Ministro Astronauta 'não vê problemas' em vacinação obrigatória caso tenha "comprovação científica"

A "comprovação científica" virou praticamente uma nova religião para este admirável mundo novo. Porém, achamos estranho o Ministro Astronauta, Marcos Pontes, da Ciência e Tecnologia dar tanta certeza em um argumento na qual a própria definição da ciência se encontra dentro de uma dinâmica constantemente mutável que evoluí naturalmente conforme novas descobertas científicas vão sendo feitas.

O POLITZ sempre vai se opor a qualquer ideal que acabe ferindo a liberdade de escolha do indivíduo, especialmente quando exista a imposição de uma "obrigação" para o cidadão com conteúdos e exigências bastante questionáveis, como por exemplo, injetar dentro do próprio corpo substâncias químicas que foram feitas às pressas para um vírus que não tem nem um ano de conhecimento científico estabelecido.

Voltando agora à notícia, o Astronauta fez suas afirmações nessa quarta-feira durante a inauguração das linhas de pesquisas do centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais em Campinas, São Paulo.

O ministro usou como exemplo a vacinação obrigatória no caso da BCG, aplicada em recém-nascidos do país. Pontes, no entanto, defendeu que é contra “obrigar uma pessoa a testar” uma eventual vacina, como ocorre com voluntários a imunizantes do novo coronavírus.

O problema, prezado Ministro Marcos Pontes, é que a Vacina BCG teve a sua criação inicial em 1906, sendo amplamente aperfeiçoada ao longo do tempo, com diversas evoluções tecnologias e científicas.

Chega até parecer burrice ou inocência comparar as atuais soluções imunológicas contra o vírus chinês com uma vacina que existe há mais de trocentas centenas de anos.

Infelizmente temos que dispensar o comentário do Ministro Marcos Pontes que deu uma bela canelada em sua declaração. É melhor ficar só no mundo da Lua mesmo Ministro e não tentar defender obrigações duvidosas à ninguém.
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