Sérgio Camargo da Fundação Palmares emplaca mais uma e excluí Marina Silva na lista de 'personalidades negras': "Nenhuma contribuição relevante"

Com os bizarros critérios raciais utilizados no Brasil, em especial, uma classificação conjunta que não diferencia as raças de negros e pardos no Brasil, o que provavelmente criará futuramente algum tipo de Tribunal Racial no país, como acontece com as Universidades que adotam "conselhos" para averiguar ingressantes pela via de cotas, na qual "avaliam" as características fenotípicas dos calouros, concluímos pessoalmente que não há nada mais racista do que esse tipo de protocolo.

Tirando as opiniões de lado, que nada tem relação com a notícia em si, o nosso atual diretor da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, emplacou mais uma decisão que enfureceu a esquerda brasileira.

Conforme postado em seu perfil do Twitter oficial, a Fundação Palmares retirou a insignificante política brasileira Marina Silva, da lista de personalidades negras. Para começo de conversa, nem sabíamos que Marina Silva era considerada "negra", basta comparar com o próprio presidente da Fundação Palmares.

De qualquer forma, Sérgio Camargo explicou que Marina Silva nunca teve nenhum tipo de contribuição relevante para a população negra do país, muito menos, que disputar eleições não é um critério de mérito.

Além do mais, ele argumenta que a defesa dela pelo "ambientalismo" vem sendo discutida, não sendo o foco da instituição.

Camargo também afirma que ela se autodeclara negra apenas por "conveniência política", o que obviamente pode render votos. Ele ainda lembrou que outras figuras políticas também fazem o mesmo, todos de esquerda, como Jean Willys, Talíria Petrone, David Miranda e a própria Preta Gil.

Vejam os tweets de Camargo sobre o assunto:



Obviamente a esquerda entrou em modo de fúria por conta da decisão acertada do diretor da Fundação Palmares, incluindo Marina Silva que declarou o seguinte:

- "A gente tem que encarar isso com a altivez de quem sabe que a história não é feita por aqueles que têm uma visão autoritária e que eventualmente estão no poder. A história é feita por aqueles que persistem na democracia e nos valores da civilização"
Segue um trecho da publicação de uma das fontes originárias:

Segundo Marina, a exclusão teve ligação total com as causas defendidas por essas pessoas.

“Todas as pessoas que foram excluídas com certeza não foram excluídas por serem irrelevantes, mas exatamente pela importância das causas que defendiam.”

E acrescentou:

“Aqueles que são contrários a tudo que é defesa dos direitos humanos, do meio ambiente, do combate às formas preconceituosas de lidar com o diferente, acabam tentando não ir para o debate, mas para tentar eliminar, ocultar”.
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