Pânico nas redações, na CPI do Circo e nos profetas do Apocalipse: Universidade de Oxford inicia estudos com a Ivermectina contra o COVID-19

Dados da Imagem
Imagem ilustrativa de uma caixa do medicamento Ivermectina (Reprodução / Benoit Tessier / Reuters).

Pânico nas redações, na CPI do Circo e nos profetas do Apocalipse: Universidade de Oxford inicia estudos com a Ivermectina contra o COVID-19​


E o POLITZ vem de novo remando sem cansar com toda a Fé em Deus, recebendo toda a força divina possível para continuar batalhando pela transmissão de informações de qualidade, sempre verificáveis, com suas devidas fontes, créditos autorais e links plenamente checáveis por todos vocês, proibindo qualquer agência de checagem dos fatos dizer o contrário, já que são meros tentáculos do Leviatã estatal do Ministério da Verdade.

Enfrentando o establishment todo santo dia, trazendo um contraditório embasado em centenas de publicações, retornamos novamente com um posicionamento que nunca foi escondido por nós, em especial, o uso de medicamentos em tratamentos off labels, como é o caso da Ivermectina, a Hidroxicloroquina, Vitamina D e até mesmo o mineral Zinco para o tratamento da praga chinesa (COVID-19).

Declaramos desde já que sempre exercemos o nosso direito à liberdade de expressão e pensamento, outro direito universal humano, natural e que cada vez é mais cassado pelos poderes do Estado. Embasamos principalmente nossas opiniões, normalmente contrárias às narrativas oficiais do establishment político e midiático, causando euforia, pânico em redações e desespero em políticos e figuras públicas que insistem em politizar a maior desgraça que recaiu sobre a humanidade nos últimos tempos.

Como sabem, utilizamos um tracking de altíssima confiança que acompanha em tempo real todas as publicações científicas em revistas notórias. Um grupo de médicos, voluntários, agentes da saúde pública construíram um site que realiza em tempo real a captação de toda e qualquer publicação científica sobre o tratamento da praga chinesa.

Antes de iniciar a reportagem contida na manchete da publicação, recomendamos uma breve leitura no site em questão. Há opções de navegação para todos os outros fármacos que de alguma maneira apareceram no meio da pandemia chinesa.


Em sua última atualização, a imagem principal que ilustra o resumo de todos os estudos publicados sobre o uso da Ivermectina contra o COVID-19 informa o seguinte:

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Em resumo rápido, não temos tempo para traduzir todo o conteúdo, apenas reproduzindo o conteúdo externo, temos os seguintes Tópicos apresentados e obviamente, todos os estudos científicos publicados podem ser checados de maneira individual:


Uso da Ivermectina para o Tratamento do COVID-19

  • 60 estudos contabilizados, com 549 cientistas participantes e 18.931 pacientes.
  • 31 estudos controlados randomizados
  • 85% de melhora em 14 estudos profiláticos
  • 76% de melhora em 25 estudos de tratamento precoce
  • 46% de melhora em 21 estudos de tratamento tardio
  • 70% de melhora na mortalidade em 22 resultados analisados
  • 64% de melhora em 31 estudos randomizados e controlados
De qualquer forma, apesar da mídia mainstream e o establishment político e social ignorarem completamente tais informações, hoje, uma notícia publicada originalmente pela Agência Reuters, notoriamente um velho representante da velha mídia, provavelmetne causou alvoroço, pânico e desespero em diversos setores da sociedade, notadamente, redações jornalísticas, políticos, senadores e qualquer um que provavelmente classifica o Presidente Jair Bolsonaro como um "genocida", "negacionista", "fascista" e outros adjetivos comumente utilizados para desqualificar o oponente, enquanto a massa de manobra repete como papagaios desprovidos de qualquer inteligência, a Universidade de Oxford iniciou, devido a prováveis mudanças no cenário político e interesses obscuros, estudos sobre o uso da Ivermectina contra o COVID-19, tal como apresentado pelo tracking acima mencionado.

Afinal, não dá para ignorar a verdade por tanto tempo. Uma hora ela aparece. Teorias que antes eram classificadas como "conspirações da direita delirante" cada vez mais são comprovadas, onde o passado comprova o futuro.

O cenário previsto por este humilde editor é que mais Universidades, cientistas e outros começaram a seguir a mesma linha de raciocínio, buscando "sem viés político" (aviso de ironia), estudos "confiáveis" e "com comprovação científica" para tratar tais temas. Prevemos que a Hidroxi/cloroquina em breve entrará também no rol de assuntos a serem estudados, já que o mesmo tracking mencionado também concluí que em geral, os medicamentos usados em tratamentos off labels realmente possuem alguma eficácia no tratamento da praga chinesa.

