Sentimento contra o Partido Comunista Chinês é o maior registrado desde o Massacre na Praça da Paz Celestial em 1989, registra agência de inteligência

De acordo com a fonte originária da nossa reportagem, um agente de inteligência da China informou ao "presidente" Xi Jinping e outros líderes do Partido Comunista Chinês que Pequim está sofrendo o maior nível de hostilidade e rejeição desde os acontecimentos do Protesto na Praça da Paz Celestial em 1989, segundo uma reportagem de uma mídia de altíssimo alcance mundial (Agência Reuters).

O relatório, elaborado pelo Instituto da China Contemporâneo de Relações Internacionais, uma think tank bancada com fundos estatais e ligada aos serviços de inteligência do próprio país, informa que o "presidente" do país comunista deve se preparar para o "pior cenário possível", conforme as tensões com os Estados Unidos vem aumentando nos últimos meses, em especial, causado pela praga chinesa.

As conclusões do relatório mostram que houve uma mudança na percepção pública em relação a influência da China nos países ocidentais, especialmente nas ambições comunistas em relação aos fortes investimentos lançados no mundo inteiro nas infraestruturas de outros países, podendo sofrer uma alta resistência.

O Departamento de Estado Americano não quis comentar diretamente as reportagens, porém, Morgan Ortagus alertou que o Partido Comunista Chinês está "abdicando" sua responsabilidade em relação à transparência da pandemia causada pela praga chinesa:

- "Os esforços de Pequim para silenciar cientistas, jornalistas e cidadãos e para espalhar desinformação exacerbaram os perigos dessa crise de saúde"

As mentiras do país e desinformações, seguidas do descobrimento do vírus chinês estão muito bem documentadas, incluindo a situação que ocorreu em dezembro em um laboratório de Wuhan.

A China também engajou em uma guerra de propaganda para melhorar a sua imagem internacional frente ao criticismo enfrentado, incluindo coerções internacionais para que os governos locais elogiassem Pequim por terem agido muito bem em relação a pandemia, enquanto desinformavam o mundo com teorias de conspiração, afirmando que na verdade o grande culpado pela pandemia chinesa era na verdade os Estados Unidos.

A administração de Donald Trump responde com força os ataques chineses, com o próprio Secretário de Estado, Mike Pompeo citando relatórios de inteligência no domingo, afirmando que "há grandes evidências" que o vírus na verdade veio sim de um laboratório em Wuhan.
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