Novos estudos apontam que os curados da praga chinesa podem desenvolver imunidade forte e douradora até para quem teve sintomas leves e assintomáticos

Conforme relatou a fonte originária (elencada ao final da nossa reportagem), pesquisadores de diversas universidades dos Estados Unidos, Canadá e da Europa encontraram evidências científicas quanto a memória imunológica adquirida por pacientes curados da praga chinesa (Coronavírus/Covid-19), sendo forte e douradora, mesmo para casos leves e assintomáticos.

Os estudos ainda não foram revisados por pares, porém, pelo menos três artigos científicos já sugerem a proteção.

Cientistas da Universidade de Washington nos Estados Unidos por exemplo, descobriram que as pessoas recuperadas do vírus chinês desenvolveram anticorpos IgG (de memória), específicos para o vírus e um "plasma neutralizante", bem como células B e T para se defender do vírus xing ling.

O estudo, publicado no último site na revista científica medRxiv, mostrou que os linfócitos específicos para o vírus mostraram características associadas à imunidade antiviral potente. “Esses achados demonstram que casos de Covid-19 leve expelem linfócitos de memória que persistem e exibem marcas funcionais associadas à imunidade protetora antiviral”, escreveram.

Logo após a publicação, cientistas da Universidade do Arizona, também nos EUA, publicaram também um estudo na qual afirmam que os níveis de anticorpos neutralizantes e específicos permaneceram elevados e estáveis por pelo menos de 2 a três meses após o início dos sintomas em todos os casos, até mesmo par assintomáticos:

- "Concluímos que a imunidade é durável por pelo menos vários meses após a infecção pelo Sars-CoV-2"


Também está publicado no site do medRxiv.

E ainda, como publicado pela fonte originária:

Em Toronto, no Canadá, cientistas estudaram a resposta de anticorpos a partir de amostras das mucosas: os anticorpos anti-CoV-2 foram prontamente detectadas no soro e na saliva, com níveis máximos de IgG atingidos no intervalo entre 16 a 30 dias. Enquanto os anticorpos IgA decaíram rapidamente, os do tipo IgG permaneceram estáveis por até 115 dias.

“Como o Sars-CoV-2 inicialmente se replica nas vias aéreas superiores, a resposta do anticorpo na cavidade oral é provavelmente um parâmetro importante que influencia o curso da infecção”, explicam os pesquisadores na publicação, que também ainda está em versão pré-impressão. (Com informações do New York Times)
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