando até afirmar que tais estratégias podem não ter contribuído para não salvar nenhuma vida na pandemia.

O artigo também mostrou que países vizinhos que adoram medidas menos restritivas, experimentaram um tempo de evolução bastante similar na epidemia causada pela praga chinesa.

Como sempre, declaramos a fonte originária dessa publicação científica e disponibilizamos exclusivamente aqui para vocês no POLITZ para a leitura:

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