Presidente Bolsonaro classifica João Doria como um "nanico projeto de ditador" e de "irresponsável" por defender vacinação obrigatória da população

Durante as tradicionais visitas dos apoiadores do Presidente Jair Bolsonaro ao Palácio do Alvorada, o Presidente voltou a criticar as medidas autoritárias defendidas pelo governador de São Paulo, João Doria.

Ele classificou como "medidas autoritárias" as ideias impostas e defendidas pelo governador João Doria, para obrigar a vacinação da população contra o vírus chinês (Coronavírus/Covid-19), classificando ele como um "nanico projeto de ditador".

- "Impor medidas autoritárias só para esses nanicos projetos de ditadores, como esse cara de São Paulo aí. Eu não vi dizer nenhum chefe de Estado do mundo dizendo que iria impor a vacina"


Ontem, durante o embate em relação às vacinas chinesas que levantam extrema desconfiança da população, a tal da Coronavac, produzida e desenvolvida em tempo recorde sob um vírus que a ciência mal tem conhecimento sobre o mesmo, o Presidente Bolsonaro vetou a suposta compra das milhões de doses da mesma.

Obviamente isso deixou João Doria enfurecido, já que ele vem defendendo o negócio da China como ninguém.

Bolsonaro frisou que não é possível falar em vacinação porque ainda não existe vacina eficaz ratificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e disse que Doria agiu de maneira irresponsável. “Quando esse governador fala em vídeo que ele iria obrigar 40 milhões de paulistas a tomar a vacina ele causa o pânico nesse pessoal. É um direito de cada um tomar ou não”, disse.

A OMS ao mesmo tempo, representada pela vice-diretora, Mariângela Simão, afirmou que a entidade não recomenda a vacinação obrigatória contra o COVID-19, o que levou até mesmo o Presidente elogiar a atuação da instituição em relação à este posicionamento.

Conforme publicado pela fonte originária:

Mariângela Simão disse ontem que cabe a cada país decidir, mas pontuou que a organização não recomenda “medidas autoritárias”. “A OMS defende que isso é para cada país decidir. Mas em uma situação que você está falando com adultos, que têm capacidade de discernimento para fazer escolhas informadas, não se recomenda medidas autoritárias. Até porque é difícil fiscalizar. Vai depender da situação interna de cada país, mas é de difícil implementação”, explicou em entrevista à CNN Brasil.
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