Sérgio Camargo na linha de frente contra o culto a assassinos, terroristas e comunistas idolatrados pela esquerda: Acervo de Marighella vai pro lixo

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Sérgio Camargo e o Presidente Jair Bolsonaro (Reprodução / Facebook).

Sérgio Camargo na linha de frente contra o culto a assassinos, terroristas e comunistas idolatrados pela esquerda: Acervo de Marighella vai pro lixo​


O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, vem fazendo um trabalho extraordinário na linha de frente da guerra cultural, tentando (muitas vezes sendo impedido pelo ativismo judicial) acabar com a glamorização de assassinos, terroristas, normalmente comunistas e outras figuras históricas brasileiras que são cultuadas como deuses pela esquerda brasileira.

Durante o dia de hoje, Camargo deu uma aula sobre o caso de Carlos Marighella, conhecido terrorista comunista, que tem em seu histórico uma grande lista de crimes praticados como muitos outros nomes que ele já tentou retirar da lista de homenageados da Fundação Palmares, que já deveria até ter o seu nome trocado nessa altura do campeonato.

Causando revolta especialmente nos setores da mídia mainstream (como se vê na fonte originária abaixo), Sérgio Camargo anunciou que todo o acervo criminoso do terrorista Carlos Marighella irá para o lixo da história brasileira, como qualquer outro criminoso mereceria: o completo esquecimento e o aprendizado histórico para não se repetir os mesmos erros do passado.

Em seu perfil oficial no Twitter (que também não é verificado, como toda pessoa ligada à direita) ele anunciou a exclusão do seu acervo da fundação, se referindo, como a própria história mostra, como um "lixo marxista", defendendo também a remoção das obras relacionadas ao terrorista comunista Che Guevara, outro assassino genocida também idolatrado pela esquerda:

- "A esquerda precisa parar de empurrar estas tranqueiras comunistas para cima dos pretos. Não queremos, muito menos precisamos, de lixo marxista!"

Camargo também lembrou que Marighella foi recentemente "falsificado" como um "preto" pelo filme do esquerdista Wagner Moura, que transformou o branquelo baiano, filho de imigrantes italianos em um "negro revolucionário" no seu filme que ainda nem foi lançado no Brasil mais sofre uma forte onda de críticas por onde passa. Ele chegou a comparar os escritos do terrorista ao mesmo nível das publicações de Adolf Hitler.

Também, pudera. Comunismo, socialismo, fascismo, nazismo, todos frutos da mesma árvore totalitária do marxismo, com apenas pequenos ajustes territoriais. Independente da sua nomenclatura, por onde tais ideologias passaram, apenas desgraça, morte, genocídio e pobreza tiveram como resultado e muitos países até hoje mal conseguiram se recuperar dos horrores das ideologias defendidas pela esquerda. É neste ponto que o POLITZ defende que o comunismo e o socialismo deveriam ser criminalizados no Brasil da mesma forma que o nazismo.

A comparação da falsificação de Wagner Moura é bem nítida ao verificar a imagem, de um lado, Marighella, do outro, aquele ator e cantor que esquecemos o nome:

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Como sempre, o ativismo judicial impetrado pela esquerda brasileira, muito bem recebido pelo nosso Poder Judiciário impede que Sérgio Camargo continue agindo na linha de frente da guerra cultural, especialmente para acabar com o culto à grandes criminosos da história mundial. Recentemente ele tentou retirar o nome de Madame Satã, outro criminoso cultuado e adorado pela esquerda brasileira.

A intenção da gestão de Sérgio Camargo frente à Fundação, é homenagear apenas pessoas negras já falecidas, que representam valores de uma sociedade verdadeiramente democrática. Gilberto Gil, Milton Nascimento, Martinho da Vila, Benedita da Silva, Marina Silva, pessoas essas vivas que já tentaram ser removidas da lista de homenageados, porém, sua decisão sofreu interferência novamente da Justiça Federal do Distrito Federal, concedendo uma liminar para impedir a retirada deles.

Como sempre, a mídia mainstream que vende a propaganda marxista por onde passa, seja lá o assunto que se trata, entra em parafuso cada vez que Sérgio Camargo posta alguma coisa, pois combate o vitimismo e a postura segregacionista de muitos setores culturais e artísticos e recebendo muita porrada nas redes sociais.

Depois de divulgar sua decisão, Sérgio chegou até mesmo rebater o colunista Lauro Jardim do jornal O Globo, um dos principais conglomerados de comunicação que adotam uma linha editorial bastante voltada à esquerda:


Ele afirmou que todos esses livros contrariam a missão institucional da Fundação Palmares.

Em outro tweet ele lembra: "Nosso compromisso é com a cultura."

Sobrou até mesmo para os Antas:


Deixamos as nossas congratulações pela coragem de enfrentar um domínio cultural marxista que perdura por mais de cinco décadas em nosso país, Sérgio Camargo. Continue com o seu belo trabalho que continuará sendo apoiado por todos os brasileiros de bem, independente da cor, religião, opção sexual ou política.


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