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O Hitler Soviético: Guenrikh Yagoda, conheça o mais carniceiro depois de Stalin

Genrikh Yagoda, que nasceu em 7 de novembro de 1891, numa família judaica, de Rybinsk, Rússia, durante o Império Russo e cresceu politicamente durante a União Soviética, foi um policial secreto da NKVD que acabou servindo como diretor da instituição entre 1934 e 1936. Ele foi responsável pela supervisão do julgamento e condenação dos velhos bolcheviques Lev Kamenev e Zinoviev durante o Grande Terror (Grande Expurgo) de Stalin e foi delegado como responsável pelas obras do Canal Mar Branco–Báltico feito por prisioneiros que ficavam sob os olhos de Naftaly Frenkel também. Yagoda era tão opressor como líder da NKVD que durante sua gestão dentro da instituição, um quarto de um milhão de pessoas foram presas e mandadas direto aos Gulags, que acabaram morrendo. Mas Yagoda não agiu somente nos campos, acabou interferindo e intermediando a Grande Fome na Ucrânia entre os anos de 1932 e 1933, regime de fome conhecido como Holodomor, que teria liquidado no mínimo 7,6 milhões de ucranianos.


Então você soma as mortes dos campos, que não foram poucas, com a mortes do Holodomor, que aconteceu com sua arquitetura, os massacres, fuzilamentos, torturas, repressões e afins, e você tem o incrível número de 10 milhões de mortes diretas e indiretas causadas por Yagoda. E isso sequer entra nos livros de história! Mas é claro que todo algoz não age sozinho, na realidade, Yagoda estava sempre “muito bem” acompanhado, considerando que trabalhou com pessoas como Vasili Mikhailovich Blokhin, conhecido por ter matado mais de 5.000 policiais poloneses de uma vez só durante um fuzilamento sumário que ficou conhecido como Massacre de Katyn, que aconteceu na Polônia, liquidando no mínimo 25.000 poloneses inocentes durante a invasão soviética à Polônia, pelas mãos de pessoas como Yagoda e Blokhin. Blokhin agiu como “carrasco” na NKVD e era conhecido pelas suas matanças que não paravam, pelo contrário, só aumentavam, no início, por exemplo, tinha a ambição de matar 300 prisioneiros por noite usando uma pistola alemã Walther Model 2 .25 ACP travestindo boné, avental de açougueiro e luvas, executava friamente os prisioneiros.

Por fim, agora que você conhece um pouco da história de Genrikh Yagoda e as pessoas que trabalhavam com ele, você consegue ter uma noção da carnificina que era a União Soviética dominada pelos Bolcheviques. Considere que grande parte desses Bolcheviques que governaram e fizeram parte diretamente e indiretamente da história da União Soviética já estavam exilados devido a crimes que cometeram durante o regime do Czar, ou seja, criminosos voltaram à Rússia e tomaram o poder para si… Boa coisa não poderia acontecer.

Aqui vai uma lista de Massacres feitos pela NKVD de Yagoda e sua corja (não que sejam todos intimamente ligados à administração de Yagoda, mas este não teria feito diferente de seus colegas que o sucederam):

•Massacre de Chervyen (Bielorrúsia): Entre 24 e 27 de Junho de 1941, durante uma evacuação num presídio em Minsk, foram mortas pelo menos 1.000 pessoas civis.

•Massacre de Hlybokaye (Bielorrúsia): Em 24 de Junho de a NKVD matou pelo menos 800 pessoas, que em sua grande maioria, vinham da Polônia e estavam presas no presídio gestado pela NKVD perto de Vitebsk.

•Massacre de Hrodna (Bielorrúsia): Em 22 de Junho de 1941, com a intenção fracassada de mataram 1.700 prisioneiros, a NKVD não conseguiu realizar fielmente seu objetivo devido ao avanço alemão em terras do Leste, o que não significou que não tenha ocorrido um verdadeiro massacre no presídio local.

•Massacre de Vileyka (Bielorrúsia): Em 24 de Junho de 1941, vários prisioneiros que se encontravam doentes ou feridos, foram executados brutalmente pela NKVD.

•Massacre de Tartu (Estônia): Em 9 de Julho de 1941, a NKVD decide matar quase 200 prisioneiros, que tiveram seus corpos jogados em túmulos improvisados dentro da prisão local.

•Massacre de Vilnius (Lituânia): Após a invasão alemã, a URSS decidiu por matar grande parte dos prisioneiros que estavam na presidiária local.

