Povo armado é um povo livre: Registros de armas de fogo aumentam 120% em 2020. De 2017 a 2019, o total de armas registradas subiu 65%

Mesmo com décadas de domínio e monopólio cultural da esquerda no Brasil, onde o establishment fez praticamente de tudo para criminalizar e criar preconceitos contra o uso de armas, a vitória do Presidente Jair Bolsonaro e a óbvia popularidade de ideais conservadores e de direita, deu uma virada no jogo quanto às questões de armamentos para civis.

Os relatórios do Fórum de Segurança Pública mostram que o número de registro de armas de foto de colecionadores, atiradores e caçadores subiram pelo menos 120% em 2020.

O total de armas registradas na Polícia Federal cresceu 65% de 2017 a 2019.

A íntegra do relatório do 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública pode ser lida aqui.

Enquanto isso, o número de apreensões de armas ilegais diminuíram, já que houve uma ligeira queda (1,9%) no número de operações realizadas pela Polícia Rodoviária Federal e 0,3% menos apreensões feitas pelas polícias estaduais em 2019 se comparada a 2018.

Conforme publicação da fonte originária:

“Os sistemas federais ainda não conseguem fornecer essa informação básica. Não ajuda a instabilidade jurídica promovida pelo sem-fim de decretos e alterações de portarias publicadas pelo Governo Federal a partir de janeiro de 2019”, diz Ivan Marques, presidente da Organização Internacional Control Arms e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no Anuário.

“Como os números demonstram 1 aumento significativo nos registros de armas ativos, tanto para civis quanto para forças de segurança, e, historicamente observa-se que parte dessas armas migra do mercado legal para o ilegal, infere-se que a diminuição das apreensões é também sinal de redução de interesse neste tipo de operação”, afirma Marques.

A queda mais acentuada foi na região Centro-Oeste. Em 2016, a região era a campeã em apreensões, com a retirada de 99 armas ilegais para cada 100 mil habitantes . Em 2019, o número caiu para 32,6 armas para cada 100 mil habitantes. Com a descida, o Centro-Oeste passou a ser a região brasileira que menos tira armas de fogo ilegais de circulação.


Mesmo com a popularização da ideologia conservadora, podemos ainda notar, pelo tom do relatório, que ainda há forças tentando impedir o exercício do direito natural de legítima defesa, seja contra inimigos internos ou externos e governos ditatoriais.
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