Revista Crusoé afirma que Ministro Dias Toffoli recebeu R$ 3 milhões de reais para mudar voto e R$ 1 milhão por liminar, por delação de Sérgio Cabral

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Ministro Dias Toffoli do STF (Reprodução / Fellipe Sampaio SCO / STF).

Revista Crusoé afirma que Ministro Dias Toffoli recebeu R$ 3 milhões de reais para mudar voto e R$ 1 milhão por liminar, por delação de Sérgio Cabral​


De vez em quando a revista Crusoé, ao contrário do seu parceiro O Antagonista, produzem algumas informações jornalísticas interessantes que merecem ser reproduzidas dando o devido crédito ao trabalho dos jornalistas envolvidos no objeto dessa matéria. O caso tem interesse nacional e social e merece ser reproduzido pelo POLITZ. A notícia foi exclusividade deles.

Conforme delação premiada de Sérgio Cabral, homologada inclusive pelo Ministro Fachin, o relato está em um dos anexos de sua delação que embasou o pedido da Polícia Federal para investigar o Ministro Toffoli por suposta venda de decisões judiciais.

A delação afirma que Dias Toffoli recebeu pelo menos R$ 3 milhões de reias para alterar o seu próprio voto e mais R$ 1 milhão para conceder uma liminar, beneficiando dois prefeitos da região fluminense do Rio de Janeiro, apresentando recursos ao Tribunal Superior Eleitoral.

Conforme delação de Cabral, os R$ 3 milhões foram pagos para Toffoli alterar seu próprio voto e reverter a cassação de mandato do prefeito de Volta Redonda, Antônio Francisco Neto. O pagamento, segundo Cabral, foi operacionalizado pela estrutura de recursos ilícitos de Luiz Fernando Pezão.

No primeiro julgamento sobre o caso envolvido, em 2015, Tofffoli tinha votado contra Francisco Neto, mas depois no julgamento do recurso impetrado em junho, decidiu que era uma situação de 'reenquadramento' e 'revaloração' das provas apresentadas. O placar virou e o prefeito de Volta Redonda acabou tendo a sua cassação revertida.

No caso da liminar, Cabral afirma que Toffoli recebeu R$ 1 milhão para dar uma liminar favorável para a ex-prefeita de Bom Jesus de Itabapoana Branca Motta, em 2014.

Os maiores detalhes da reportagem estão no link da fonte originária disponibilizada abaixo da nossa reportagem.

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