Na melhor das hipóteses, muitos terão que pedir desculpas para o Presidente Jair Bolsonaro e até o Presidente Donald Trump, que foram homens o suficientes para oferecer uma solução rápida, barata e aparentemente muito eficaz no tratamento da praga chinesa. Na pior das hipóteses, teremos um samba do crioulo doido para tentar justificar as novas informações que serão futuramente publicadas sobre tais assuntos.

Inclusive, uma das primeiras mídias brasileiras à publicar a informação, a Revista Exame, notoriamente voltada à extrema-esquerda, publicou em primeira mão a informação e nossos seguidores logo trataram de verificar que a reportagem foi apagada instantes depois, como podem ver nos prints fornecidos:

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Como podem verificar, o link para a reportagem: https://exame.com/ciencia/oxford-testa-ivermectina-como-possivel-tratamento-para-covid-19/ já não se encontra mais disponível no site da Revista Exame.

Porém, como não somos burros e nem nada, tratamos de arquivar imediatamente a publicação da Revista Exame em um site especializado em "salvar" e arquivar informações na internet.

Vocês podem conferir através do seguinte link:
Arquivo.

Atualmente, contamos apenas com uma segunda fonte primária que reproduziu as informações, conforme link fornecido abaixo da mídia Money Times.

E para garantir a veracidade da nossa publicação, trouxemos a informação diretamente da Agência Reuters, uma mídia globalista que trouxe tal informação da renomada Universidade de Oxford do Reino Unido, tratada como fonte originária da presente publicação, informando o fato.


A Universidade de Oxford Estuda o Medicamento Antiparasitário Ivermectina Como Tratamento Para o COVID-19

Pois bem. De acordo com as informações da fonte originária, a Universidade de Oxford afirmou nessa quarta-feira que iniciou os estudos para testar a Ivermectina como possível tratamento para a praga chinesa (COVID-19). O estudo atualmente está sendo financiamento pelo próprio governo britânico e seu objetivo é ajudar o tratamento de pacientes que não se encontram em hospitais.

Segundo os estudos laboratoriais conduzidos pela Universidade de Oxford, o uso da Ivermectina reduz a replicação do vírus chinês, de acordo com um projeto piloto iniciado, mostrando que uso precoce do medicamento realmente reduz a carga viral e duração dos sintomas em alguns pacientes infectados pela praga chinesa. A informação corrobora com o tracking já mencionado, confirmando mais ainda a teoria na qual defendemos.

Por outro lado, estudos anteriores, que basicamente nortearam o mundo inteiro sobre o tratamento contra a praga chinesa, foi amplamente divulgado mundialmente que antibióticos como a Azitromicina e a Doxyciclina geralmente eram ineficazes no tratamento precoce contra o COVID-19, bem como a própria Ivermectina e a Hidroxi/Cloroquina.

Como sabemos, a Organização Mundial de Saúde, bem como agências reguladoras da União Europeia e dos Estados Unidos recomendaram agressivamente a não utilização da Ivermectina em pacientes com o COVID-19, ao mesmo tempo que países como a Índia utilizam o medicamento amplamente e com resultados relevantes.

"Ao incluir Ivermectina em um ensaio de grande escala como realizado pelo estudo [batizado de] PRINCIPLE, esperamos gerar evidências robustas para determinar a eficácia do tratamento contra COVID-19 e se há benefícios ou danos associados ao seu uso", afirmou o principal cientista do do estudo, Chris Butler.

A reportagem também alerta e não recomenda o uso indiscriminado para pessoas com problemas hepáticos graves, que estão tomando medicamentos para afinar o sangue, ou tomando outros tratamentos conhecidos por interagirem com a Ivermectina, serão excluídas do estudo, acrescentou a universidade, de maneira responsável.

...ao contrário do que aconteceu com aquele fatídico e assassino estudo conduzido em um certo estado brasileiro por "cientistas", praticamente todos ligados à esquerda brasileira onde usaram doses cavalares de Cloroquina, assassinando pacientes já em estado grave, simplesmente com o objetivo claro de minar politicamente certos setores da Republica. Mas isso é apenas a nossa opinião.

Por fim, fora informado que a Ivermectina é o sétimo medicamento a ser investigado no estudo, atualmente também avaliado com o antiviral Favipiravir, conforme declaração da própria Universidade de Oxford.

O que resta perguntar é o seguinte: será que a CPI do Circo, do palanque politiqueiro brasileiro, criado por Senadores com credibilidade extremamente duvidosa, declararão a Universidade de Oxford como genocidas, negacionistas, fascistas, assassinos e outros adjetivos? Ou quem sabe, poderiam até convocar os representantes da renomada instituição de ensino secular para depor na CPI.



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Tomo 3 comprimidos todo mês. Até agora nada nenhuma gripe xing-xong ou sequer normal me pegou.
 
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