Ministros do Supremo Tribunal Federal indicaram que a ex-procuradora federal Bia Kicis não deveria presidir a CCJ na Câmara

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A Dep. Federal Bia Kicis, ex-procuradora (Divulgação).

Ministros do Supremo Tribunal Federal indicaram que a ex-procuradora federal Bia Kicis não deveria presidir a CCJ na Câmara​


Um jornal de altíssimo alcance nacional informou através de uma jornalista de que conversou com pelo menos dois ministros do Supremo Tribunal Federal, relatando à mídia de 'não acreditam' que Bia Kicis, deputada federal de cunho conservador e grande aliada do Presidente Jair Bolsonaro não será confirmada como presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma das comissões mais importantes da Câmara.

Os dois afirmaram que integrantes da Câmara também sinalizaram nesse sentido.

Um dos motivos pela qual é criticada pelos Ministros é a razão dela ter defendido o impeachment de Alexandre de Moraes e de Gilmar Mendes.

Segundo a fonte originária, um magistrado que conversou com o jornal afirmou que uma "CCJ radicalizada" é ruim para o próprio governo, já que "as chances de se obstruir as votações são maiores nesse ambiente". Ele vê a candidatura da Deputada Kicis como um "balão de ensaio".

Informa-se que a CCJ é uma das Comissões mais importantes da Câmara, já que analisa primariamente a legalidade e constitucionalidade de todos os projetos de lei que tramitam na Casa Legislativa, bem como as Propostas de Emendas à Constituição (PEC's).

Outro integrante da Mesa Diretora da Câmara afirmou que a repercussão ao nome de Bia Kicis foi "a pior possível", acreditando ser "pouco provável" que ela presida a CCJ.

Uma dúvida que o POLITZ levanta é se esse não seria um possível caso de interferência dos Poderes nas Competências dos outros, bem como, qual é a grande preocupação contra a Deputada Bia Kicis, que tem um currículo impecável, como ex-procuradora, tendo uma capacidade técnica acima da média da Câmara.

De qualquer forma, também é necessário buscar a definição de "radicalização" que tanto usam para atacar a imagem de outras pessoas. Essa definição se dá pelo fato de políticos serem aliados ao Presidente Bolsonaro e defenderem pautas conservadoras e de direita? Não nos parece muito "radicalismo" seguir uma determinada ideologia, algo bastante comum em um estado democrático de direito.

Se todos pensassem e defendessem os mesmos interesses, não seria uma democracia. Seria um estado totalitário nos moldes venezuelanos em que qualquer opositor, dissidente ou "quem pense diferente" seria totalmente excluído da vida pública, ou até preso e morto como acontece na ditadura de Nicolás Maduro.

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