Novo estudo científico publicado mostra que quase todos os internados (88%) pelo vírus chinês em Nova York já tinham pelo menos doenças preexistentes

Esse artigo faz parte da Série Um Outro Olhar Sobre a Pandemia Chinesa
Um estudo científico publicado no final de abril pela revista científica Journal of The American Medical Association (JAMA) mostrou que quase todos os pacientes internados por conta do vírus chinês, tinham alguma doença prexistente, que avaliou 5.700 pacientes em Nova York.

Obviamente, o POLITZ disponibilizou os links para as fontes originárias dessa matéria, inclusive, da própria revista científica que publicou o estudo.

De acordo com os dados divulgados, temos as seguintes informações para 5.700 pacientes internados, observados pelo estudo científico:

De todos os pacientes internados, 88% tinham mais de uma doença preexistente:
  • Mais de uma doença: 88%
  • Apenas uma doença: 6,3%
  • Nenhuma doença: 6,1%

Doenças específicas de pacientes internados, das mais comuns para as mais raras:
  • Hipertensão: 53,1%
  • Obesidade: 41,7%
  • Diabetes: 31,7%
  • Obesidade Mórbida: 19%
  • Doenças Coronárias: 10,4%
  • Asma: 8,4%
  • Falhas no Coração: 6,5%
  • Câncer: 5,6%
  • Doenças Crônicas Pulmonares: 5%
  • Doenças Crônicas Renais: 4,7%
  • Doenças Renais Graves: 3,3%
  • Apneia Obstrutiva do Sono: 2,7%
  • Histórico de Transplante de Órgãos: 1%
  • HIV: 0,8%
  • Cirrose: 0,3%
  • Hepatite B: 0,1%
  • Hepatite C: 0,1%

Neste estudo, publicado pelo Jornal Americano da Associação Médica, os pesquisadores queriam aprender mais sobre as pessoas que estavam internadas em decorrência da infecção causada pelo vírus chinês (Coronavírus/Covid-19). Eles analisaram pelo menos os dados hospitalares e prontuários médicos de pelo menos 5.700 pacientes que foram admitidos aos hospitais da região de Nova York entre março e abril deste ano.

A média dos pacientes é de 63 anos e 94% deles possuíam alguma comorbidade e 88% deles, tinham mais de duas doenças preexistentes.

Os pesquisadores também analisaram os dados de 2.634 pacientes que eventualmente receberam alta ou que morreram. Em torno de 14% foram tratados nas unidades intensivas (UTIs), 12% utilizaram ventiladores mecânicos, 3% receberam terapia para os rins e 21% morreram.

Um grave resultado mostrou que pelo menos 88% dos pacientes que foram colocados em ventiladores mecânicos acabaram morrendo. Entre os que são colocados nesse equipamento, a maioria possuía diabetes.

A Dra. Karina Davidson, uma das autoras do estudo e vice-presidente do Feinstein Institutes For Medical Research fez as seguintes declarações:

- "Ser portador de alguma comorbidade aumenta seus riscos [...] Esta é uma doença muito séria, com um resultado muito ruim para quem tem alguma doença grave. Queremos que os pacientes com doenças crônicas graves tomem uma precaução especial e procurem atendimento médico mais cedo, caso comecem a mostrar sinais e sintomas de infecção. Isso inclui saber que eles foram expostos a alguém que tem esse vírus."
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