Ricardo Lewandowski dá voto favorável para estados e municípios obrigarem a vacinação contra o vírus chinês e Luiz Fux suspende o julgamento

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Ministro Ricardo Lewandowski, relator das ações sobre a vacinação obrigatória contra o vírus chinês (TV Justiça / Reprodução).
O POLITZ acaba de trazer um breaking para vocês de extrema importância, já que estamos acompanhando de perto as questões relativas à vacinação obrigatória contra a praga chinesa (Coronavírus/Covid-19) e principalmente, o aumento do poder do Estado contra a população, que nada pode fazer.

Com as recentes informações que temos, o Ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, relator dos casos das ações referentes à vacinação obrigatória contra o Coronavírus/Covid-19 acaba de dar um voto favorável pela obrigatoriedade/compulsoriedade: ele é a favor de que estados e municípios possam determinar a vacinação obrigatória.

Porém, ele defende, tal como Augusto Aras, o mínimo esperado de um estado democrático de direito: que ninguém poderá ser forçado fisicamente a se vacinar, mas podendo impor restrições de direitos para àqueles que não tomarem a vacina, como a proibição de exercício de determinadas atividades ou de acesso a locais, como já citamos milhares de vezes como exemplos. É o seu direito de ir e vir indo embora caso você se recuse a tomar uma vacina com alto grau de suspeição feita em tempo recorde (independente da farmacêutica) para uma doença mais suspeita ainda.

Um trecho do voto divulgado pela fonte originária:

- "A saúde coletiva não pode ser prejudicada por pessoas que deliberadamente se recusam a ser vacinadas, acreditando que, ainda assim, serão beneficiárias da imunidade de rebanho."

Talvez o Ministro não saiba, mas a imunidade de rebanho é um termo científico e comumente utilizado por infectologistas e médicos especialistas mas nem vamos entrar no mérito, porque no Brasil se você criticar algum Ministro você pode ser preso.

Em seguida, o Presidente da Corte, Luiz Fux, suspendeu o julgamento. O próximo a votar amanhã mesmo é Luís Roberto Barroso, relator de uma outra ação em que pais "veganos" pedem para não serem obrigados a se vacinar, por respeito às suas "convicções filosóficas".

Bom, tá aí. O POLITZ pedirá a não obrigatoriedade da vacina por convicções religiosas mesmo. Será que algum juiz discutirá com as escrituras bíblicas?
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