•Massacre de Rainiai (Lituânia): 79 prisioneiros políticos foram fuzilados pela NKVD na prisão local.

•Massacre de Pravieniškės (Lituânia): A NKVD decide fuzilar 260 prisioneiros políticos e grande parte da administração do presídio local.

•Massacre de Berezhany (Ucrânia): Entre 22 de Junho e 1 de Julho, a NKVD decidiu matar 300 prisioneiros poloneses que estavam na prisão local, junto com alguns ucranianos, que também foram mortos.

•Massacre de Donetsk (Ucrânia): A NKVD fuzilou sumariamente, no Campo Rutchenkovo, civis. Infelizmente não há informação consistente sobre números de mortos.

•Massacre de Dubno (Ucrânia): Todos os prisioneiros da presidiária local, sob o comando da NKVD, foram sumariamente fuzilados, incluindo crianças e mulheres.

•Massacre de Ivano-Frankvisk (Ucrânia): Pelo menos 500 prisioneiros poloneses (incluindo 150 mulheres com algumas crianças) foram agressivamente fuzilados pela NKVD e tiveram seus corpos enterrados de forma improvisada em Dem’ianiv Laz.

•Massacre de Kharkiv (Ucrânia): Um presídio da NKVD localizado na Ucrânia na cidade de Kharkiv, foi incendiado pelos oficiais da NKVD e 1.200 pessoas morreram queimadas vivas. O ator e diretor russo Ivan Yukhimenko também morreu neste incidente.

•Massacre de Lutsk (Ucrânia): Depois da invasão alemã e do bombardeamento da prisão local da NKVD, os oficiais desta, tentaram negociar com os prisioneiros uma espécie de anistia se esses não fugissem. Bem, os prisioneiros ficaram de frente para um tanque de guerra soviético bem alinhados e lhes foi dito “Os que ainda estão vivos, levantem!” E então, os que estavam vivos, enterraram de forma improvisada os mortos e acabaram por serem mortos também. 370 civis foram brutalmente assassinados pela NKVD.

•Massacre de Lviv (Ucrânia): Pelo menos 4.000 pessoas foram mortas pela NKVD, incluindo crianças, adolescentes e mulheres, durante os meses de Junho e Julho de 1941.

•Massacre de Sambir (Ucrânia): 570 pessoas mortas pela NKVD.

•Massacre de Simferopol (Ucrânia): A NKVD, num ato covarde, atira nos prisioneiros perto do prédio desta e na prisão local da cidade.

•Massacre de Yalta (Ucrânia): NKVD fuzila sumariamente prisioneiros.

•Massacre de Oryol (Rússia): Acontecendo em Setembro de 1941, a NKVD decidiu fuzilar brutalmente pelo menos 150 prisioneiros políticos (dentre eles Christian Rakovsky, Maria Spiridonova, Olga Kameneva e Dmitri Pletnyov) na Floresta de Medvedevsky.

A NKVD executou sumariamente civis completamente inocentes e não foi feito nada para repreender esses atos contra a vida humana que são considerados pela comunidade internacional como “crimes de guerra soviéticos”. Não existiu, por exemplo, um Tribunal de Nuremberg aos soviéticos, que também mataram e muito junto com os nazistas. Yagoda morreu em 15 de Março de 1938, como outros 3.000 membros da Polícia Secreta Soviética, num fuzilamento sumário durante o Grande Expurgo.
Suas últimas palavras para Alexander Orlov, durante a sua estadia na Prisão de Lubianka, na Rússia foram: “De Stalin só mereço gratidão pela minha lealdade, de Deus mereço o mais severo castigo por ter violado milhares de vezes os seus mandamentos. Agora repare onde me encontro e veja se existe ou não um Deus…”
Fontes das Informações
Diversas.
Sobre o(a) Autor(a):
FatosEsquerda
Uma página mostrando as verdades que tentam esconder sobre a esquerda.

Comentários

Criminosos ressentidos por terem sido exilados (e com a mente dominada por uma ideologia genocida de psicóticos que diz literalmente para eliminar a tal "classe opressora" da sociedade), retornam, chegam ao poder e destroem uma cultura.

Nada muito diferente do Brasil das duas últimas décadas.
 
É por essas ideologias macabras que os esquerdistas lutam.

Pol Pot, Fidel Castro, Hugo Burro Chavez, o Gordo Kim da Coreia, tudo sociopata "tentando interretar Marx corretamente" .

Ideologia macabra, compartilhada por sociopatas e idiotas uteis.
 

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