Procurador da República Ailton Benedito abre inquérito contra Twitter por ter censurado postagem do Ministério da Saúde afirmando que era "enganosa"

Dados da Imagem
O famoso passarinho do Twitter censurado. Imagem meramente ilustrativa (Divulgação / YouTube). O restante das imagens são reproduções do Twitter.

Procurador da República Ailton Benedito abre inquérito contra Twitter por ter censurado postagem do Ministério da Saúde afirmando que era "enganosa"​


O Ministério Público Federal do estado de Goiás, na pessoa do Procurador da República Ailton Benedito, instaurou um inquérito civil público para apurar a possível conduta criminosa do Twitter na qual censurou e marcou como "enganosa" a publicação do próprio Ministério da Saúde na qual recomendava que os pacientes infectados pela praga chinesa (Coronavírus/Covid-19) buscassem atendimento precoce o quanto antes, assim que tiverem sintomas.

Para a plataforma, colocando no mesmo patamar do "tratamento precoce", na qual, ainda não há consenso científico sobre o tema, o Twitter achou que isso 'violava os Termos de Uso da Plataforma' - na nossa opinião, uma forma de censura contra opiniões, sem dúvidas nenhuma.

Vejam a imagem reproduzida do tweet censurado do Ministério da Saúde:

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Reprodução do Twitter.

Da mesma forma, o Twitter também censurou a postagem do nosso próprio Presidente da República, Jair Bolsonaro, ao repetir alguns estudos já amplamente publicados e revisados sobre o uso de antimaláricos para o tratamento da praga chinesa:
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Reprodução do Twitter.

Ora, se o Twitter bane permanentemente até mesmo o Presidente dos Estados Unidos, imagine o que ele não fará com o resto do mundo.

O Procurador da República Ailton Benedito é tratado de forma caluniosa e desrespeitosa pela mídia tradicional, chamando-o de "bolsonarista" e "ferrenho apoiador de Bolsonaro", além de "defender medicamentos sem a comprovação científica devida". Para nós, é uma clara tentativa de atacar a pessoa do Procurador, sua imagem e sua honra, cabendo um belo processinho contra tais jornalistas.

"A aludida 'arcação' imposta pelo provedor de aplicações Twitter em sua rede social da internet, contra uma publicação do Ministério da Saúde, sobre medida de enfrentamento à pandemia de Covid-19, pode caracterizar prática ilícita de censura e prejudicar sobremaneira a prestação de informações de utilidade pública", escreveu o Procurador.

No processo, Benedito de Souza ainda deu cinco dias para que o Twitter envie ao Ministério Público Federal uma justificativa para marcar a publicação da pasta como informação enganosa.


"Requisito-lhe que, no prazo de cinco dias, encaminhe os fundamentos fáticos e jurídicos que alegadamente sustentam a marcação 'enganosa' atribuída, em sua rede social da 'internet, à publicação do Ministério da Saúde acima referida; devendo detalhar exatamente porque a plataforma a considera
'enganosa', bem como os efeitos dessa marcação na difusão da postagem entre os usuários da aludida rede", disse.


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