Presidente do CFM depois de defender tratamento precoce afirmando que é 'uma mentira que não tem efeito', Conselho defende tratamentos off labels

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O Presidente do Conselho Federal de Medicina, Dr. Mauro Ribeiro (Reprodução / Geraldo Magela / Agência Senado).

Presidente do CFM depois de defender tratamento precoce afirmando que é 'uma mentira que não tem efeito', Conselho defende tratamentos off labels​


Em se tratando de assuntos de altíssima relevância para o público e a sociedade brasileira, o POLITZ opta por trazer diferentes fontes primárias para a conferência das informações por nós relatadas.

Como toda publicação nossa é acompanhada de links checáveis, além das fontes sempre acessíveis ao final da reportagem, nesse caso não foi diferente.

O Presidente do Conselho Federal de Medicina, Dr. Mauro Ribeiro, para quem não lembra, em março defendeu abertamente a autonomia dos médicos e seus pacientes, deixando bem claro na sua declaração que 'dizer que o tratamento precoce não tem efeito é mentira'.

Como sabem, pelo o assunto estar extremamente politizado, como estamos vendo na CPI do Circo da COVID, protagonizado por algumas figuras bastante duvidosas do Senado Federal, que se transformou em um verdadeiro palanque político, quase um tribunal de exceção, a oposição de viés esquerdista vem tornando a pandemia um problema ainda maior, sustentado também pelas velhas mídias que acompanham o discurso do establishment político e mundial, classificando qualquer um que se posicione de maneira contrária ao discurso oficial como "genocidas", "negacionistas" e outros adjetivos sempre utilizados nas estratégias esquerdistas para desqualificação de seus inimigos.

Nosso posicionamento pessoal e opinativo se dá com base no maior tracking mundial de estudos científicos e publicações de praxe, um site internacional que acompanha em tempo real, toda e qualquer publicação relativa à medicamentos, tratamentos e diretrizes em relação à praga chinesa (COVID-19). Para quem não conhece:


Recomendamos até mesmo que os nobres membros da CPI visitem e estudem as informações postadas pelo site, já que pelo visto, de acordo com os protocolos de cada estudo, o tratamento precoce existe sim e tem funcionado na grande maioria dos casos, seja usando a Hidroxicloroquina, Ivermectina e até minerais e vitaminas como o Zinco e a própria Vitamina D, todas ajudando no combate ao vírus chinês.

Dessa forma, talvez seja exatamente por conta de tais dados empíricos (e científicos) que o Presidente do CFM veio se posicionar nesse sentido. Conforme sua declaração:

- "Infelizmente, certos assuntos foram proibidos. Essa história de que está estabelecido na literatura que o tratamento precoce não tem efeito na fase inicial é mentira”, declarou, em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan, nesta quinta-feira, 25. “Há trabalhos que mostram os benefícios [da terapêutica] na fase inicial, e outros, não. Essa é a realidade. Temos a relação dos trabalhos"

Ainda assim, Marcos reconhece que existem diversas dúvidas sobre o COVID-19, inclusive sobre o próprio lockdown, além de por exemplo, como citamos, a origem do vírus chinês, que antes, tratado como teoria da conspiração, cada vez mais indícios apontam que o vírus realmente é fruto de engenharia genética e "vazou" do Instituto de Virologia de Wuhan.

Vejam um trecho da publicação da fonte primária:

O especialista criticou, ainda, o documento da Associação Médica Brasileira contra a utilização de remédios no enfrentamento ao coronavírus. “Quem tem atribuição legal de modo a definir o que pode ou não ser utilizado é o CFM”, disparou. Em meio às incertezas, Ribeiro defende a autonomia dos profissionais de saúde: “Qual foi a nossa postura sobre o tratamento precoce? Deixar o médico definir o que é melhor para o paciente dele”.

“O CFM não incentiva o tratamento precoce ou o condena, tampouco bane”, afirmou. “Falar que a hidroxicloroquina e a ivermectina matam é falácia. Quem quer fazer o tratamento precoce, que faça. Quem não quiser, não faça”, observou.

E agora, em declaração ainda mais recente por parte do Conselho Federal de Medicina, a entidade máxima da classe médica no país, defendeu através de ofício junto à CPI do Circo, o tratamento off label, ou seja, o uso de medicamentos para tratar doenças que não estão previstas originalmente na bula. Uma prática corriqueira, comum e amplamente utilizada por qualquer médico que trabalhe neste país. De cabeça, citamos exemplos como o Viagra, o Ozempic e milhares de outros medicamentos originalmente criados para uma situação, mas usados também para outras.

Conforme reportado pela fonte primária, o Conselho Federal de Medicina, novamente representado pelo seu Presidente, Dr. Marcos Ribeiro, defendeu em ofício o direito dos médicos utilizarem o tratamento off label contra doenças.

O ofício enviado pelo CFM à CPI informa que a praga chinesa (ou a doença, em suas palavras), não possui hoje um tratamento único, específico e com comprovação científica "inconteste" e que os remédios usados até agora, foram "em regra", aplicados em caráter off label.

Ele argumenta:

- "Prática de suma importância no caso dessa nova doença, sem tratamento próprio, como registra a literatura universal. A opção contrária consistiria em negar terapia medicamentosa aos pacientes"

O Dr. Marcos também reconhece que cabe sempre ao médico decidir pela aplicação de quaisquer tratamentos, seja com base na análise clínica do caso de cada paciente, bem como, com o consentimento da pessoa.

Essa é a forma que a medicina moderna funciona e sempre funcionou.

Ele ainda reforça:

- "Portanto, até que a realidade fática venha a ser alterada, faz-se possível a utilização de medicamentos e procedimentos em caráter off-lable (sic), nos termos do parecer CFM n.04/2020 e da Declaração de Helsinque"

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